Agora vou falar na crise


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A Azimut, empresa italiana fabricante de iates de luxo, chegou ao Brasil em 1992, numa parceria com uma empresa nacional que durou até 2010, quando faleceu o sócio brasileiro. A partir de 2010, o estaleiro italiano apostou no franco crescimento do mercado local e seguiu sozinho no negócio e hoje colhe os louros de sua empreitada, mesmo com a economia brasileira metida num emaranhado de tramas, traumas e salamaleques jamais imaginado por essas terras tupiniquins. Bem, em meio a essa tal de crise abrasileirada, os italianos estão acelerando as máquinas de seus palácios flutuante e etiquetando a preços que ultrapassam a casa dos 45 milhões de reais. Quer saber mais? Os gringos apostam que em 2017 venderão em torno de 45 embarcações. Agora vem o xis da questão e que sempre bato nessa tecla quando ouço proprietários de estaleiros brasileiros, produtores de veleiros, reclamando: Segundo o diretor da Azimut, a decisão de permanecer no Brasil não teve relação apenas na clientela potencial, mas principalmente na boa avaliação que o mundo náutico estrangeiro tem nas águas brasileiras, que é uma joia de valor inestimável, apesar dos problemas que temos com burocracia, licenciamento ambiental e obras de infraestrutura. Por que será que uns vislumbram a realização do sonho e outros se apegam apenas com os pesadelos? Fonte: Veja.com 

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