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Onde navegar

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A Revista Náutica, que está nas bancas, trás na seção ONDE NAVEGAR – O roteiro do leitor, matéria com a marca do Avoante. Vá até a banca mais próxima, adquira o seu exemplar e descubra um lugarzinho encantado nas águas do Senhor do Bonfim. 

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Você sabe como funciona o AIS?

Quem tem um pouco de afindade com o mundo náutico já deve ter escutado alguma coisa sobre o AIS, sigla em inglês para Sistema de Identificação Automática. Mas o que é mesmo esse sistema que é um grande aliado do navegador. A Revista Náutica preparou uma máteria para explicar tudo sobre ele e para você saber basta clicar no link abaixo:

O sistema AIS permite que você veja, na tela, até o nome das embarcações que estão na área. Saiba mais nestas sete dúvidas básicas

Encontro sobre segurança do navegador amador supera expectativas

Essa notícia foi toda copiada do site da Revista Náutica, mas é um retrato de como coisas boas criam raízes e se perpetuam. O Brasil tem um horizonte náutico da melhor qualidade e não precisamos apenas de boas idéias e sim de ações concretas como a do Simpósio que ocorreu em Salvador/BA.

Questões que envolvem segurança interessam tanto a quem navega, que a nona edição do Simpósio de Segurança do Navegador Amador, de sexta-feira a domingo passados em Salvador, superou as expectativas. Os organizadores previam 60 inscritos, mas receberam 130 já no primeiro dia.Todos foram ao mar para o teste da balsa na sexta-feira, com direito a simulação de naufrágio de duas embarcações, apenas uma dotada do equipamento. O professor Marcos Ferrari também mostrou como proceder com feridos e no rodízio para retardar a hipotermia. O coquetel da noite foi servido a bordo da tradicional embarcação Cisne Branco, oferecido por autoridades da Marinha do Brasil a palestrantes e organizadores do evento.

A apresentação das alterações propostas para a Normam 3 (Normas da Autoridade Marítima) – uma delas bastante polêmica – dominaram os trabalhos da manhã de sábado no salão do Hotel Golden Tulip Rio Vermelho. A partir de julho de 2012, os condutores de motos aquáticas (jets) devem portar a carteira de motonauta, o que implica na criação de uma quarta categoria. Só que será exigida experiência mínima de 10 horas de prática, e há dúvida sobre quem dará o aval. Segundo a proposta, este aval poderia ser dado por uma entidade desportista, que delegaria quem e como proceder no teste de avaliação.

Outra polêmica diz respeito aos inscritos para a prova de Arrais, que também deveriam passar por uma prática de 10 horas. Neste caso, quem daria o aval seria outro Arrais com experiência. Alguns dos presentes no Simpósio lançaram a proposta de homologação de um curso para instrutores, que posteriormente ministrariam os cursos práticos para os dois casos.

Manutenção foi o tema da palestra seguinte, com Ricardo Paragon colocando em discussão a entrega técnica, as manutenções de pré e pós-uso e diferenças entre as revisões. Nas apresentações seguintes, Marcos Ferrari falou sobre sobrevivência no mar, Rogério Jorge de Oliveira, do Hospital Naval de Salvador, discutiu acidentes e primeiros socorros a bordo e Sérgio Santos Carneiro tratou dos equipamentos de segurança. Carlos Brancante dividiu com a plateia suas experiências depois de conseguir a primeira habilitação.

Meteorologia foi o tema abordado por Emma Giade Matschinske, que abriu o terceiro e último dia do encontro, seguido pelas palestras sobre combate a incêndio a bordo, com Carlos Alberto Mathes, preservação ambiental e Anatomia dos Acidentes, com Fabio Avellar. O velejador Beto Pandiani fechou os trabalhos, com a palestra O Sucesso é uma experiência coletiva. Domingo também foi dia dos 80 inscritos passarem pelas provas de Arrais, Mestre e Capitão Amador.

Combatendo a umidade

Nesses tempos de chuvas e umidade acima da média, quem tem um barco sabe muito bem os transtornos causados pelo mofo. Entrei no site da Revista Náutica para colar essa matéria assinada por Felipe Caruso, na edição número 251, e assim tentar ajudar no combate ao fungo. No Avoante, o mofo é combatido semanalmente e mesmo assim o bicho não desanima.

Barcos foram feitos para a água. Porém, a recíproca está longe de ser verdadeira. O excesso de umidade a bordo causa mau cheiro, mofo e, nos casos mais graves, até o apodrecimento do casco. E a umidade não dá trégua, nunca. Atua o tempo todo, faça sol ou – especialmente – chuva, quando fica pior ainda. Para evitar que ela tome conta do interior do seu barco e acabe por destruí-lo bem antes do previsto, a única saída é enfrentá-la com o mesmo vigor e obstinação. Basicamente, há duas providências fundamentais: ventilar bastante o barco e impedir que ele molhe por dentro. Fácil? Nem tanto.

Uma boa ventilação controla naturalmente a umidade do ambiente e previne contra a proliferação dos micro–organismos responsáveis pelo mofo, ou bolor. Quanto mais escotilhas e gaiutas a cabine tiver, melhor para a ventilação – e, também, para a iluminação. Cabine escura é um convite irrecusável aos fungos, essas criaturas microscópicas e indispensáveis à natureza, mas que não sabem distinguir entre um galho caído no chão e a lancha que você acabou de comprar. E tudo o que você pode fazer é limitar sua ação e crescimento, a fim de preservar o barco. E, de quebra, evitar certas alergias.

No combate à umidade, o sol é um grande aliado. Sempre que puder, abra todo o barco e coloque os estofados para fora, para arejar. Se estiver planejando um fim de semana a bordo, passe antes na marina, para fazê-lo “respirar” antes de a família embarcar – mulheres, principalmente, são bem sensíveis a odores estranhos. Se tiver marinheiro, peça que ele faça isso várias vezes por semana – se possível, todos os dias. Dá trabalho? Dá. Mas, acredite, é o jeito mais simples.

Outro recurso é usar um desumidificador, aparelho que diminui a umidade no ar ao condensar o vapor d’água. Nele, o ar é reaquecido e devolvido ao ambiente, enquanto a água retirada do ar é armazenada e, depois, drenada. É uma boa solução para evitar não só os fungos, mas também a corrosão e a ferrugem. Os desumidificadores mantêm a umidade entre 40% e 60%, dentro, portanto, do limite saudável para os seres humanos, e abaixo do nível que favorece a proliferação dos fungos e bactérias. Existem diversos tipos e tamanhos de desumidificadores no mercado e o ideal é usá-los junto com um termohigrômetro, aparelhinho de nome esquisito, mas muito útil num barco, porque “lê” a umidade dos ambientes. Funciona com pilhas e pode ser instalado em qualquer canto.

Porém, o controle da umidade pode ser feito diretamente pelo condicionador de ar (se o seu barco tiver um), dispensando o desumidificador. Já para controlar a umidade em armários e gavetas, não há aparelhinho que dê jeito. Nesse caso, é preciso lançar mão de produtos específicos para isso, como, por exemplo, o AntiMofo da Boat Brill, em forma de spray, ou os saches de silica gel, um material sintético que retém as moléculas de água presentes no ar. A vantagem da sílica gel é poder ser reutilizada, bastando para isso mantê-la por 40 minutos numa temperatura acima dos 100°C.

Espalhar potinhos de sal grosso pela cabine também ajuda a reduzir a umidade, assim como fazer pequenos orifícios nas portas dos armários (ou instalar lâmpadas dentro deles), de forma a ventilar e aquecer esses compartimentos. Vale tudo, enfim, para ganhar a guerra contra a umidade. Afinal, barco parado estraga. E se, além de parado ele ficar fechado, irá estragar mais rápido ainda.

Dicas sobre o que você pode fazer sem sofrer

Evite carpetes e tapetes de tecido a bordo: eles acumulam umidade. O barco pode até ficar mais bonito, mas o risco de mofo dispara.

Há vários tipos de produtos antimofo nos supermercados. São à base de cloreto de cálcio, mas ideais para ambientes menores, como armários. Além disso, duram pouco.

Isole os armários dos costados do casco com cortiça ou qualquer outro isolante térmico. Se possível, instale janelas de ventilação nas portas deles.

Não deixe nenhum objeto molhado dentro do barco, mesmo que esteja apenas úmido. Toalhas e material de mergulho, só se estiverem completamente secos.

Lave periodicamente as roupas de cama, cortinas e outros tecidos internos do barco, porque eles retêm umidade.

De vez em quando, retire também as almofadas e os colchões da cabine e coloque-os ao sol.

Sempre esgote a água do porão. E instale pequenos ventiladores na cabine, pois eles ajudam na circulação do ar.

Considere a possibilidade de instalar um condicionador de ar a bordo. Por gerar ar seco, ele retira a umidade do ambiente.

CCN 2011 na Revista Náutica

Para quem quiser saber mais sobre o Cruzeiro Costa Nordeste – CCN 2011, basta ir sua banca de revista favorita e adquirir a última edição da Revista Náutica, edição 271. Lá tem um artigo assinado por mim com a chamada: “Muitos imprevistos. Mas, tudo bem. Era apenas a primeira edição do Costa Nordeste, um cruzeiro que, no futuro, promete”. Coloque sebo nas canelas e corra até a banca mais próxima antes que a edição se esgote.

Tem Avoante na Revista Náutica

A Revista Náutica, número 268, que circula este mês nas bancas, na seção Navegando na Rede, tem uma indicação para o  blog Diário do Avoante. Mais uma vez estamos fazendo parte das páginas da maior revista do segmento náutico do Brasil, o que para nós deixa muito felizes e confiantes de estarmos no rumo certo. Em duas edições passadas foram publicados dois textos de minha autoria na seção Porto Livre.

Avoante na Revista Náutica

Pela segunda vez consecutiva a Revista Náutica publica um artigo de minha autoria na coluna Porto Livre. No mês passado foi sobre a REFENO 2009 e na edição número 266, desse mês de Outubro, é sobre uma história muito engraçada sobre um barco ancorado em uma área militar. O título do artigo é: Tira ou não tira? Agora corra até a banca mais próxima e adquira a Revista Náutica.