Um encontro recheado de alegria


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Ontem, 04/09, deixamos o Avoante atracado ao píer do Angra do Veleiros, no bairro da Ribeira em Salvador, e embarcamos em um Ferry Boat até a Ilha de Itaparica, com os amigos Davi e Vera Hermida, veleiro Guma para abraçar os queridos amigos velejadores Hélio e Mara, que estão subindo o Brasil a bordo de um possante Buggy e com a vontade de chegar até as dunas brancas cearense de Jeriquaquara. A viagem do casal Maracatu, pois esse é o nome do veleiro deles que ficou descansando na Marina Bracuhy, tem sido na mesma tranquilidade com eles falam: Na paz e bem devagar. Mas também segue os waypoints onde se encontram os inúmeros amigos que eles têm espalhados pelo litoral brasileiro. Eu acho que essa viagem ainda vai render um bocado, pois em cada lugar é uma resenha!

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Na Ilha de Itaparica, local escolhido por eles para o grande encontro com os amigos baianos e os que estavam navegando pela Baía de Todos os Santos, não faltou alegria, bons papos e boas risadas relembrando causos e histórias vividos por todos. Mas também não faltou a deliciosa cerveja bem gelada, que é marca registrada dessa turma e nem o tradicional Siri Bóia, que Mara adora. Cercados pela beleza estonteante da bela Ilha baiana, descrita em verso, prosa e letras pelo escritor João Ubaldo Ribeiro, a turma fez uma verdadeira maratona etílica pelos bares da Praça da Quitanda, baixando e muito o nível do estoque de cervejas. Foi luta e Charlão, veleiro Tijupá, estava realmente com muita sede.

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Quando a noite já estava bem avançada e a fome voltou ao pedaço foram todos para a pracinha do antigo cemitério saborear os pasteis da Pizzaria e Pastelaria Fundo de Quintal, outro tradicional ponto de encontro de velejadores que além dos pasteis serve também CERVEJAS GELADAS. A turma estava mesmo com sede! No Fundo de Quintal juntou-se a flotilha terrestre os casais Ricardo e Margarita, veleiro Tao, e Rubens e Rita, veleiro Doris, que estão de passagem pela Bahia.

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Eu, Lucia, Davi e Vera tínhamos que voltar a Salvador, de carro, e por isso aproveitar o último Ferry Boat do dia, deixámos saudosos a companhia dos amigos, mas sem antes ter feito uma anotação importante na agenda e um registro fotográfico para futuros encontros com o casal Hélio e Mara: Que Hélio não lembrava como era o apetite de Davi Hermida quando o assunto é cerveja e a imagem abaixo comprova isso.

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7 Respostas para “Um encontro recheado de alegria

  1. Grande encontro!! Só gente do bem =)
    Enorme saudades dos amigos… principalmente do David Hermida e da Vera!! Quero ir pra SALVADOR em breve para dar um abraço neles.

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  2. Eita que foi bom demais. Mas tenho que deixar meu protesto: eu não estava dormindo, isso é truque fotográfico ! Brigado gente pela tarde entrando pela noite maravilhosa.

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  3. Acorda Hélio, tá na hora de pegar a estrada

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  4. Bom dia Comandante, que cervejada boa heim?
    Olha, tenho uma dúvida e pensei em mandar-lhe um email, mas resolvi postar por aqui mesmo, até porque posso contar com outros pitacos, de outros amantes da vela que, se desejarem dá-lo, fiquem à vontade.
    Torço fervorosamente pelo Santa Cruz Futebol Clube e ele, o Santinha, fez uma turnê internacioanal há uns 30 anos atrás, de onde voltou invicto em 12 jogos. Daí que o Flamengo fez a mesma coisa alguns anos depois e, como se tratava de Flamengo, num instante a CBF instituiu um troféu, intitulado de “O Fita Azul”, para comemorar o feito.
    Daí que o Santa Cruz reclamou para si a mesma comenda e, não sem uma boa arenga, foi agraciado também com o título…
    Eis que ano passado, quando da compra do meu sucateado Hobie Cat, a primeira coisa que pensei quando o recebi foi em dar uma big geral no bichinho, colocar o escudo do “Mais Querido” e trocar o nome do mesmo, ignorante que era das superstições do mar…
    Penso que não houve, nem haverá problemas com relação à isto, pois como é bem sabido, Deus protege os inocentes…
    Mas o caso é que quando recebi a vela do mesmo, para minha surpresa estava em muito boas condições, apesar de toda a sua idade e, surpresa agradabilíssima também, era de um azul cor do céu exatamente igual ao azul de uma camisa comemorativa do feito do Santa Cruz, que havia sido lançada bem recentemente. Não tive dúvidas e rebatizei-o na hora!
    Pois bem, agora que sei que Fita Azul também é o barco que chega em primeiro nas regatas (coincidência da peste!), não fico mais tão à vontade pois me aparenta presunção, cabotinismo, boçalidade, sei lá, coisa do gênero..
    Daí que o Wilson Chinali me mandou, em outra coincidência, um ritual completo para troca de nomes de embarcações sem desafiar os humores dos Deuses, e eu fico aqui a matutar..
    E aí? Troco ou não o nome desse danado?

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  5. diariodoavoante

    Helio, esse é um assunto que nós remete ao principio da navegação e que maltrata a consciência dos mais supersticiosos. A macumbagem proposta pelo Wilson e uma das maneiras de enfrentar o dilema. Eu mesmo não sou supersticioso, mas, pelo sim e pelo não, preferi manter o nome do Avoante. Abraços,

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  6. Eu também não troco nome, não confio na macubagem, vai que o Catimbó não dá certo!!

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  7. Qdo passarem em Natal, venham ao Clube! Mas data dos encontros dos Velejadores, agora é nas quintas! Gde Abraço.

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