Arquivo da categoria: assuntos e assuntos

Ouro nas estrelas

Neutron_star_illustratedOs dicionários ensinam que ciência é o conhecimento atento e aprofundado de algo, através de observação, identificação, pesquisa e explicação de determinadas categorias de fenômenos e fatos… É assim que se faz ciência, mas antes de tudo tem que existir os investimentos estruturais, educacionais, financeiros e isso são coisas que não podem parar, porque se não for assim, a ciência se torna apenas uma cópia mal feita e atrasada. O Brasil recentemente avançou anos luz em direção a boa ciência e nossos cientistas alcançaram patamares que existiam apenas em sonhos, porém, a sofreguidão de políticas acomunadas com os crimes de corrupção, ativa, passiva e terrivelmente toleradas, estão fazendo o avanço se transformar em um vácuo sem inércia.  – Culpar a quem? – A nós mesmos, os tolerantes! Dia, 16/10, o mundo dos estudos foi sacudido pela colisão de duas estrelas de nêutrons, segundo os estudiosos, inclusive brasileiros que participam das pesquisas, foi uma das mais espetaculares e violentas ações do universo. A peleja se deu a uma distância que nem de longe me abestalho a calcular, e começou há mais  de 10 bilhões de anos, na galáxia NGC 4993, quando duas estrelas com 10 vezes o volume do Sol, deram uma barruada e como consequência sobraram para a posteridade duas estrelas de nêutrons, que agora também se choraram e criaram, entre outras transformações galácticas, uma mina estelar de ouro e platina, consequência da formação de elementos químicos liberados na explosão. Daqui a alguns milhões de anos luz, quem sabe, choverá ouro sobre a cabeça dos personagens do futuro. De uma coisa eu sei, é bem melhor do que o banho de lama fedida que estamos tomando diariamente. Fontes: UOL, G1, Jovem Nerd

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E a pedra passou raspando!

colisacc83o-terra-asteroide-20150923-042Para quem não soube, porque ficou entretido na troca de farpas das trincheiras dos chafurdos ideológicos ou outros motivos mais apressados, ontem, 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira desse Brasil destrambelhado e mal amado, passou um asteroide tirando um fino intergaláctico em nosso quengo. Como nos dias de hoje tudo vira super produção, o passeio do pedregulho de pouco mais de 30 metros de diâmetro foi mostrado ao vivo nas telinhas, mas perdeu de capote para a briga de foice entre direitistas e esquerdistas, posições estas que mudam de lado num piscar de olhos e que tem lances hilários. – Mas o que tem a ver mesmo essa postagens mais atrasada do que salário de servidor da administração estadual do Rio Grande do Norte? – Peraí! – Não esculhambe não, pois foi só um atrasinho besta de um dia, viu!  O que me chamou atenção e revolvi comentar sobre a passagem do “2014 TC4”, apelido do “xexo”, foi uma frase do cientista Detlef Koschny, da Agência Espacial Europeia: “A passagem do asteroide não é preocupante, mas aproveitamos para treinar”. Pois segundo ele, a “humanidade não estaria preparada para se defender de um asteroide surpresa”. Aí eu me pergunto: Como danado se prepara para se defender de uma rebolo de pedra, do tamanho de um trem, que descamba do céu na velocidade de um risco de luz? O cientista das “oropa” deve está tirando onda. Será que ele nunca ouviu a frase do craque de futebol Didi, “Treino é treino e jogo é jogo”? 

Tempo, tempo, tempo…

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Daqui a duas Luas acaba o ano

Fraude do arrastão

1 Janeiro (177)

Auditoria do Ministério da Transparência e da Controladoria Geral da União, divulgada dia 4/10, anuncia que dois terços dos beneficiados pelo seguro-defeso, não tem direito ao programa. A fraude chega a mais de R$ 1,5 bilhões anuais aos cofres públicos. Em Roraima, segundo o resultado da auditoria, a irregularidade chega a 100% dos benefícios, seguido de Sergipe com 86,05%. O seguro-defeso é concedido aos pescadores artesanais e profissionais durante o período de reprodução dos pescados. O valor pago a cada pescador é de um salário mínimo vigente, durante quatro meses em média e dependendo da espécie. No caso da lagosta a proibição da pesca é de seis meses. O seguro-defeso tinha tudo para ser um excelente programa social, mas a fragilidade no cadastramento, aliada ao vírus letal da corrupção arraigada na administração pública brasileira, está fazendo com que o programa naufrague em mais um mar de lama. Somente em 2014, em que tivemos eleições para presidente, governador, senador e deputado federal, o número de inscritos cresceu 760%. Em setembro de 2013 teve 3,2 mil novos beneficiários e em setembro de 2014, houve 24,4 mil inscrições. Pois é, antigamente o voto era de cabresto, agora é de rede de arrasto. Fonte: Tribuna do Norte      

É hoje!

NibiruVem mais um fim do mundo aí e dessa vez está programado para este sábado, 23/09. Novamente a tal estrela apelidada de Nibiru ou Planeta X é a grande vilã. Em um misto de profecias religiosas e “estudos científicos” o anunciador aposta que dessa vez vai. Pelo sim, pelo não, vou armar a rede na varanda para espera deitado. Já estou ate imaginando a desculpa esfarrapada do pabuloso David Meade, autor do livro Planeta X – 2014, a Chegada. Se ele combinou com o tresloucado pequeno grande líder norte-coreano, pode até ser que um bom pedaço deixe de existir de verdade. Veremos!

Resgatados das garras da fera

xsobreviventes-3.jpg.pagespeed.ic.IITPGnZA1fMalucos existem aqui e alhures. Pois num é que uma família, dois adultos e duas crianças, a bordo de um velho e desativado navio de pesquisa oceanográfica, resolveu dar um um giro pela ilhas Virgens Americanas, em plena passagem do furacão Maria! A história sendo contada assim fica com um tempero jocoso, mas foi trágica, apesar de amalucada. A guarda costeira recebeu um pedido de socorro e saiu em busca da embarcação e encontrou um casco emborcado com os tripulantes se equilibrando sobre ele. A resposta para o que eles estavam fazendo nas garras da fera é questão de vestibular para medicina e nem a guarda costeira americana está se importando, por enquanto, com esse questionamento. O importante foi resgatar o grupo, que já havia perdido um companheiro para ondas de mais de 6 metros de altura e ventos  de um furacão destruidor. Fonte: O Globo  

Tradições navais

10 Outubro (182)

CORDA E CABO

Diz-se que na Marinha não há corda. Tudo é cabo. Cabos grossos e cabos finos, cabos fixos e cabos de laborar…, mas tudo é cabo.

Existem porém, duas exceções:
– a corda do sino e
– a dos relógios

Fonte: site mar.mil.br