Arquivo do mês: maio 2019

Velejador é resgatado na costa Norte do Brasil

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O navio Pedro Álvares Cabral, da Aliança Navegação e Logística, regatou na noite da quarta-feira, 23/05, o velejador francês Michael Luc, 60 anos, comandante do veleiro Roxane, que estava há dois dias a deriva em um bote inflável na costa entre o Ceará e Pará, após o naufrágio do veleiro. Segundo informações do comandante do navio, eles receberam um pedido de socorro, via VHF, e após uma busca visual conseguiram localizar o velejador. O Roxane havia saído de Cabedelo/PB dia 17 de maio no rumo do Caribe. O velejador Michael Luc, que foi resgatado sem ferimentos e sem necessitar de maiores cuidados,  tem larga experiência em navegação e já realizou diversas travessias do Atlântico. Desejamos vida longa ao comandante Luc e que muito em breve retorne ao mar. Fonte: revista capital econômico

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Cartas de Enxu 41

4 Abril (145)

Enxu Queimado/RN, 23 de maio de 2019

Sabe, Jorginho, a escritora britânica Virginia Woolf, (1882-1941), certa vez disse que, “Sem alguém cálido e respirando do outro lado da página, as cartas são inúteis”.

Sob as sombras avarandadas da minha cabaninha de praia tenho escrito as Cartas de Enxu, com o intuito de contar um pouco das coisas desse pequeno povoado praieiro encravado sobre as dunas do Rio Grande do Norte, como também comentar sobre o cotidiano desse mundo velho de guerras, lutas e manias. As cartas são endereçadas aos amigos, familiares, conhecidos, jornalistas, autoridades e hoje é para você, cabra bom que tenho a alegria de ter como amigo desde os tempos de menino, vividos no território livre da confluência das ruas Conselheiro Brito Guerra e Almirante Teotônio de Carvalho, no velho e gostoso bairro do Tirol, em Natal/RN.

Eh, meu amigo, algumas destas cartas vagam por aí e não conseguem chegar ao destino, ou se chegam, passam despercebidas e é nessas horas que lembro da frase da escritora britânica, mas não me entristeço, porque o propósito é deixar registrado o cotidiano da vida vivida em um minúsculo e aconchegante povoado litorâneo, durante o tempo que ele tiver a boa vontade e o carinho de me acolher. Quanto ao endereçado, é apenas uma forma de homenagear pessoas que quero bem ou chamar a atenção de outros para causas importantes. Hoje a carta é sua, Jorginho, e como sei que você, além de doutor dentista afamado, é um homem que olha para o mar com amor e respeito, vou adiantar que por esses dias do mês de Maria, as águas atlânticas, por aqui, estão numa boniteza mimosa de fazer cair o queixo dos mais céticos.

Doutor, nos últimos dias tenho ouvido falar que o nível dos oceanos está subindo feito rio que vem em cheia desenfreada e os meninos das ciências já apostam que a previsão anunciada para o ano de 2100, que era de quase um metro, pode ser dobrada. Se assim for, acho bom você se apressar para vir conhecer Enxu antes que Netuno invada com suas tropas. O alerta da ciência bate na velha tecla do tal efeito estufa, porém, os prognósticos são tão alarmistas e extremados que está difícil fechar essa conta. De uma coisa eu sei, por aqui o mar tem avançando um bocado e vem caminhando a passos largos.

Amigo, já que falei em um problema ambiental, falarei de outro. Dia desse ouvi buchichos sobre uma cerca fincada ao longo de um terreno e que esta está impedindo o tráfego de veículos a beira mar, quando a maré está alta. Ora, mas quem disse que dunas e beira de praia são vias trafegáveis para automóveis? Faz tempo que as autoridades da terra de Poti precisam assumir a responsabilidade de proibir o uso das praias para tráfego de veículos. Na grande maioria dos Estados brasileiros, inclusive nordestinos, não é permitido. O dano ambiental é enorme, irreversível, além de ser um eminente atentado contra a vida dos banhistas. Eh, meu amigo Jorginho, nos últimos dias o Brasil falou tanto em educação, mas parece que tudo foi dito apenas para florear perfis nas mídias sociais!

Amigo, esse tema merece ser discutido com mais seriedade pela sociedade e o poder público não pode simplesmente virar as costas e deixar que o tempo descida. As areias das praias do litoral Norte do RN é uma verdadeira avenida em que cabe tudo e mais um pouco. Não existe fiscalização, não existem regras, não existe respeito com o banhista e quem se incomodar que vá procurar o bispo. Diariamente trafegam por essa grande e livre avenida, enormes comboios de automóveis tracionados cometendo festivas agressões ao meio ambiente, com patrocínio de grandes marcas famosas. Alguém haverá de indagar sobre o ganho turístico e monetário para os lugares por onde passam os comboios e direi que, não existe ganho turístico, nem monetário, quando o meio ambiente é sistematicamente degradado!

Meu caro, Jorge Leite Dantas de Rezende, essa missiva pode até estar meio macambúzia, mas tem dias que precisamos descarregar sentimentos e para isso, nada melhor do que o ombro de um amigo e digo mais: Não se apegue as minhas lamentações para arranjar motivos para não vir até aqui, ainda mais você, um exímio pescador e conhecedor das lamurias da mãe natureza. Sei que adoraria estirar o esqueleto em uma rede armada sob a sombra da varanda, de frente para o coqueiral, jogar conversa fora saboreando uma branquinha, degustar umas postas de peixe frito, acompanhado com aquele vatapá maravilhoso que somente Lucia sabe fazer.

Venha, traga a esposa e as meninas, porque sei que ficarão maravilhadas com essa prainha encantadora. Traga seu irmão, Flávio Rezende, o mais novo retratista do pedaço, para ele entupir as lentes daquela Canon com fragmentos do que há de mais bonito no mundo.

Nelson Mattos Filho

Cartas de Enxu 40

8 Agosto (37)

Enxu Queimado/RN, 16 de maio de 2019

Mauricio, hoje ao escutar o zumbido do silêncio que faz eco por entre as palhas dos coqueirais que varrem as sobras da noite, enveredei por minhas filosofias de varanda e me enganchei pelas veredas que levam ao nada. Das janelas da cabaninha de praia olho para a floresta de geradores eólicos que cercam essa Enxu mais bela e fico matutando em que lugar do tempo e do espaço mora o futuro. Será que algum dia a humanidade encontrará com ele? Qual a cara do futuro? Será que é novo, será que tem meia idade ou será que ele é um velho rabugento, metido a novo e pinta os cabelos de acaju? Meu amigo, vejo o futuro como um ser tão arisco que quando pensamos que chegamos a ele, o danado se vai e só nos resta olhar para frente e mirar o passado. Pois é Maurição, pense nuns pensamentos amalucados que fui achar de pensar! Mas como você faz parte do grupo de pessoas que escavaca as novidades do mundo computacional, me avexei a escrever esta carta, pois sei que de futuro você entende.

Mauricio, cabra bom, antes de continuar com meu moído filosófico, futurista e amalucado, vou mandar um cheiro para Dona Regina e quando você tiver um tempinho para tomar aquela gela na varanda do Aratu Iate Clube, olhando para o maravilhoso pôr do sol, tome uma por mim e dê um abraço na baianada que por lá se deleita. Pois bem, vamos falar do futuro.

Rapaz, desde que o Brasil se danou a estocar vento, que se não estou enganado tudo começou nas terras da Iracema, pelo menos foi lá que vi os primeiros cata-ventos, escuto falar que enfim chegamos ao futuro. Os primeiros totens cearenses deram cria e hoje seus descendentes se espalham pelo país, produzindo feito coelhos. O Rio Grande do Norte tomou gosto pela coisa e, segundo dizem, fincou o pé e tomou a dianteira na produção de energia eólica. Dizem que pelas terras de Poti está implantado o que existe de mais moderno na seara eólica e foi daí que fiquei criando interrogação no juízo. Escarafunchando pelos atalhos da “grande rede” fiquei sabendo que os galegos da Holanda estão fabricando uma turbina de energia eólica que é uma monstra e tem pareia não. Os holandeses garantem que a bichiguenta, apenas umazinha, terá capacidade de produzir energia para alumiar umas dezesseis mil residências e mais uma danação de bico de luz. Danou-se! A monstra terá 260 metros de altura, o rotor 220 metros, cada hélice terá 107 metros de comprimento e produzirá 45% mais do que qualquer turbina que esteja hoje em funcionamento. Foi aí que ao terminar de ler sobre a holandesa comedora de vento, mirei o parque eólico de Enxu e não vi nem a sombra e nem o vento do futuro.

Eh, Mauricio, esse tal futuro é mesmo escalafobético e ai daquele que tentar passar-lhe a perna! Dia desses chegaram por aqui umas Naus tripuladas com uns marinheiros fantasiados de bacanas, que se diziam donos do mundo e da razão, só prumode tinham nas mãos uns trabucos que pipocavam fogo e amostravam um tal brazão de um tal reino de além-mar e num papo torto para entortar cabeça de índio, meteram os pés pelas mãos e nesse blá, blá, blá, entre uma cachimbada e outra, afirmaram que vinham do futuro, mas nas cartas que enviavam para lá diziam que o futuro era aqui e ele estava nu. Pois é, meu amigo, no espaço entre o passado, o presente e o futuro dessa história meio engembrada, cabe todo tipo de conto e até hoje – que não sei mais se é presente, futuro ou passado – quem conta o conto aumenta um ponto e o que era futuro virou passado e tudo indica que continuará passado e malpassado, pois do que foi passado ninguém conta e do futuro ninguém quer saber, porque todos vivem o presente e este não tem passado e nem futuro. Vixi, agora lascou em banda e nem eu estou entendendo mais nada!

Maurição, hoje a Lua está crescente e toda mimosa fazendo fita no céu. Ei, amigo, o luar por aqui é bonito de se ver, viu! Se eu fosse tu, pegava o beco e vinha dar uns bordos por aqui para comer umas postas de peixe fresquinho da silva. Se bem que os escamudos estão meio arredios e as produções andam poucas. Mas pelo menos dá para a gente arranjar uma dúzia de caíco para colocar na panela do escaldaréu, para comer na mesma moda que os pescadores comiam antigamente, sentados no chão da praia, com uma garrafa de cachaça enfeitando a areia e a Lua luminosa prateando o arredor. Eh, moonlight, curto o presente, adoro a vida que se vivia no passado, pois não conheço o futuro. Se for aquele que está chantado na Praia do Marco, não vale, porque futuro ele nunca teve. Homi, deixa pra lá!

Luis Mauricio Vila, cabra arretado de uma Bahia de mar e cantorias, estou com saudades da sua alegria e das boas risadas. Pegue sua Regina e venha ligeiro ver a vida como ela é e merecer ser. Venha, meu amigo, e venha logo, pois Enxu Queimado fica de cara e de peito aberto para o paraíso.

Vou botar a cerveja no gelo, viu!

Nelson Mattos Filho

O pequeno príncipe e a princesa do Campinho

O Príncipe de Maraú, que chamo de “príncipe de Onília”, é uma das muitas e boas histórias da enigmática Ilha do Campinho, recantinho apaixonante da poética Baía de Camamu. Este pequeno e belo documentário, publicado no YouTube, em março de 2010, carregou-me nas asas da saudades para relembrar o maravilhoso, mágico e encantado mundo que tive a alegria de viver por fascinantes cinco meses quando embarquei para morar a bordo do veleiro Avoante.  Tive a alegria de escutar dezenas de vezes, e gostaria muito de continuar ouvindo, a história do namorico da “baianinha” com o aviador, escritor, Antonie de Saint-Exupéry, contada pela própria Dona Onília sob a sombra da varandinha da casinha amarela debruçada sobre as águas macias do rio Maraú. Quanta saudade, querida e boa amiga. Agora me diga: Por acaso, a senhora já encontrou seu “pé de fumaça” aí no Céu? 

Um amor de Mãe

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Maravilhosamente Mãe! Ceminha, simplesmente linda!!

Cartas de Enxu 39

11 Novembro (107)

Enxu Queimado/RN, 09 de maio de 2019

Caro amigo, Fernando, bem que poderia juntar letras e escrevinhar sobre jangadas, paquetes, botes, redes e balaios de bicudas gordas, coisas que em Enxu são de belezas infinitas. Poderia falar sobre a imensidão de dunas brancas que cercam o lugar ou ainda dos quilômetros a fio de belas praias encantadas que se estendem até onde a vista alcança. Poderia falar das paneladas de escaldaréu degustadas nas noites a beira mar, acompanhado de deliciosos bate papos e cerveja, como diria o rei do baião, escumando, porque diante da força da brisa noturna dos alísios daqui, não tem gelo que dê conta. Quem quiser tomar cerveja gelada que adiante o passo nas goladas. Poderia falar sobre muitas coisas do cotidiano desse povoado praieiro tão mágico e tão incompreendido, mas vou me atrever a falar de coisas que me enchem de tristeza e desalento, porém, não se avexe e nem me queira mal por carregar essa cartinha com coisas dos pecados dos homens.

Amigo, você ainda lembra daquele dezembro de 2018, quando esteve por aqui? Pois é, naqueles dias andamos um bocado pelas estradas vicinais que traçam picadas por entre os lugarejos que povoam essa região de porta de entrada do sertão e lhe mostramos um Brasil que o Brasil desconhece, mas que é o mais simples e desnudo Brasil real, onde tudo é nada e nada é tudo. Você gostou tanto do “tour” que no dia seguinte embarcou no bugre bala de Luciano e foi ter um passeio de certezas e incertezas pelas dunas até a paradisíaca praia de Galinhos. Agora cá pra nós: Aquele bugre merecia uma participação especial nos filmes de Mad Max, num é não? Pois é, Fernando, aquelas estradas continuam igualmente você viu e irão continuar iguais por muito tempo, porque foram condenadas a uma vida de promessas e quando entra nesse departamento é difícil achar a saída.

Fernando, sei que você gostou daqui e até confessou em um áudio que me deixou feliz e emocionado, pois colocou Enxu um degrau acima de Gostoso, dois degraus arriba de Galinhos e quase emparelhou nossa prainha com a mutante praia de Pipa, afamada que só a peste. Claro que você queria nós agradar com as palavras de altivez e agradou tanto, que até hoje, sempre que tenho oportunidade, faço ecoar seu testemunho. Ei, você sabia que o município de Pedra Grande, do qual Enxu Queimado é distrito, completou neste mês de maio 57 anos de emancipação? Pois foi! Em maio de 2018 escrevi a Carta de Enxu 24, a amiga Lourdinha, e depois de relê-la posso dizer que em um ano nada de novo foi acrescentando e muito foi diminuído, apesar da monstruosidade do parque eólico que aqui gera energia, impostos e empregos. Aliás, comparo as empresas eólicas que usufruem das benesses dos ventos que varrem essa região, com gigantescas sanguessugas, porque sugam até as entranhas do que podem e em troca oferecem míseras migalhas em benefícios e ações sociais. Se os governantes não abrirem os olhos, muito em breve não teremos nem a estrada RN 120, que está praticamente intrafegável, insegura, sem sinalização, sem um mínimo de fiscalização e diariamente recebe dezenas de carretas com largura suficiente para tomar todo o espaço da estrada e carregadass com pesos desaconselháveis para uma via tão precária.

Rapaz, de vez em quando escuto falar em um tal Motores do Desenvolvimento do RN e fico a matutar o que danado é esse bicho! Será que os tais motores bateram biela antes de funcionar? Se a região que dizem ser a maior geradora de energia eólica do País está em situação periclitante, imagine o restante. Não dá para acreditar que paragens com tanta importância em uma área segurança nacional, que emprega milhares de funcionários, ocupada por gigantescas corporações industriais, não conte com um hospital bem equipado, não mantenha suas cidades, cercanias e estradas bem policiadas, não tenha um projeto bem elaborado de capacitação profissional e todas as cidades envolvidas estão situadas no Índice de Desenvolvimento Humano baixo. Pedra Grande ocupa a 5066ª posição entre os 5.565 municípios brasileiros.

Eh, meu amigo Fernando Rabello Sessler, velejador de primeira linhagem, como disse na abertura dessa missiva, queria falar de coisas belas e encantos praieiros, porém, hoje acordei meio sei lá e ao olhar o coqueiral de fronte a minha cabaninha de praia, senti que o bailar das palhas estava com cadência entristecida. A natureza é sabia e mestre em emitir razões em forma de sinais. Nada passa despercebida de suas leis e suas sentenças são enigmáticas. Na história de Adão e Eva o paraíso foi oferecido e bastava que zelassem pela sua manutenção, mas o Casal botou tudo a perder ao sentir o cheiro e provar do sabor de uma doce e apetitosa maçã.

Fernando, não se deixe levar por estas palavras de desabafo pecaminoso, porque elas não levarão a nada. Venha passar mais alguns dias se refrescando nos alísios desse litoral encantador para colher novas experiências de um Brasil quase esquecido. Venha meu amigo, venha que garanto nova rodada de escaldaréu e a velha rede armada na varanda!

Nelson Mattos Filho

E por falar em previsões…

mapservOs dias estão tão sombrios pelas redações dos jornais que até as previsões meteorológicas, coisa fácil de acompanhar nesses tempos modernosos, patinam em meio ao vácuo da tal onda “fake” que assola e consome as entranhas das “terras de pindorama”, transformando tudo e todos em palco e personagens de um imenso drama pastelão. Na semana passada o litoral sudeste, entre Rio de Janeiro e São Paulo, foi sacudido por uma violenta depressão e quando a poeira baixou, as manchetes se avexaram em estampar que o “bicho” que havia castigado cariocas e paulistas era um furacão. Ora pois! Ontem, 07/05, fortes chuvas caíram sobre a capital potiguar causando os mesmos e infindáveis transtornos de todas as chuvas que caem Brasil afora, transtornos esses causados muito mais pela ação desordenada e irresponsável do ser humano do que pela força suprema da natureza. Na manhã desta quarta-feira, 08, as redes sociais replicaram notícia ameaçadoras, vindas não sei de onde diacho, que grandes temporais ameaçam o bom decorrer da semana pelas terras do Rio Grande do Norte e os anunciadores do caos alertam e aconselham que o povo se prepare para a passagem da besta fera. Ora, Ora! Mais do que depressa, me arvorei a abrir os sites meteorológicos em busca das notícias ameaçadores e para ver se os satélites já haviam tirando um retrato da cara feia do bicho, mas o que encontrei foi o velho e bom balde de água fria e a certeza do samba do crioulo doido em que se meteu a informação jornalística. Os meninos do CPTEC/INPE dizem que vai chover e, em algumas regiões do mapa brasileiro, com forte intensidade e tomara que São Pedro seja generoso com as regiões do meu Rio Grande do Norte que concentram grandes reservatórios, pois, apesar das últimas chuvas, ainda estão necessitados.

Pancadas de chuva localmente forte em parte do Brasil

Nesta quarta-feira (08/05), haverá condição para pancadas de chuva em boa parte do país. A chuva mais forte ocorrerá na faixa norte do país, entre o norte do AM e norte e leste do Nordeste. No Sul do Brasil o tempo voltará a instabilizar, com condição para temporais localizados a partir da tarde.