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A causa do desaparecimento do veleiro Taipan foi um raio

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Pronto, o mistério do sumiço do veleiro argentino Taipan, que estava desaparecido no mar entre Santa Catarina e a Argentina, foi desfeito e como foi informado aqui, a embarcação foi localizada na Ilha do Coral. Mas no afã de ver o que o skipper teria a dizer, vasculhei os sites de notícias, e até jornais de Santa Catarina, porém, o máximo que consegui foi na telinha antenada do Portal G1, pois o mundo anda as voltas com a barbárie deslavada de matanças com víeis religiosos e o noticiário tupiniquim anda escanchado nos elos olímpicos da Rio 2016. O Skipper, pelo menos foi o que li no G1, não falou muito e acho até que não falou nada que se aproveite para um inquérito naval, ou que sirva de combustível para um alegre bate papo de palhação de clube náutico – onde tudo acontece e em elevados índices dificultosos. O homem desembarcou no píer do Iate Clube Veleiros da Ilha, mais cansado do que caminhão carregado subindo ladeira, e disse apenas que a causa foi um raio. – Raio? – Bem, foi isso aí. Para quem esperava uma história que envolvesse grande ondas, mar em fúria, ventos terríveis ou mais uma penca de milacrias, o raio foi uma ducha de água fria no ânimo. A história do Zé das Cabras, ou Zé de d’Angerca, eremita que ocupou a Ilha do Coral por 36 longos anos, tem passagens mais aventurescas. Certa vez, conversando com um francês, velejador e construtor de veleiros, ele disse assim: “Não sei por que tantos velejadores fantasiarem tanto as viagens em veleiros”. Pois é, né!

Veleiro argentino desaparecido é encontrado no mar de Santa Catarina

04 - abril (79)

Um veleiro de bandeira da Argentina que estava desaparecido desde o dia 16/07 foi localizado próximo a Ilha dos Corais, litoral sul de Santa Catarina. A embarcação de nome Taipan havia saído de Florianópolis, em 9 de junho, em direção a La Plata, Argentina, sob o comando de um Skipper e como até dia 14 não havia chegado, nem dado notícias, o proprietário acionou as autoridades anunciando que alguma coisa estava errada. Na manhã dessa sexta-feira, 22, o veleiro foi localizado e está sendo rebocado, segundo a informações repassadas pela Marinha do Brasil, por uma embarcação cedida pelo Iate Clube Veleiros da Ilha. A Marinha informa que aparentemente os tripulantes estão bem. O caso causou preocupação no meio náutico, porque em 2014 outro veleiro argentino desapareceu, e até hoje não foi encontrado, quando navegava na mesma região.

O jaibe chinês e a Volvo Ocean Race

A flotilha da regata Volvo Ocean Race chegou a cidade catarinense de Itajaí, numa disputa mais apertada do que ônibus em horário de pico. O veleiro Abu Dhabi, defendendo as cores das arabias, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada no Brasil. O barco Mapfre, com o velejador brasileiro André Bochecha a bordo, ficou em segundo. Bochecha ainda foi presenteado pelo comandante Iker Martínez e cruzou a linha de chegada no comando do veleiro. Foram quase 19 dias de travessia entre a Nova Zelândia e o Brasil, em que teve o temível Cabo Horn como tira gosto, num percurso de 7 mil milhas náuticas. O velejador brasileiro falou na entrevista que apesar das dificuldades faria tudo outra vez e de tudo o que passou o pior foi um jaibe chinês, que de tão assutador ele jamais vai esquecer. Mais tem muita gente se perguntando o que danado é jaibe chinês? Fui pedir ajuda aos duendes da internet e encontrei no YouTube o vídeo acima, publicado no blog Vento e Som.

Velas da América do Sul

velas-marinha Acontece a partir desta Terça-Feira, 11/02, até Domingo, 16/02, na cidade catarinense de Itajaí, mais um encontro de Velas Latioamérica, que reúne seis dos maiores navios a vela do continente americano, representado a Marinha de seis países. A Marinha do Brasil, como anfitriã, estará representada pelo belo Cisne Branco. Haverá uma extensa programação que incluí Desfile Naval, apresentação da Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, visita as embarcações participantes e mais uma série de festividades. O encontro é coordenado pela Marinha Argentina e tem como objetivo estreitar os laços de amizade entre as Marinhas da América do Sul. Os navios participantes, além do nosso Cisne Branco, são: Libertad, da Argentina; Esmeralda, do Chile; Gloria, da Colômbia; Guayas, Equador e Simón Bolivar, da Venezuela. No dia 16 os navios partem para uma navegação pelos oceanos Atlântico e Pacífico, por cinco meses e completando um percurso de 12.000 milhas náuticas, até a cidade de Veracruz, no México. Esse é um bom programa!  fonte: almanáutica

O AYSSO FOI PARAR NA PRAIA

O veleiro da família Schürmann, Aysso, foi parar na areia da praia do Jurerê, Florianópolis, na última terça-feira, 18. Um ciclone extratropical que castigou o litoral catarinense no começo da semana, causou grandes estragos por onde passou. Ventos de 80km/h, com rajadas de até 102km/h e ondas de mais de 5 metros de altura, arrastaram o Aysso e mais três barcos para a areia. Vilfredo, Heloisa e filhos estavam em viagens de negócios, deixando o Aysso ficou amarrado em uma poita em Jurerê, conhecido como um local bem abrigado e seguro contra tempestades.  Ontem os Schürmanns esperavam a maré subir para ver se conseguiam colocar o Aysso novamente na água. fonte blog murillo novaes.

 

VOLVO OCEAN RACE É ITAJAÍ

A cidade de Itajaí/SC ganhou a disputa pela parada Sul Americana da Regata Volvo Ocean Race 2011/2012. Itajaí desbancou as brasileiras Angra dos Reis e São Sebastião e toda a tradição de vela que existe nesses dois destinos. Ficou na saudade também cidades do Chile, Argentina e Uruguai. A cidade catarinense ainda não dispõe de toda infra-estrutura para receber os velozes veleiros da volta ao mundo, mas o diretor-geral da regata Knut Forstad, disse que não esta preocupado com isso, pois recebeu toda garantia dos governos municipal e estadual. Kunt tem razão em se manter tranquilo, pois Itajaí tem uma forte tradição na construção naval e uma excelente infra-estrutura portuaria. Agora vamos torcer para que o barco brasileiros seja viabilizado e que possamos contar com o campeão Torben Grael no comando.