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Shì guànjūn

m122598_13-11-180624-pma-5008-7165E foi no pipocar dos fogos e no calor das fogueiras em homenagem a São João, o santo forrozeiro, que o mundo náutico conheceu o grande campeão da edição 2017/2018 da regata volta ao mundo, Volvo Ocean Race, e o campeão tem sangue chinês. Após uma briga acirrada, um vai não vai da mulesta dos cachorros, muitos anarriês, alavantús e balancês, entre os barcos Dongfeng, Mapfre e Brunel, a fita foi colocada no pescoço da tripulação do Dongfeng, para alegria do francês Charles Caudrelier, comandante em chefe da nau chinesa, que cravou seu nome panteão do olimpo.  A prova é a mais importante do iatismo mundial e leva barcos e tripulantes ao extremo da engenharia, da competência e da razão, ao desafiar os mais enigmáticos e perigosos recantos do oceanos. E viva os campeões! VIVA!!!!! 

 

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Para anotar na agenda

A Volvo Ocean Race, a mais famosa das regatas de volta ao mundo e considerada a Formula 1 do iatismo mundial, já marcou a data de 18 de outubro de 2o17, na cidade de Alicante, Espanha, para a largada da edição 2017/2018. São 45 mil milhas pelos oceanos do mundo, oito meses de competição e mais uma vez a cidade catarinense de Itajaí será uma das 11 cidades sede. A regata acontece desde 1973 e na história dos seus pódios figura o brasileiro Torben Grael, campeão na edição 2008/2009 comandando o veleiro da equipe sueca Ericsson 4. Na edição de 2006, Torben também se fez presente comandando o barco brasileiro Brasil 1, mas devido a uma série de problemas, inclusive quebra do mastro no Oceano Índico, ficou na terceira colocação geral.

E a Volvo em?

Itajaí-Sld

Notícias que navegam em meio a um mar de certezas, boatos e afins, dão conta que a organização da regata volta ao mundo Volvo Ocean Race ainda não se decidiu qual a parada brasileira para a próxima edição da prova. Muita gente aposta que nada mudará e que a catarinense Itajaí será pela terceira vez a escolhida. Porém, correndo por fora e aliado a um exército de orixás, sob o comando do Senhor do Bonfim, a baiana Salvador apimenta o tacho de azeite e monta o tabuleiro na praça para receber a grande batalha da vela mundial. A prefeitura de Itajaí promete gorda contribuição ao evento e isso soa como música nos ouvidos atentos dos organizadores, falta agora escutar o ritmo dos tambores da Bahia. Para mim a Baía de Todos os Santos oferece as qualidades necessárias e é um palco natural para o evento, só falta subir as velas e aproar no rumo certo. 

Veleiro é encontrado após 10 anos desaparecido nos oceanos

Hugo-Boss-Sld

Notícia publicada nesta segunda-feira, 22/02/2016, no site da Revista Náutica, dá conta que uma expedição de caiaque no Parque Nacional Bernardo O’Higgis, na Patagônia Chilena, encontrou no último dia janeiro os destroços do Open 60 Hugo Boss, tripulado pelo britânico Alex Tromson na Velux 5 Oceans de 2006. Na época o barco apresentou problemas na quilha, capotou e foi abandonado pelo velejador enquanto este brigava pela liderança da prova com o Mike Golding. Apesar de grandes rivais, Golding, que comandava o barco que estava mais próximo do acidente, deu meia volta e resgatou Tromson. O Parque Bernardo O’Higgis fica a mais de 13 mil milhas do local onde o barco foi abandonado. O mar é mestre em brincar de esconde esconde.

Cinquenta anos da Golden Globe. Quem vai encarar?

PICTURES OF YESTERYEAR - MANAGED BY PPL PHOTO AGENCY - COPYRIGHT RESERVED PHOTO CREDIT: Bill Rowntree/PPL TEL: +44 (0) 1243 555561  E-mail: ppl@mistral.co.uk   Web: www.pplmedia.com *** Circa 22nd April 1969: Robin Knox-Johnston  aboard his 32ft yacht SUHAILI off Falmouth, England after becoming the first man to sail solo non-stop around the globe. Knox-Johnston was the sole finisher in the Sunday Times Golden Globe solo round the world race, having set out from Falmouth, England on 14th June 1968 aboard his tiny 32ft ketch Suhaili. It was a time when the Flat Earth Society was still in existence, and even seasoned yachtsman thought it to be an impossible feat. For everyone else it was; Robin was the sole finisher among 9 starters to complete this 30,000 mile supreme endurance race, organised by the Sunday Times newspaper.

Você já ouviu falar em Uma viagem para Loucos, livro de Peter Nichols? E que tal fazer uma circum-navegação em solitário, sem utilizar GPS, Radar, Plotter, Epirb, telefone celular, CD player, equipamentos eletrônicos, câmeras fotográficas digital, câmera de vídeo, Ipod, computador e consequentemente não acessar Whatsapp, Facebook, email e outras traquinagens que movem o mundo de hoje? Impossível? Pois saiba que essa é proposta do organizador da prova que promete reviver a histórica regata de volta ao mundo Golden Globe, vencida pelo velejador Robin Knox-Johnston em 1968. O objetivo é comemorar os 50 anos da prova que deixou muita gente boa sem fôlego ao ler o livro de Nichols. A largada está marcada para 2018 e qualquer um pode participar e, como na primeira edição, o porto de partida é de livre escolha do participante, desde que observe as regras. Os veleiros não podem ter nada além do que existia a bordo do Suhaili, barco de Knox-Johnston, e por isso a proibição do uso da modernidade. Quem quiser participar é bom percorrer os sites de antiguidade em busca de uma boa Super 8, câmeras de filme de rolo e sextantes. Pode até ser que apareça outro Bernard Moitessier, que na reta final da prova, resolveu mudar o rumo e seguiu para mais uma volta ao mundo. Será mesmo uma viagem para loucos? Quem quiser saber mais, ou se inscrever, acesse o site: McItyreAdventure.

Uma imagem e muitas dúvidas

VOLVO OCEAN RACE

A regata volta ao mundo Volvo Ocean Race, edição 2014/2015, já está riscando os oceanos do mundo há vários dias e o povo do mar joga suas fichas naquelas equipes que se esmeram em mostrar melhores performances. Confesso que este ano eu ainda não havia voltado os olhos para a competição e se olhei foi apenas de relance, mas hoje, a imagem que ilustra essa postagem me deixou avido a saber mais sobre a Volvo Ocean Race e juro que vou postar mais sobre ela. A foto mostra o veleiro do Team Vestas Wind, aboletado sobre um banco de corais no Oceano Índico. As notícias dão conta que a tripulação foi resgatada e passa bem, mas o comandante vai ter que dar muitas explicações durante o resto da vida. Nesse momento já deve ter algum gaiato batizando o banco de pedras com o nome do comandante. 

VOLVO OCEAN RACE 2011/2012

Começou a batalha da Volvo Ocean Race 2011/2012 que tem como uma das paradas a cidade de Itajaí/SC. As equipes já de alinham para os treinos e o evento, como sempre, promete manter o sucesso de anos anteriores. A equipe PUMA que ficou em segundo lugar na edição passada, vencida pela equipe Ericsson 4 que foi comandada pelo brasileiro Torben Grael, vai dar inicio aos treinos ainda com o barco antigo. O veleirão da PUMA será comandado novamente por Ken Read, que parece não ter engolido o segundo lugar conquistado o ano passado. Para isso Ken e sua tripulação, colocaram o antigo barco na água em Alicante, Espanha, e vão levar o felino até New Port, EUA, para um treinozinho transoceânico, até o novo barco ficar pronto para velejar.