Arquivo do mês: março 2013

Marinha do Brasil apresenta resultados da Operação Verão 2013

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A Marinha do Brasil apresentou os resultados da Operação Verão 2013. Na operação foram abordados mais de 85 mil embarcações e foi comprovado que mais de 10 mil continham irregularidades. Foram aplicados 6.437 Autos de Infração, apreendidas 1.518 embarcações e abertos 222 Inquéritos Administrativos. Comparando com os números de 2012 a Operação Verão 2013 teve um aumento de 52% nas ações de fiscalização. O que chama mais atenção nos resultados foram as apreensões que pularam de 782 para 1518, um acréscimo de 94%. fonte: Terra / foto: site mar.mil.br

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Fotografando a Ilha de Itaparica

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A Ilha de Itaparica é um dos mais belos recantos da Baía de Todos os Santos. Itaparica é destino certo da grande maioria dos velejadores nos fins de semana. Águas limpas, mornas e abrigadas. A paisagem de encher os olhos tornam a Ilha um excelente fundeadouro. Além de ter uma vida náutica apaixonante, a cidade de Itaparica tem lugares, construções e monumentos de grande beleza. Eu nunca me canso de apontar as lentes de minha máquina para fotografar enquanto caminho pelos becos, ruas e calçadas dessa que é a maior ilha da Baía de Todos os Santos. Se você tem em seus arquivos fotos sobre a Ilha de Itaparica e quiser mostrar aqui no blog, pode enviar pelo email avoante1@gmail.com .   

Dicas da Lucia

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Se você já estava cansado de minha conversa mole e achando que esse Diário do Avoante bem que poderia navegar em novas rotas, acho que seus problemas acabaram. Não é nenhuma organização Tabajara, mas é mais um blog para você acrescentar a sua listas de preferidos. Vou torcer para que isso aconteça. Dicas da Lucia, que como o nome sugere, vai ser editado por Lucia, será mais um espaço para se comunicar com você e abordar assuntos bem variados como: Gastronomia, artesanato, moda barco e mais um montão de coisas. Esperamos que goste e que interaja mandando receitas, ideias e também suas dicas. Será uma grande alegria encontrar você navegando no Dicas da Lucia.

Madeira que cupim não roi

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Uma das boas coisas dessa vida meio nômade a bordo de um veleiro, pulando de porto em porto, são os encontros com os amigos e as conversas que rolam soltas, ao redor de uma recheada churrasqueira, pois velejador adora churrasco, e lavadas com boas canecas de cervejas.

Quem achar que pescador e caçador são os maiores criadores de histórias do mundo é porque não viu um grupo de velejadores conversando. Velejador também tem algumas manias extravagantes. Raramente uma onda é uma onda e na grande maioria, os ventos sopram com muito mais força.

Tem histórias e causos para todo tipo de situação e todos com requintes hilários de deixar a turma dos programas humorísticos com a boca aberta. O caso que vou relatar e que relembrei com muitas risadas enquanto conversava, em Salvador/BA, com o amigo Erico Amorim, você pode acreditar que foi verdadeiro, apenas recebeu alguns toques da minha imaginação, já que quem conta um conto aumenta um ponto.

É o caso de um velejador potiguar que inventou de fazer uma boa reforma em seu trimarã. O barco tinha pedigree em velocidade, mas não dava conforto à tripulação. Tentando resolver a situação, o velejador resolveu, ele mesmo, fazer um projeto e dar andamento a reforma. Essas coisas nunca dão tão certo! Ainda mais quando não se tem muita afinidade com cálculos e ângulos. Continuar lendo

O amor não conta os cromossomos

Essa é uma das muitas frases que circulam hoje,  21/03, para felicitar o Dia Internacional da Síndrome de Down e eu a escolhi para dar nome ao álbum com essas fotos de vários momentos alegres de Nelsinho. Ele tem um coração feito de alegria, amor, carinho, afeto e  dificilmente ele é visto de outra forma. A não ser, quando não sai para degustar um gigante BigMac. O cara é bom de boca! Nelsinho foi o melhor que poderia acontecer em minha vida. Ainda hoje me retraio ao relembrar os momentos de tormento que passei ao ser informado que ele era Down. Como é? O que é isso? Não pode ser! E agora? Deve ser um pesadelo? Eu o vi no bercinho e ele era perfeito! Será que não foi trocado? A velocidade com que essas interrogações passeavam em minha mente era assustadora. Não tinha como parar. Não tinha como pensar em outra coisa. Não tinha nem como eu sentar, deitar ou ficar em pé. Nada parecia real naquele momento. Um dia! Um dia de silêncio, tristeza, desesperança e sem rumo. Chorar o que? Não existiam mais lágrima. Falar o que? Não precisava de palavras. Queria meu filho e ele estava ali, mas aquele não parecia ser meu filho. Logo aquele filho que iria acrescentar um Neto ao nome do meu saudoso Pai? Na manhã seguinte, depois de uma noite em claro, tudo amanheceu mais brilhante e o mundo parecia mais belo e refrescante. Ao chegar no hospital meu sogro me chamou e perguntou: Nelson, você vai hoje registrar Nelson Neto? Aquilo foi como se num passe de mágica um furacão desse lugar a um maravilhoso céu azul. Minha resposta saiu como um raio: Sim! O nome dele é Nelson Mattos Neto e sei que meu Pai vai se sentir muito feliz e orgulhoso por isso. Nelsinho, depois desses 27 anos de alegria, amor, carinho e orgulho de ser seu pai, estou contando essa pequena historinha para você, nossos familiares e os muitos amigos que nos cercam. Você é o maior e mais amado filho do mundo e agradeço a Deus todos os dias por ter lhe colocado em minha vida. Hoje, 21/03, é apenas o dia em que você é festejado mundialmente, mas fique certo que todos os dias é o seu, o meu, o de sua mãe, o de sua irmã, de seus avós e de todos que o cercam, pois todos os dias comemoramos a sua presença entre nós. Nelsinho, muito obrigado por você existir em nossas vidas e parabéns a todos que, assim como você, trazem alegria, carinho e compreensão a esse mundo tão desigual.

A bordo do Mon Bien é assim

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Assim como as noite, as manhãs e tardes no Aratu Iate Clube também são arretadas. A começar pela presença do casal nota 10 Gileno e Cassia, veleiro Mon Bien. Conhecemos o casal quando eles passaram por Natal/RN em 2003 para um giro pelo Atlântico. De lá para cá a nossa amizade somente se solidificou e hoje é um dos pilares do nosso porto seguro em Salvador/BA.

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Gileno, sergipano cabra da peste, é um grande fazedor de amigos e nos acolhe com muito carinho e se derrete em atenções sempre que estamos por perto. Como o Mon Bien é um barco enorme e muito confortável todos os dias ele inventa uma novidade somente para nos arrastar para lá e dificilmente nos deixa ir embora.

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Cassia, que nessa foto mostra todo seu charme ao lado de Lucia, também não fica atrás do sergipano quando o assunto é os amigos. Amigo é amigo e pronto!

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Por isso mesmo sempre que convidamos alguns amigos para conhecer o casal e o Mon Bien, eles são recebidos com o mesmo carinho e atenção que nos dispensam. Foi assim quando levamos o amigo Ricardo Maia e o casal Zé Mauro e Gabi. Foi uma tarde gostosa de bons papos e boas risadas. Eita casal bom da peste!

Um passeio na noite do Aratu Iate Clube

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O Aratu Iate Clube é uma festa! Não podia ser diferente em um clube com mais de 300 veleiros. Nem sempre a turma está disposta a dar uns bordos pela Baía de Todos os Santos e tudo fica resumido a fins de semana passados a bordo, mesmo com o barco atracado. Nessa nossa temporada nas águas baianas temos frequentado mais o Aratu e convivido com essa galera animada e cheia de atenção com os visitantes. Descobri também que por lá tem uma passarela do álcool e que ela se localiza no píer 2, e foi justamente nela que caminhamos outro dia. Eu até já sabia que a coisa no píer 2 não era de brincadeira, pois tem uns cabras bons de copo e animação, mas quando fomos convidados para ir a bordo do veleiro Lalat, um velamar 32 irmão quase gêmeo do nosso Avoante, vi que a coisa é mesmo verdadeira. Foi uma noitada maravilha acompanhada pelos acordes suaves de um violão e o valor da amizade fácil dava o tom.

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Os anfitriões Marcos Abreu e Ana Cláudia, pessoas fantásticas e amigas, nem se incomodaram quando Lucia invadiu a cozinha do Lalat, para incrementar um delicioso jantar a base de Risoto de Queijo e Salmão ao Molho de Alcaparras. E assim a noite foi se prolongando no píer 2.