Diário de um sonho real

3 Março (128)

Este pequeno diário é dedicado a todo aquele que tem um sonho e foi escrito como tarefa durante um curso de liderança no Sebrae/RN

Capítulo 1 – Experiência

Sempre fui um sonhador, daqueles que sentam em uma confortável poltrona e fazem das imaginações suas mais fantasiosas histórias, porém, no momento em que a realidade me fazia abrir os olhos, eu me via envolvido por um mundo minuciosamente complexo e objetivo, onde os resultados eram resultantes do meu estado de humor e da missão projetada para minha empresa. Era uma vida de trabalho, resultados, conquistas, derrotas e sempre em busca do mais: mais eficiência, mais lucros, mais crescimento, mais desenvolvimento empresarial e mais e mais. Um belo dia o sonho bateu na porta de minha alma e sentenciou: O seu sonho nunca passará de um sonho, como o sonho de muitos por aí. Você sonha acordado e aqueles que sonham acordado não realizam sonhos. Se quiser viver o sonho, feche os olhos e durma, ao acordar, levante da cama e tome a direção inversa daquela que você caminha todos os dias. Não olhe para trás, não escute a voz da razão e sorria para a vida e os horizontes que se descortinarem em sua frente. Não busque a linha do horizonte, porque nunca irá encontrá-lo. Dormi com o eco daquelas palavras e acordei em um mundo de sonhos, mas sabendo que aquele era o mundo mais real e nessa realidade, vivi onze anos a bordo de um lindo e aconchegante veleiro de oceano, batizado de Avoante.

O que faria diferente?

Não sei, porque a vida é feita de experiências, aprendizados e renascimentos.

Qual capítulo ainda irá escrever?

A continuação da caminhada em busca dos horizontes imaginários, onde vivem os loucos, iluminados de alegria e vida vadia.

Nelson Mattos Filho

De sonhos

1 Janeiro (73)

“…a vida passa num instante e um instante é muito pouco para sonhar…”

Oswaldo Montenegro

Acredite em você

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“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.”

Buda

 

Combate a pirataria

03 - março (47)

Elogiável e pertinente a atitude da diretoria do Aratu Iate Clube, timoneada pelo comodoro Wilder Gouveia, assumindo a bandeira para proteger os associados depois de alguns assaltos a embarcações ocorridos nas águas da Baía de Todos os Santos e que deixou em polvorosa a comunidade náutica baiana. Após algumas reuniões com os órgãos de segurança pública e Capitania dos Portos, uma lancha da Polícia Militar que estava parada por falta de manutenção, na marina de Itaparica, foi recuperada e realiza patrulhamento nos principais destinos de ancoragem. Claro que isso não é suficiente para barrar a bandidagem diante de uma baía tão grande, mas é um começo e a ideia deveria ser seguida por outros clubes. A regata Aratu/Maragojipe, que será realizada no fim de agosto, terá segurança durante o percurso e também na ancoragem em Maragojipe, tudo para manter o brilho de uma das maiores regatas do Brasil e a de maior tradição na Bahia. Um clube náutico tem como missão principal desenvolver os esportes aquáticos e dar apoio incondicional ao navegante. Aquele que se furta dessa missão perde o rumo. Parabéns Aratu Iate Clube!     

Quem avisa, amigo é

mapservanima_alturaA madrugada no distrito de  Enxu Queimado, litoral norte do Rio Grande do Norte, foi de chuva e ventos fortes e a manhã desta terça-feira, 11/07, segue na mesma batida. Essa era a previsão anunciada para o RN na semana que passou, porém, ventos do quadrante Sul empurraram as chuvas para o oceano e na fascinante dança da natureza elas estão retornando para a alegria do homem do campo e preocupação dos habitantes das capitais, que se sentem tolhidos pelos transtornos do mal planejamento das nossas cidades. A imagem do satélite e as previsões do CPTEC/INPE mostram volumes significativos de água por cair até o dia 16/07 e o mar está virado num traque com ondas em alto-mar que podem chegar aos 5 metros de altura. Portanto, quem não quiser se molhar é bom comprar um bom guarda-chuva ou ficar em casa agasalhado, aproveitando o friozinho gostoso que deixa o Nordeste com ares sulistas. Quem pretende se fazer ao mar, é bom tirar o cavalinho da chuva e aquietar o facho, pois a coisa não está de brincadeira nos redutos de Iemanjá. 

Festejando o dia da pizza

Pizza

Hoje, 10 de julho, é o dia da pizza, uma data no calendário brasileiro criada pelo então secretário de turismo de São Paulo, Caio Luís de Carvalho, em 1985. Iguaria de origem italiana e apreciada em quase todo mundo, a pizza encontrou no Brasil e principalmente na capital paulista, o público mais apreciador. Hoje é praticamente impossível viajar pelos mais recônditos lugares do país sem se deparar com uma pizzaria oferendo o produto nos mais variados sabores e que deve deixar muito italiano boquiaberto com as pizzas sertaneja, matuta, x-tudo e ao gosto do freguês. Adoro fazer pizza, inclusive era uma tradição a bordo do Avoante, a minha preferida é de calabresa, com massa bem fina, receita que aprendi com um italiano. De tanto preparar pizzas para os amigos, que incentivam para montarmos uma pizzaria, a ideia está tomando forma e muito em breve a praia de Enxu Queimado/RN ganhará mais um estabelecimento dos discos de massa que encantam o mundo. E viva a pizza! 

Tradições Navais

10 Outubro (155)

Agulha e Bússola

O navio tem agulha, não bússola.

A origem é antiga. As primitivas peças imantadas, para governo do navio, eram, na realidade, agulhas de ferro, que flutuavam em azeite, acondicionadas em tubos, com uma secção de bambu. Chamavam-se calamitas. Como eram basicamente agulhas, os navegantes espanhóis consideravam linguagem marinheira, a denominação de agulhas, diferentemente de bússolas, palavra de origem italiana que se referia à caixa – “bosso” – que continha as peças orientadas.

Fonte: marinha.mil.br