Arquivo da categoria: Coisas do Mar

Ilha do Coral

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Em 22 de julho de 2016, postei sobre a Ilha do Coral, localizada no litoral de Santa Catarina, ao comentar sobre o veleiro Taipan, de bandeira argentina, que estava desaparecido e havia sido encontrado no cenário de sonho que compõe a ilha catarinense. No sábado, 15/06/2019, praticamente três anos depois, o leitor, que se identifica por Limaco, enviou o seguinte comentário que enriquece o texto:  

Eu conheci. O Janjéca se matou com um tiro, após saber que não poderia mais morar na ilha, bom os corais cheio de mitos, já tive a oportunidade de acampar algumas vezes lá junto aos meus irmãos, ilha mágica, cheia de mistérios, com gravuras em pedras feita por índios que viviam por lá, lugar incrível, pena que a marinha teve de fechar por causa de pessoas que não sabem o valor do local e acabaram destruindo vários painéis com gravura históricas, fazendo com que fosse fechada, hj além de estar pichada foi invadida por plantas das quais são invasoras e estão abafando a mata e destruindo o que resta, bom mais o lugar ainda continua incrível, quem tiver a oportunidade de estudar o lugar vai se surpreender com a magia da ilha dos corais.  Limaco, 15 de junho de 2019.

 

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Drake, uma paixão

DRAKE

O Drake é sem dúvida o horizonte oceânico mais sonhado e desejado por todos aqueles que tem partículas de águas salgadas escorrendo nas veias. Sou fascinando para navegar naquelas águas tempestuosas, enigmáticas e que marca para sempre a vida de um homem o mar. Ainda não tive a felicidade, ou infelicidade, sei lá, de navegar pelos mistérios do Drake, mas como navegador sei que diante das coisas do reino do mar, a espera é a senhora da razão. Quem sabe um dia! Enquanto o dia não chega, vou pescando aqui e ali tudo que consigo para alimentar essa paixão. A imagem do artigo, escrito por Luciana Garbin e publicado em março de 2019, no jornal Estado de São Paulo, foi enviado pelo meu irmão Iranilson.  

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Humor naval

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Tradições Navais

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‘ROSCA FINA’, ‘VOGA LARGA’, E ‘VOGA PICADA’

Na gíria maruja, muitas expressões externam o universal bom humor ou espirituosidade que caracterizam os homens do mar. As expressões “rosca fina”, “voga picada” e “voga larga” são alguns exemplos:

“Rosca fina” (ou ainda “voga picada”) denomina o superior, Oficial ou Praça, que é exigente na observância das normas e regulamentos, bem como na execução das fainas e tarefas, por si e pelos subordinados. O antônimo é o “voga larga”.

A origem do primeiro está no “aperto”, na “pressão” impressa pelo chefe, comparada pelo marinheiro a do parafuso com rosca fina – que “aperta mais”. A segunda vem de “voga”, que é a velocidade da remada ditada pelo patrão aos remadores em uma embarcação a remos. Pode ser uma “voga picada” (regime de velocidade maior, portanto mais exaustivo para os remadores) ou “voga larga” (velocidade amena, mais calma, mais tranquila).

Fonte: Marinha do Brasil

Momentos de humor

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Treinamento para quem pretende ter uma boa noite de  sono em um veleiro de oceano

Marinha do Brasil anuncia construção de quatro corvetas

Screenshot_2019-03-28-20-23-08~2Faz tempo que a Marinha do Brasil precisa renovar a frota de navios, pois o nosso imenso mar territorial precisa sim de mais vigilância, embarcações modernas, poder de ação e tudo indica que a propalada renovação, que nunca saiu do papel, vai navegar em mares mais tranquilos. A Marinha anuncia que o consócio Águas Azuis, formado pelas empresas Thyssenkrupp Marine Systems GmbH, Embraer S.A. e ATECH Negócios em Tecnologias S.A., foi selecionado para construir quatros novas corvetas lançadoras de mísseis da classe Tamandaré, projeto estimado em torno de US$ 2 bilhões. Os navios serão construídos no estaleiro Aliança, em Niterói/RJ, e a primeira corveta deverá ser lançada ao mar em 2024. Fonte: Estadão 

Briga de monstros

colisão fujarah– Hello! – Relou nada, amassou foi tudo! Deve ter sido assim o diálogo entre os comandantes do navios-tanque Aseem e Shinyo Ocean, que emendaram os bigodes enquanto se dirigiam ao porto de Fujairah, Emirados Árabe. Quem já tirou a carta de Arrais deve concluir, pela imagem, que a culpa é do Aseem, ou melhor, do seu timoneiro distraído, mas em briga de cachorro grande e em encrenca de dois troços que não tem freio e nem rédea, fica a bronca para o povo da perícia tirar a prova dos nove. Como diria meu amigo Pedrinho: –Pense numa reiada bonita!