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Eles merecem

Daniel e Angela..Teasa

Claro que eles merecem esse copão de sorvete que deixaria qualquer um com esse sorrisão estampado no rosto, ainda mais depois de passar o perrengue que passaram nas águas cubanas. Quer saber o que aconteceu? Acesse o site Pais à Deriva/Veleiro Teasa que está tudinho lá, num relato arretado de gostoso. Esse casal que vale ouro deixou o Teasa, meio sofrido e capenga, descansando sob os cuidados do Tio Sam e veio saborear a labuta do Restaurante Del Popollo, um dos melhores da cidade alagoana de Maceió. Daniel, Ângela e as filhas Daniela e Mayara, formam uma família que tem muita história para contar, principalmente nos domínios de Netuno. Claro que você que acompanha o nosso blog já ouviu falar sobre eles em algumas postagens anteriores, pois vira e mexe eles dão as caras por aqui. Mas tem nada não, pois como dizia o poeta: “Amigo é para essas coisas”.

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Quando estivemos em Natal, no final de Maio e começo de Junho, recebemos um telefonema do Daniel informando que já estavam em Maceió e que estariam nos esperando para um abraço. Não tem nem perigo da gente declinar de uma intimação dessas. Infelizmente não encontramos o Daniel, que tinha ido a Terra Caída/SE – outro lugar encantador, mas fomos carinhosamente recebidos por Ângela e a filhota Daniela, e ainda filamos a boia do Del Popollo que é sempre uma maravilha. Você já acessou o site do Teasa? Você já foi a Maceió? E ao Del Popollo? Se a resposta for não, você não sabe o que está perdendo.

  

Um mundo de aventura

veleiro teasadaniel e angela Conheci o casal Daniel e Ângela Cheloni em 2009 quando ancoramos o Avoante em Maceió/AL e saímos a procura de alguém que nos ensinasse os segredos para entrar na Barra de Estância/SE, mais conhecida no mundo náutico amador como Mangue Seco. Na Federação Alagoana de Vela e Motor o amigo Roberto Buenos Aires nos apresentou ao casal, que são proprietários do restaurante Del Popollo na capital alagoana, dizendo que eles sabiam tudo sobre Mangue Seco. E sabiam mesmo. Daquele dia em diante nos tornamos grandes amigos. O casal, que acho que posso chamar de alagoano, devido os laços afetivos e empresariais que têm na bela Maceió, tempos atrás saiu pelo Atlântico a bordo do veleiro Caliel, um Trinidad 37, levando as duas filhas em uma viagem que jamais esqueceram. Daniel e Ângela são aventureiros por natureza, aliás, acho que já nasceram sonhando em desbravar o mundo, e em  suas andanças o mar é apenas um dos caminhos possíveis. Em 2010 foram aos Estados Unidos para visitar os amigos do Trawller JADE e na marina onde estavam notaram que havia um Trinidad 37 exposto a venda, com bandeira brasileira, e num piscar de olhos efetuaram a compra. Eles não perdem tempo com conversa mole. Embarcaram no TEASA com pensamento em tomar o rumo das Bahamas e Caribe, mas como bons aventureiros, mudaram de planos e enveredaram pelos caminhos do GREAT LOOP e por um maravilhoso passeio pelos canais da famosa Intracoastal Waterway. Na via fluvial dos EUA, seguiram até o Canada e retornaram ao ponto de partida, fechando o ciclo de uma viagem de sonho e que no blog Veleiro Teasa, ou Pais à Deriva, é contado tim tim por tim tim em quatro temporadas. Ângela e Daniel partiram em Dezembro de 2014 para a quinta temporada e o blog já está recheado de novidades, belíssimas imagens e é um bálsamo para a alma de um cruzeirista e para os amantes de aventura. Navegue por lá e confira.      

 

Nem só de mar vive um velejador

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Poderia muito bem enveredar pelas Arenas dessa Copa do Mundo tão cheia de surpresas preparadas pelas cartas bem embaralhadas dos deuses do futebol, mas prefiro me reservar o direito de não ser mais um comentarista sem futuro. Poderia também falar do dilúvio que amedrontou a cidade do Natal/RN e que até hoje causa destruição e medo a população do bairro de Mãe Luiza, onde está localizado o belo Farol de Natal. Poderia até explicar o porquê de ter deixado o Avoante atracado em Salvador/BA e ter vindo a Natal onde estou há 15 dias. Essa última explicação talvez eu conte em breve, mas hoje, depois de praticamente ter levantado das cinzas ao ser abatido por uma gripe de lascar o cano, vou preferir falar dessa gostosura que ilustra esse post.

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Pois bem, esse delicioso Chambaril, que o amigo Elder Monteiro apelidou de Osso de Dinossauro, é servido no Restaurante do Cobra Choca e que eu não canso de elogiar, pois já falei dele aqui não sei quantas vezes e sempre que aparece um amigo querendo almoçar coisa boa na capital potiguar, lá vai a gente para o Cobra Choca, já que o sucesso é garantido. Estivemos por lá no Sábado, 14/06, dia em que a cidade do Natal estava sendo inundada e Mãe Luiza corria para procurar ajuda para seus moradores aflitos. Fomos na companhia do amigo Daniel Cheloni, proprietário do não menos famoso e delicioso restaurante alagoano Del Popollo, que queria tirar a prova dos nove do Osso de Dinossauro do Cobra Choca. Daniel tanto aprovou que na mesma hora fez inveja para os amigos através de mensagens pelo celular e o resultado está na imagem abaixo.

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Pois é, só sobrou o osso! Porém, apesar da sustança proporcionada pela comida rica em tudo que é bom, a gripe me deu um cartão vermelho e me tirou de campo durante quatro longos dias. E a quase tragédia de Mãe Luiza? As coisas por lá ainda estão preocupante e novos deslizamentos aconteceram ao longo da semana, mas as autoridades já tomaram ciência e tentam se adiantar a natureza aliviando a dor da população. E a Copa? Para mim está tudo bem e até o empate do Brasil com o México foi legal. Mas se você quiser saber mesmo onde fica o Cobra Choca, lá vai o endereço: Rua Coronel Ajax de Ribamar Dantas, 26 – Bairro de Dix-Sept Rosado. Eu garanto!

A parada em Maceió

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Quando me perguntam o que vamos fazer em Maceió/AL eu sempre respondo que vamos apenas abraçar os amigos e tomar uma cerveja bem gelada no bar da Federação Alagoana de Vela e Motor. Mas na essência da resposta está incrustado, e isso poucos veem, é que é muito gostoso estar em Maceió, uma cidade bonita e de povo acolhedor e amigo, que é a marca desse nordeste velho de secas e calor. E foi lá que ancoramos, como sempre fazemos, para mais uma parada nesse nosso cruzeiro pelo nordeste. Lá encontramos o veleiro Thimshel, que fez parte do Cruzeiro Costa Nordeste 2013 e que agora iria seguir junto com a gente até a Bahia.

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Mas nem tudo são flores na capital das alagoas e muito desgoverno faz com que cenas como essa ainda sejam permitidas ao longo da Praia de Jaraguá. O lixo continua acumulando na prainha em frente a Federação de Vela e por trás do Porto de Maceió, como se nada estivesse acontecendo. Toda essa sujeira, que é a causa e a razão dos amigos velejadores se surpreenderem quando digo que adoro parar em Maceió, não vêm da pequena comunidade que habita o local, mas sim de quase toda cidade, pois ela é levada ao local pelo grande esgoto a céu aberto que corta quase a cidade inteira chamado de Rio Salgadinho. Já faz anos que escuto falar na resolução do problema, mas até agora nada. Como aquele é um recanto escondido dos olhos da cidade, a coisa fica do jeito que está e parece que vai permanecer por muito tempo, até que um filho de Deus resolva tomar ciência. Por enquanto os caras da política, da saúde e da imprensa não estão nem ai.

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 Lucia, que é escolada nos desembarques em Maceió, já tem até uma moda exclusiva para enfrentar a sujeira que se esparrama pela praia. Mas tudo bem: O que vale mesmo é que tudo o mais é muito bom, e logo que botamos os pés na Federação esquecemos dos maus-tratos das autoridades alagoanas.

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Não tem como esquecer e deixar de agradecer aos amigos Daniel e Ângela que sempre nos recebe de braços abertos e com todo carinho do mundo no restaurante Del Popollo. Como também ao casal Eugênio e Marta Lisboa e ao amigo Plínio Buenos Aires que nunca nos deixaram faltar nada enquanto estamos nas alagoas.

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Já no espaço da Federação é sempre assim: Festa, alegria e bons bate papos, e agora com uma super churrasqueira, que o comandante Ronaldinho Gaúcho resolveu testar para ver se estava tudo perfeito, e estava. Foi churrasco até umas horas e com direito até a um caloroso debate sobre o descobrimento, ou achamento, do Brasil. Ronaldo apostou todas as fichas em Porto Seguro/BA. Eu apostei, puxando a sardinha para meu lado, mas apenas a metade das fichas, na Praia do Marco/RN. Teve também apostas para Maceió e no pernambucano Cabo de Santo Agostinho. Eita Brasilzão arretado e diversificado! Tem para todo gosto e ninguém pode duvidar de nada!

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Depois de dois dias em Maceió, aprontamos o barco para tomar rumo e seguir nosso caminho pelos mares. Não pretendíamos navegar muito, apenas o bastante para ir um pouquinho mais a frente. Foi assim que, seguindo um desejo do comandante Ronaldo, traçamos o rumo até a Praia do francês/AL. Mais um excelente local de fundeio e que conto como foi em outro post.

Pais à Deriva

O casal velejador Daniel e Angela, que já fez um passeio pelo Atlântico com o veleiro Caliel, um Trinidad 37, agora partem para mais uma empreitada no mar. No Caliel eles tiveram a companhia das duas filhas, Daniela e Mayara, que agora ficam no Brasil para tocar o Restaurante Del Popollo na alagoana Maceió. Foram as filhas que presentearam os pais com o blog e deram o nome sugestivo de Pais à Deriva. Daniel e Angela agora navegam no veleiro Tease, outro Trinidad 37, pela costa dos EUA. Todos os passos dessa viagem você pode acompanhar no blog, que também faz parte do BlogRoll do Diário do Avoante,  com o relato gostoso desse casal fantástico e amigo.

Notícias do CCN 2011 – IX

etapa Maceió (7)etapa Maceió (2) etapa Maceió (48) etapa Maceió (36) Acho que quem acompanha a gente pelo SPOT já deve ter notado que chegamos a Salvador/BA e estamos ancorado na Marina Angra dos Veleiros, bairro da Ribeira. Mas ainda tenho notícias da parada do CCN 2011 em Maceió, e que fiquei sem condições de atualizar. Em Maceió a flotilha do CCN 2011 foi recebida em grande estilo pelos que fazem a Federação Alagoana de Vela e Motor, tendo a frente o Comodoro Otávio. Conseguimos finalmente juntar uma boa parte da flotilha e fazer, no melhor estilo cruzeirista, várias confraternizações. O velejador alagoano, e grande lobo do mar, Plínio Buenos Aires ofereceu um passeio aos parrachos de Pajuçara, um belíssimo cartão postal alagoano. Passamos bons momentos navegando e mergulhando nas águas azul piscina do mar de Maceió. Plínio conhece como ninguém todos os segredos e piscinas naturais daquele pedaço de oceano. A noite foi a vez da família velejadora, Daniel, Ângela, Daniela e Mayara, oferecer um delicioso jantar no restaurante Del Popollo, uma das melhores cozinhas da cidade e onde Daniel e Ângela recebem de braços abertos os amigos do mar. No dia seguinte, Sexta-Feira à noite, o Comodoro Otávio convocou os velejadores alagoanos para mais uma confraternização com a turma do CCN. Foi uma noitada animada a base bons bate-papos, churrasco e banhada por uma deliciosa cachaça Serra Preta da melhor cepa paraibana. Vale registrar que a família do Comodoro é quem produz a cachaça Serra Preta, na cidade paraibana de Alagoa Nova. No Sábado, 29/01, levantamos velas e fomos saindo levando saudades de Maceió. O mar azul de Alagoas também fez a sua parte na saudação ao CCN. Os deuses do mar ordenaram que se estirasse um tapete azul, e bem bem macio, para a flotilha seguir viagem até os braços  protetores do Senhor do Bonfim. E assim foi feito!