Arquivo da categoria: Notícia

Encerradas as buscas pelos tripulantes do San Juan

2017-11-25t172504z_97904387_rc1a5a1c7030_rtrmadp_3_argentina-submarine-e1511869446715A Marinha da Argentina anunciou ontem, 30/11, que encerrou as operações para resgate dos tripulantes do submarino ARA San Juan, porém, concentrará esforços na localização da embarcação. Alguém haverá de perguntar se não é a mesma coisa, mas adianto que não, porque pelo código naval, são operações diferentes, inclusive pelo tipo de equipamento e força humana utilizados. Foram 15 dias de intensa busca, que contou com participação de equipes de vários países, e apesar de terem vasculhado uma grande área do oceano, com ajuda de navios, aviões e radares, nada foi encontrado. Geralmente operações de resgate de sobreviventes no mar, duram em torno de 7 dias.   

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Entre dois rios tem um mar de lama

Enxu Queimado julho 2017 - Erico Amorim (2)Uma Força-tarefa Previdenciária, com apoio da Polícia Federal, deu início hoje, 01/12, a operação Entre Dois Rios, para apurar recebimentos irregulares do seguro defeso, que beneficia pescadores, catadores de mariscos e crustáceos. O primeiro arrastão, no Rio Grande do Norte, foi lançado na praia de Tibau do Sul. Pela avaliação do peso da rede, tudo indica que o cesto vai encher!

Um mar de memórias

IMG-20171128-WA0032O velejador/escritor, Érico Amorim das Virgens, lança dia 30 de novembro,  a partir da 19 horas, no Iate Clube do Natal, Um Mar de Memórias, uma obra imperdível para todo aquele que tem o mar como paixão, em que o autor resgata fatos, fotos e causos que marcaram a história do iatismo no Rio Grande do Norte. Vamos lá! 

Japão encontra mais um barco fantasma

xCORRECTION-JAPAN-NKOREA-TRANSPORT-ACCIDENT-FISHING.jpg.pagespeed.ic.1tn1CbwMFLNotícias sobre o aparecimento de barco fantasma é um prato cheio para roteiristas e escritores do gênero suspense ou terror, como também para pessoas que gostam de criar fantasias mirabolantes para seus pesadelos. Perdi as contas de quantas vezes me perguntaram se já tinha visto alguma assombração vagando pelos mares e em todas as vezes, preferi fazer ar de riso do que ter que tentar responder o que não tem resposta, pois se dissesse que sim, teria que criar uma fantasia e se dissesse que não, poderia ser que o interlocutor achasse que eu estaria desdenhando dos “fantasmas”. Porém, deve ser um deus nos acuda dar de cara com o espectro de um barco a deriva vagando pelos oceanos e no momento da aproximação, perceber que a bordo tem alguns corpos sem vida ou apenas ossadas. Já me basta a série de filmes, que adoro, Piratas do Caribe. Registros de embarcações a deriva com os tripulantes mortos é comum no noticiário mundo afora e as autoridades navais não cansam de alertar os navegantes sobre a ocorrência de embarcações perdidas e algumas jamais foram encontradas, apesar de alguns informações desencontradas de que foram avistadas, só não não se sabe onde e nem quando. O ditado diz que, o mar é um mundo e eu completo dizendo que, é um mundo estranho. Pois bem, o Japão anuncia que mais um “barco fantasma” foi dar em uma de suas praias e a bordo foram encontrados os esqueletos de 8 pessoas. As autoridades acreditam que são pescadores da Coreia do Norte, porque a praia onde se deu o achado macabro está virada para as terras do “reino” de Kim Jong-un. Somente em 2017 foram encontrados 43 barcos de madeira, mesmo modelo do encontrado está semana, e pelos pertences e inscrições nos costados, tudo leva a crer que sejam norte coreanos, mas como nas terras do “baixinho invocado” nem tudo é permitido comentar, fica o dito pelo não dito. No ano passado a conta chegou a 66. 

Recorde na regata Transat Jacques Vabre 2017

imagesVapt-vupt, foi assim a velejada dessa ferinha, que aparece na imagem, entre Le Havre, região francesa da Alta Normandia, e a baianíssima Salvador, terra abençoada pelo Senhor do Bonfim. O trimarã de 100 pés, comandando pelos franceses Thomas Coville e Jean-Luc Nelias, cruzou o Atlântico como uma bala e gastou 7 dias, beirando o oitavo, e atracou, nesta segunda-feira, 13/11, cheio de vontade de se lambuzar de dendê no píer do Terminal Náutico da Bahia, e foi o primeiro participante da regata Transat Jacques Vabre 2017 a cruzar a linha de chegada e com isso ostenta orgulhoso a faixa de Fita Azul no alto do mastro. Fita Azul, no iatismo, é o primeiro barco a cruzar a linha de chegada, independente do tamanho, classe ou vontade dos concorrentes. O trimarã da Sodebo foi seguido de perto por outro trimarã voador, mas este, entre um contrapé e outro, cruzou a linha duas horas depois. As duas feras conseguiram baixar o recorde da prova em três dias. Danou-se! Agora as duas tripulações ligeiras, vão se aboletar diante de um tabuleiro de acarajé para esperar pacientemente pelos concorrentes que cortam água por aí, entre eles o barco brasileiro Mussulo 40, que compete na Class 40. O Mussulo 40, comandado pelos competentes Leonardo Chicourel, baiano arretado, e José Guilherme Caldas, teve alguns problemas e aparece, por enquanto, na 13ª posição, em sua classe. A Transat Jacques Vabre é uma das mais tradicionais provas do iatismo mundial e nessa edição retorna a Bahia, onde aportou em tempos idos. Fonte: Coluna do Murilo 

Resgatados das garras da fera

xsobreviventes-3.jpg.pagespeed.ic.IITPGnZA1fMalucos existem aqui e alhures. Pois num é que uma família, dois adultos e duas crianças, a bordo de um velho e desativado navio de pesquisa oceanográfica, resolveu dar um um giro pela ilhas Virgens Americanas, em plena passagem do furacão Maria! A história sendo contada assim fica com um tempero jocoso, mas foi trágica, apesar de amalucada. A guarda costeira recebeu um pedido de socorro e saiu em busca da embarcação e encontrou um casco emborcado com os tripulantes se equilibrando sobre ele. A resposta para o que eles estavam fazendo nas garras da fera é questão de vestibular para medicina e nem a guarda costeira americana está se importando, por enquanto, com esse questionamento. O importante foi resgatar o grupo, que já havia perdido um companheiro para ondas de mais de 6 metros de altura e ventos  de um furacão destruidor. Fonte: O Globo  

O desaparecimento da aventureira foi mais um crime banal. Mais um!

 

caiaque02A polícia da Amazônia anuncia que o caso da canoísta britânica Emma Kelty, 43 anos, desaparecida no rio Amazonas, foi mais um dos crimes “banais” que acontecem a cada segundo nas ruas das cidades brasileiras, do qual já sabemos o enredo e o desfecho: O choro de uma família e amigos; Promessas sem nenhuma pressa; A mão passada pela cabeça da “criança” desfavorecida que cometeu o crime; Ponto final e vira a página para o próximo. É assim e nada de reclamar ao bispo, viu? A aventureira britânica foi morta por causa de um celular e uma câmera GoPro e seu corpo foi jogado no rio Solimões. – Uma GoPro? – Sim, pois em nossas ruas num tem gente que morre por nada e ninguém faz nada? –Uma GoPro é uma GoPro e o “menor infrator” queria, por que queria, matou e pronto!  – E teve ajuda? – A polícia diz que teve, mais quem matou foi o “menor” e acabou-se o que era doce. Pois é gente, Emma Kelty morreu por nada, apenas por se “atrever” a remar solitária pelos recantos de um Brasil sem dono, sem lei e sem vergonha. Se fosse caminhando em nossas ruas, talvez tivesse o mesmo destino desumano, mas não, foi em plena selva amazônica, um mundo que o mundo só lembra que existe quando algum ecologista grita que derrubaram uma árvore qualquer. Na selva brasileira matam aventureiros, matam índios, matam grileiros, matam sem terra, matam fazendeiros, matam jornalistas, matam juízes, matam militares, matam tudo e todos, mas o que dá notícia mesmo é a derrubada de uma árvore ou algum plano mal arrumado de demarcação. Emma foi mais uma e não será a última! – Dizer o que?  – Fique em paz aventureira, pois, envergonhado, não tenho mais nada a dizer!  Fonte: BBC Brasil