Campos férteis do infinito

MESSIER 88

E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vida dos insetos…” Mario Quintana

Assim como tantas que já comentei aqui, as imagens dinâmicas do sistema operacional Windows, que da vida aos bruxos e duendes que habitam os mais recônditos recantos do meu computador,  sempre atiçam-me a curiosidade e levam-me a viajar em um universo de sonhos e imaginação. Sim, sou um curioso incorrigível, um sonhador incontrolável e assim vou seguindo, mas com a simples intenção de descobrir o porquê da coisas desse mundo tão fascinante. As estrelas me encantam justamente por não contarem seus segredos, se deixarem ler em doses homeopáticas e não mais do que isso. Daí, abro o computador, deparo-me com Messier 88, o portal dos mistérios. – Somos sós nessa imensidão? – Difícil resposta!

“Em sua busca aos cometas, o astrônomo francês do século 18 Charles Messier costumava encontrar outros corpos celestes em suas lentes de telescópio. Ele precisava de uma maneira de catalogar esses objetos para que não fossem confundidos com os cometas que estava procurando. O resumo resultante logo se tornou um recurso inestimável para astrônomos profissionais e amadores. A espetacular galáxia na imagem é um dos mais de 100 objetos no catálogo.
Messier 88 foi descoberta pela primeira vez em 1781 e, eventualmente, foi um dos primeiros objetos reconhecidos como uma
galáxia espiral. Embora não seja um dos cometas que Charles Messier estava procurando, ainda é bastante impressionante: dizem que a galáxia contém cerca de 400 bilhões de estrelas e um buraco negro imenso no centro que seria de 80 a 100 milhões de vezes a massa do nosso sol.” Copiado do Bing

A Festa de Nossa Senhora Aparecida

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Neste dia, 12/10, em festejamos a Padroeira do Brasil e as crianças, a palavra fica com um dos grandes eruditos da fé e da arte da escrita. Texto publicado originalmente no Jornal Tribuna do Norte

Padre João Medeiros Filho

Maria é a expressão da benevolência divina, “Onipotência suplicante”, como afirmava São Bernardo de Claraval. Ela é nossa Medianeira e Compadecida, que não nos abandona e confia em nós. Hoje, reflitamos sobre a intercessão mariana. Costumamos pedir coisas materiais. Mas, Deus e Nossa Senhora não estão obrigados a resolver todos os nossos problemas. Vários deles decorrem de nossas fraquezas e sede de imediatismo. Esquecemos que o tempo divino é diferente do nosso. Favores e graças são sinais de seu amor, mesmo em nossos sofrimentos e provações. O favorecimento terreno deve ser interpretado como prova espiritual. Há pessoas bem aquinhoadas materialmente, embora o coração esteja longe do Transcendente. A mediação da Virgem precede os primórdios da Igreja. Em Caná, suplicou a intervenção de Cristo. O milagre realizou-se, não como fim em si mesmo, mas para expressar a benignidade do Salvador. Quando a Mãe Celestial nos atende, estamos diante do amor que o Filho Lhe devota.

Hoje, nossa súplica à Virgem Santíssima é em favor do Brasil, do qual é padroeira, há 90 anos. Cabe lembrar que Dom Pedro I visitou Aparecida, quinze dias antes do Grito do Ipiranga, para implorar suas bênçãos pela nossa pátria. Com a sua proteção não nos faltem oportunidades de viver dignamente. Nesse pedido deve ser incluída a nossa disponibilidade em colaborar com a obra do Criador. Ao implorarmos graças para o país, devemos estar dispostos a ser instrumentos do nosso apelo: uma sociedade solidária, justa e fraterna. Não se pode repassar a Deus nossas responsabilidades.

A Festa da Padroeira do Brasil significa também contemplar Aquela que soube orientar sua vida na fidelidade ao projeto do Pai. Seu protagonismo está explicitado nas três leituras bíblicas da missa de 12 de outubro. A primeira apresenta Ester (Est 5, 1-2; 7, 2-3), atenta à difícil situação na qual se encontrava o seu povo. Ousadamente, propôs-se a ser mediadora para salvá-lo da opressão e morte. A segunda leitura, tirada do Apocalipse (Ap 12, 15-16), apresenta uma mulher geradora de vida nova num contexto de perseguição. Nela está retratada a fé dos que se mobilizam em favor do povo em situação de incerteza, desalento e penúria. A figura feminina, ali referenciada, acena para uma vida digna, de paz e alegria. A terceira leitura provém do evangelho de João. Narra o primeiro ato miraculoso de Jesus (Jo 2, 1-11), realizado pela intercessão de sua Mãe, sensibilizada com a eventual decepção dos convidados numa festa de casamento.

Em 1717, por meio de uma imagem, Maria manifesta-se a pescadores, no período de escravidão negra no Brasil. A sua solidariedade aos esquecidos e excluídos é um sinal para quem deseja ser discípulo de Cristo. Os textos da missa, em homenagem à Senhora Aparecida, traduzem a sua preocupação e empenho em defesa da dignidade humana. Maria de Nazaré, na metáfora de Ester, posiciona-se em favor das vítimas do poder dominante, abrindo caminhos de libertação. Ela simboliza os cristãos, que devem lutar contra a exploração, injustiça, violência e ódio. É ícone daqueles que se dedicam à causa da justiça, fraternidade e paz num mundo repleto de mentiras, iniquidades, arrogância, preconceitos etc. Cabe meditar também sobre os projetos antagônicos no Brasil, caracterizados na ação do dragão e da mulher, narrados no Apocalipse.

Atualmente, Nossa Senhora intercede pela nova escravidão de nosso povo: o materialismo e desrespeito à pessoa humana; em favor da liberdade contra os privilégios e a desigualdade social. Ela continua indicando como devemos agir para que não faltem o vinho do amor e o pão às famílias brasileiras! Segundo a narrativa evangélica, no milagre de Caná houve também a participação do ser humano, ali representado pelos que serviam o vinho. Isto é importante. Não podemos esperar de braços cruzados. Hoje, festejamos também o Dia das Crianças. Roguemos por elas à Mãe do Céu, que embalou uma criancinha em seu colo. Maria simboliza o rosto materno de Deus, a riqueza celestial temporizada, misericórdia estendida aos pecadores, pequenos e imperfeitos. Especialmente hoje, supliquemos com toda piedade: “Rogai por nós, Santa Mãe de Deus!

Cumbre Vieja infernal

VULCÃO

O vulcão Cumbre Vieja continua botando quente nas Ilhas Canárias e neste domingo, 10/10, passou a expelir blocos de lava derretida da altura de um prédio de três andares, depois que grande parte do cume veio abaixo. Desde que o vulcão entrou em erupção mais de mil imóveis já foram destruídos e com o novo fluxo a lava avança sobre uma zona industrial. Especialistas alertam para o avanço da lava no oceano, que já tomou conta de 32 hectares e se continuar avançando e atingir a plataforma costeira, esta pode ruir causando liberação abrupta de gases, explosões magmáticas e geração de ondas.

Com o passar dos anos, faróis se apagam

DESENHO DE FAROL ELO7

Tempos atrás meu irmão Iranilson, enviou-me um artigo de autoria do sociólogo e escritor Marcelo Coelho, publicado na Folha de São Paulo, em 09 de janeiro de 2019, e desde lá guardo com bastante carinho. O texto serviu de base para o artigo, Das coisas inúteis, postado aqui em 03/10. Remexendo nos arquivos do meu computador, o farol do Marcelo voltou a emitir lampejos e me instigou a enviar email para o escritor pedindo permissão para reproduzí-lo neste blog e fui carinhosamente atendido. Muito obrigado, Marcelo, por presentear os leitores do Diário do Avoante

Como outras vítimas do avanço tecnológico, as “sentinelas do mar” perdem função

O recife de Eddystone fica perdido e invisível em algum trecho do canal da Mancha, e ao longo dos anos foi responsável por incontáveis naufrágios, como o do navio “Constante”, no Natal de 1695.

Era tempo de construir um farol por lá; mas a única rocha que aflorava à superfície do mar tinha metade do tamanho de uma quadra de tênis.

Idealizada pelo inglês Henry Winstanley, a obra durou quatro anos, com o material sendo transportado até o recife em viagens de barco a remo, que demoravam doze horas de ida e volta.

Os trabalhos estavam a meio caminho quando um aventureiro francês (Inglaterra e França estavam em guerra naqueles anos) sequestrou o construtor.

Levado à presença de Luís 14, Winstanley recusou-se a trabalhar para o inimigo.

O rei poderia tê-lo executado na hora; foi magnânimo. Mandou-o de volta à Inglaterra, para que continuasse a construção do farol. “Estou lutando contra a Inglaterra, mas não contra a humanidade”, disse Luís 14.

Nada mais apropriado a um soberano conhecido pelo apelido de “rei-sol” do que revelar-se amigo dos faróis.

Mas a construção de Winstanley não durou muito; subestimara-se a força das tempestades e, naquela época, o grosso da estrutura de um farol costumava ser feito de madeira.

Outro farol, no mesmo lugar, foi roído por cupins e terminou incendiado. Cinquenta anos depois, uma torre de pedra tornou-se capaz de iluminar o caminho dos veleiros.

Durou um século, até que a erosão do mar comprometeu suas fundações. Em 1882, foi feito um quarto farol, que persiste até hoje.

Outra erosão está em curso, a do progresso tecnológico. Fiz referência, outro dia, à desaparição iminente das chaves –objeto que subsiste inalterado há milênios; os cartões magnéticos também vão sumindo, e em prédios novos você entra em seu apartamento digitando uma senha.

A grande maioria dos faróis vai se mostrando supérflua, graças ao GPS e não sei o que mais.

Acaba de ser publicado na Inglaterra um lindo livro contando a história dos faróis. Reproduzi de “Sentinels of the Sea”, de R.G. Grant, o caso de Winstanley e do farol de Eddystone. 

O livro de Grant não traz quase nada de fotografias –que podem ser lindíssimas—mas é cheio de ilustrações detalhando os projetos de engenharia de faróis alemães, ingleses, noruegueses ou franceses construídos ao longo de dois séculos e meio.

O capítulo que se refere às técnicas de iluminação é dos mais fascinantes.

Uma simples fogueira encimava o mítico farol de Alexandria –que, medindo o equivalente a trinta andares decorados com esculturas e frisos, estava entre as sete maravilhas do mundo antigo. Só foi destruído no século 14.

Também utilizavam fogueiras os faróis romanos, dos quais sobrevive até hoje o de La Coruña, na Espanha. Na Idade Média, foram-se todos apagando; só alguns mosteiros os preservaram, assim como às bibliotecas.

Livros e faróis coincidem por acaso, aliás, numa referência feita por Grant a uma família escocesa especializada na sinalização marítima: o pai e os irmãos de Robert Louis Stevenson dedicavam-se a esta atividade.

Vieram as velas de sebo e as lamparinas de óleo de baleia; mais tarde, as de petróleo. O grande progresso surgiu com os espelhos e as lentes parabólicas, destacando-se aí a perfeição minuciosa das facetas de cristal desenhadas por Augustin-Jean Fresnel (1788-1827).

Fresnel não é desconhecido dos iluminadores de teatro: até hoje existe um tipo de refletor que leva o seu nome. 

Como os mosteiros medievais e os castelos, diz Grant, os faróis são hoje protegidos por associações em defesa do patrimônio histórico, e encontram funções alternativas como centros culturais, lugares para instalações artísticas e locais de meditação.

Um farol no Oregon serve como cemitério vertical, abrigando cinzas dos mortos a uma taxa até que módica, se considerarmos a poesia da coisa toda.

Os mortos, de um lugar igualmente já sem vida, enviam sua luz intermitente a um destinatário anônimo.

Em algum ponto da costa, ou quem sabe em alto-mar, uma pessoa sozinha recebe a comunicação silenciosa, incompreensível, de um sinal que atesta –mentirosamente, agora—a presença humana no meio da noite.

“Estou aqui”, diz o farol. “Eu também”, diz quem o avista no escuro. Mas não se trata de uma resposta. Não houve diálogo; sabe-se apenas de uma presença, de um testemunho –um apelo, talvez, que se troca entre duas solidões, gratuitamente. Já é o bastante.

coelhofsp@uol.com.br

Orcas atacam veleiro brasileiro

ORCA

As orcas continuam atacando embarcações mundo afora, principalmente no pedaço de mar entre Portugal e Espanha, e por mais que os pesquisadores tentem desvendar o mistério de tanta agressividade, nada foi encontrado. Os ataques parecem seguir um planejamento tático de guerra, porque focam primeiramente o leme das embarcações, deixando-as a deriva, e em seguida passam a castigar o casco, deixando a tripulação aterrorizada. A vítima mais recente, na madrugada da quarta-feira, 06/10, foi o veleiro Strega, de bandeira brasileira, que estava em rota batida entre os Açores e o continente português, quando as orcas atacaram. O relato da velejadora Paula Lamberti, esposa do comandante Fernando, é de arrepiar. Foram momentos de puro terror. Com o barco a deriva, devido aos estragos no leme, em meio a uma rota de intenso movimento de navios, o casal teve que se desdobrar para se refazer do susto, averiguar os estragos e ficar de olhos abertos no horizonte. No começo da manhã receberam ajuda de um navio-patrulha da Marinha Portuguesa.         

 

Atento, atento

anima_altura outubroO povo do mar que pretende dar uns bordos pelo litoral brasileiro, nesse começo de outubro, o conselho é que passe a vista nas previsões de ondas, porque o bicho está pegando lá fora e entre o Sul e o Sudeste o reboliço promete.

Uma água-viva grande feito a peste

AGUA VIVA GIGANTE

Como diz o amigo Neném Correia, um dos baluartes da pesca na praia de Enxu Queimado/RN: “No mar existe de tudo e sobra uma ruma de troço para tocar gaita”. Pois é, foi assim que pesquisadores da UnivaliUniversidade do Vale do Itajaí/SC, jogaram a rede e pescaram o maior exemplar de água-viva da espécie Lychnorhiza lucena já registrando entre o Brasil e Argentina. O gigante molengão, pesando 4,6 quilos e 39 centímetros de diâmetro, foi capturado dia 30/09 enquanto os pesquisadores faziam trabalho de campo no projeto Monitoramento de Água-Viva no litoral catarinense, que tem como objetivo prevenir casos de envenenamento de banhistas  pelos cnidários, durante o verão. Depois de catalogado, o monstrinho foi encaminhado o laboratório de anatomia da Univali para estudos e futuras exposições. 

Das coisas inúteis

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O mestre Luís da Câmara Cascudo em uma de suas crônicas, no livro Actas Diurnas, fala de uma velha chaminé, resquício da primeira fábrica de tecidos da cidade do Natal/RN, que se tornou inútil e por isso foi derrubada.

Pelos registros desbotados pelo tempo a chaminé era um marco da história de um povo e assim escreveu Cascudo: “Era um pilone marcando a passagem do gigante Juvino Barreto. Deixara aquele vestígio como uma faraó plantava um monólito, anunciando que vivera e fora grande no mundo. Mas em setembro de 1958 a chaminé foi derrubada, devagar, desmanchando-se, sumindo-se do panorama da cidade o seu perfil vertical, índice de um passado defunto. Não tinha mais utilidade a velha chaminé de oitenta anos. Numa época funcional, não tinha mais função. Desapareceu …”.

Assim como a velha chaminé octogenária da Fábrica de Tecidos de Natal, fundado por Juvino Barreto, um homem que caminhava além dos horizontes do seu tempo, outros marcos históricos da capital dos potiguares foram desvalidados e vieram abaixo em prol dos modernosos e descartáveis rabiscos arquitetônicos das pranchetas futuristas que duram apenas o momento dos aplausos inauguratórios e se desfazem antes que esfrie o sol do verão seguinte.

Porém, não existem culpados, porque as coisas do mundo são regidas pelas mãos do progresso e esse é cada dia mais ousado, irreverente, não sabe caminhar para trás e em seu vocabulário não existe a palavra saudade. Saudade é invenção de poeta! Assim me disse um intelectual de belas letras diante de uma mesa ornamentada com garrafas de cachaça, cervejas estupidamente geladas e um prato de buchada de boi servido de tira-gosto. Sorri, entornei a dose da mais pura branquinha paraibana, olhei o horizonte e por mais que apertasse os olhos, não enxerguei o futuro. No fundo da alma a saudade quis se avexar, mas se aquietou por achar que não era seu tempo de fala.

E foi a procura dos lampejos de um farol, em noite de lua escura, durante meu solitário turno de comando no timão do Avoante, enquanto Lucia dormia o sono das deusas do mar, que percebi que os faróis estavam se tornando inúteis.

“Um; dois; três; dez segundos apagado; um; dois; três…” Onde está ele? Conferi na telinha do GPS a posição e o rumo, mas nada do bom sentinela que tantas vezes acenou em minhas velejadas noturnas sobre aquele pedaço de mar. Insistentemente varri a costa com o olhar e não o encontrei. Bateu uma leve inquietação. Cadê você caro companheiro de solidão? Por que está silencioso? Quem tolheu seus acenos tão verdadeiros? As palavras se foram com o vento e mais uma vez conferi as marcações e o Avoante seguiu em frente, ele também entristecido pela falta do companheiro iluminador de tantos destinos.

“Quando se apagam os lampejos de um farol se avista o próximo”. Assim ensinou meu amigo/irmão, Pedrinho de Neném Correia, conhecedor como poucos dos segredos do reino de Netuno. E assim segui a rota programada naquela noite escura, inquieto, porém, sabedor da certeza, quando na proa um raio de luz se anunciou: “Um; dois; seis segundos de escuro; um; dois…”. Mais uma vez, olhei para trás e apenas avistei as luzes estroboscópicas das antenas de comunicações, que não me diziam nada. Quem desmereceu o farol da popa?

Entre uma visada e outra nos acenos cadenciados do farol da proa, que dava segurança e alento a minha inquietação naquele mar de sombras e vida, olhei para a telinha brilhante do GPS, que em sua frieza anunciava: Tome tento, navegante, que os tempos mudaram! Não pude deixar de sorri e replicar: “Tome tento você, porque o tempo consumirá seus dias mais rápido do que os dias que restam para os faróis”.

“…Numa época funcional, não tinha mais função. Desapareceu…”. Tinha razão o grande mestre Câmara Cascudo. As coisas perdem a função e assim, sem mais para que, o que resta da saudade vai se perdendo sobre as areias de um escaldante deserto, antes banhado e refrescado por oceanos de boas lembranças e lágrimas.

Será a saudade uma coisa inútil?

Nelson Mattos Filho

Vale o registro

LUZ ELÉTRICA

Em 02 de outubro de 1911 era inaugurada a luz elétrica na cidade do Natal/RN. Foi no governo de Alberto Maranhão e a data escolhida marcava o dia do aniversário do governador.  Há 110 anos.

Homem ao mar (MOB)

HOMEM AO MAR

“Homem ao mar é seguramente o momento mais estressante não apenas do iatismo, mas da navegação em geral, pelo que é necessário preparar-se para essas situações e ensinar a equipagem a reagir em consequência.

Você conhece e sobretudo treina as manobras para tal situação? Quando foi a última vez que fez uma simulação de MOB ??

Você será capaz de reagir imediatamente e fazer a “coisa certa na primeira vez”.

Isto pode fazer a diferença entre um resgate bem sucedido e um desastre.”   

Robert S. Mille, no grupo Velejadores de Clássicos