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Ventos desfavoráveis nas Olimpíadas Rio 2016

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Já não bastassem os problemas causados pela poluição desenfreada das águas da baía da Guanabara e a ameaça do terrível Aedis aegypti, agora é a vez da violência sem controle, que deixa o brasileiro acuado, chegar ao pódio da Olimpíadas Rio 2016, como se isso já não fosse esperado. Infelizmente nada em nosso querido país é tão sério quanto parece ser e por mais que as autoridades tentem jogar a sujeira para debaixo do tapete, mais os ventos desfavoráveis escancaram a bagaceira. Como se diz na Bahia: Que porra é essa homem? Dias atrás integrantes da equipe espanhola de vela foram assaltados no bairro de Santa Teresa enquanto caminhavam para tomar café da manhã. No dia 17 o treino das equipes da Dinamarca, Grã-Bretanha, Irlanda e Nova Zelândia, foi interrompido por causa de um tiroteio no Morro do Cavalão, em Niterói, e choveu balas de fuzil sobre as águas. Diante do ocorrido, e como aconteceu no caso da poluição que teve até secretário fazendo chacota e dando um mergulho midiático nas águas da Guanabara, a Prefeitura de Niterói e a organização que deveria já está cuidando da segurança dos atletas olímpicos, anunciaram que haverá mais policiamento nas regiões de maior concentração de estrangeiros, principalmente nos bairros de São Francisco e Charitas. E quanto a segurança dos tupiniquins? Enquanto isso, a tocha promove oba oba Brasil afora!

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Mais uma vez a vela faz bonito

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O esporte a vela no Brasil não tem necessidade de provar a ninguém a sua grandeza, porque já virou tradição ver a nossa bandeira hasteada no pódio. A vela é com folga o maior medalhista olímpico brasileiro. Nossos campeões são reconhecidos em todo o mundo e basta um velejador brazuca presente na raia para ver o desespero no rosto dos concorrentes. Somos bons mesmos e nenhum competidor duvida disso! Na imagem acima vemos o sorriso de alegria de Martine Grael e Kahena Kunze, ostentando a medalha de prata na categoria 49er FX, que na final, mesmo sem condições de lutar pelo ouro, foram marcadas a cada manobra pelas argentinas que subiram no topo do pódio. O pai de Martine, o campeoníssimo Torben Grael, diante da atitude da argentinas, chegou a falar em “lado sujo da vela olímpica”, mas sinceramente acredito que a declaração do Torden tenha sido mais um desabafo de um pai e não uma sentença. Os velejadores brasileiros subiram ao pódio em todas as classes em que dispuram no Pan-Americano 2015 e marcou o tetracampeonato da classe Pracha a Vela, com Ricardo Winicki. Parabéns velejadores e não fiquem tristes quando escutarem por ai que somos o país do futebol.