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1º Congresso on-line sobre a arte de velejar – Palestra

Quem é do mar deve saber que o site Velejando pelo Mundo está apresentando desde o dia 26/09 um inédito e bem festejado 1º Congresso On-Line Sobre a Arte de Velejar, um evento arrojado e maravilhosamente bem vindo ao mundo náutico e também para quem sonha em um dia se fazer a mar. Se você ainda não sabe, basta acessar o Velejando pelo Mundo e fazer sua inscrição 0800. Ontem, 28/09, foi minha vez de palestrar com os participantes e falar um pouco do sonho de morar a bordo. Veja o vídeo e confira! Mas antes que alguém pergunte qual o livro que me levou a enveredar pelo mundo da vela, que terminei não falando no vídeo, foi o primeiro livro da Família Schurmann, Dez Anos no Mar

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O velejador e a galinha. Ou será o contrário?

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Na época das grandes navegações e dos descobrimentos os navios saiam do porto abarrotados de bichos para que servissem de alimento aos marujos e quando chegavam em terras errantes parte da fauna era desembarcada para ajudar na invasão e encher os olhos alarmados dos nativos. A bicharada servia também de moeda de troca e nem duvido que o troca troca era grande. Devia ser um tal de trocar galinha por apito, apito por porco, porco por aranha, aranha por cobra e assim por diante, até chegar na confusão que é hoje. No mundo da navegação moderna a bicharada continua servindo a bordo, mas não – pelo menos eu acredito – pelo aspecto culinário e sim de companhia. Cachorro, gato e papagaio são os mais requisitados, porém, tem quem convoque outras espécies e já soube que tem até cobra passeando de veleiro pelos sete mares. O papagaio de pirata é o mais famoso, até pelas estripulias de seus donos e também por posar para a eternidade em um rótulo de rum. Agora quem deseja tomar a fama do papagaio e a galinha Monique, que navega serelepe pelo mundo a bordo do veleiro Yvenic, com seu comandante e faz o maior sucesso nas redes sociais. Ela já foi vista toda agasalhada caminhando sobre a neve do Ártico, já tomou banho de sol nas praias caribenhas, já fez bossa em Saint Bart e até carcarejou nas Ilhas Canárias. Monique é o bicho, ou melhor a ave! O velejador Guirec Soudée, francês que decidiu ganhar os mares em 2014, diz que optou em levar uma galinha a bordo pensando, além da boa companhia, nos ovos que colheria diariamente. Por isso que o povo diz que no mar tem maluco pra tudo e ainda sobra um bocado pra tocar gaita. Tomará que Guirec não ancore seu veleiro em Enxu Queimado, minha praia do coração lá no Rio Grande do Norte, em um sábado de aleluia. A história da galinha Monique e seu comandante está na página do Facebook do velejador e é arretada.   

Um cruzeirinho básico

Esse casal do Reino Unido planejou pegar o veleiro para uma navegada de alguns dias entre a Irlanda e Espanha, mas gostou tanto do passeio que foi estendendo a viagem mais um pouquinho, mais um pouquinho e quando se deu conta já havia passado 16 anos que perambulava por ai. Clive e Jane dizem que durante todo esse tempo nunca tiveram uma briguinha sequer a bordo e viveram momentos de plena felicidade e muita adrenalina. Veja mais detalhes dessa incrível aventura acessando o site Popa.com.br.