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O Havaí passa a ter a maior reserva marinha do mundo

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O presidente dos EUA, Barack Obama, criou na última sexta-feira, 26/08,  a maior reserva ambiental do mundo, quadruplicando o tamanho do Monumento Nacional Marinho Papahanaumokuakea, um parque marinho localizado a noroeste do Havaí. O Monumento foi criado em 2006, pelo presidente George W. Bush, e em 2010 foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco. Agora o parque marinho passa a ter 1,5 milhão de quilômetros quadrados, cerca de quatro vezes o tamanho da Califórnia. As águas de Papahanaumokuakea abrigam corais e animais não encontrados em nenhum lugar do mundo, entre eles a foca monge e a tartaruga verde, animais em acelerado processo de extinção. É por lá que vive o polvo fantasma e é encontrado o coral negro, que segundo os estudos, é o organismo vivo mais antigo do planeta, com mais 4.200 anos. Aproximadamente 14 milhões de aves fazem seus ninhos na área do Monumento, inclusive o albatroz Wisdom, que tem 65 anos idade. A decisão do presidente Obama foi festejada por ambientalistas e criticada por entidades que defendem os interesses pesqueiros no Pacífico, já que a área  protegida se estende por até 320 quilômetros da costa. A natureza agradece! Fonte: G1

Soam os tambores

ilhas malvinasRio-SilalaPelo ardor das discursões e o fervor com que estão sendo desfradadas as bandeiras, parece que os aminos estão exaltados entre os generais dos países latino americanos. A Argentina que nunca perdeu as esperanças em reconquistas as Malvinas, agora recebeu um aceno positivo vindo da ONU que reconhece sua soberania sobre o pedaço de mar em que se encontram as ilhas ocupadas pelos ingleses e que já foi palco de guerra, em 1982, entre as duas nações. A Bolívia, que nunca desistiu de ter uma brechinha de seu território banhado pelas águas do Pacífico, bate o pé no chão e faz cara feia para os chilenos numa disputa pelas águas do rio Silala, que nasce na Bolívia, mas escorre para o oceano através das terras do Chile. Por enquanto as brigas se restringe aos palanques e tomara que continue assim, pois o que menos precisamos no momento é de um guerra próximo as nossas fronteiras. 

Dona Ideonella, a bactéria do bagaço

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A notícia que cientistas japoneses criaram uma bactéria para destruir as, até então indestrutíveis, garrafas PET é um alento para a saúde dos oceanos, rios e ao meio ambiente como um todo, hoje tão maltratados e descaradamente violentados por todos nós. Até hoje a ciência não chegou a real certeza de quanto dura uma garrafinha PET jogada ao relento. Alguns estudos falam em 800 anos ou mais, porém, são afirmações tão sem noção que entram em um ouvido e sai pelo outro. O cientista japonês que lidera a pesquisa garante que a bactéria criada por eles consegue destruir uma fina camada de Polietileno Tereftalato, nome de batismo do PET, em pouco mais de 6 semanas. Se assim for é uma ligeireza que só vendo para um produto que duraria quase um milênio denunciando a nossa falta de educação ambiental. Os homens das pesquisas dizem que somente em 2013 foram produzidos 56 milhões de toneladas de PET no mundo e menos de 15% foram reciclados. Os estudos e os satélites cansam de nos alertar para o oceano de plástico que navega serelepe pelos recantos raramente navegados e visitados do oceano Pacífico. É uma ilha de lixo de meter medo até em urubu rei, mas que é um prato cheio para a Ideonella sakaiensis, nome de batismo da bactéria come PET. Tomará que Dona Ideonella venha colocar ordem na sujeira e que ela se contente apenas com o sabor das garrafinhas, pois se ela resolver provar outro prato, barco de plástico vai virar tira gosto. 

Tufão Maysak castiga a Micronésia a 300 por hora

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Poderosa beleza que irradia medo e impotência sobre os humanos. São assim os fenômenos da natureza. Mais um tufão castiga a Micronésia, região do Oceano Pacífico localizada entre as Filipinas, Indonésia, Nova Guiné e Melanésia. Dessa vez é o tufão Maysak, categoria 5, que vai arrastando tudo o que encontra pela frente com ventos de mais de 300 quilômetros por hora e que já deixou 4 mortos no estado de Chuuk, uma das quatro principais ilhas. 

300px-Micronesian_Cultural_AreaA Micronésia é uma joia com mais de 600 ilhas que enche de desejos e fantasias o sonho de muitos velejadores, entre eles eu. Para uma região que tem 2.800 quilometros quadrados, 700 ao nível do mar, e tem a economia baseada na produção florestal e marinha, a passagem de um tufão é um verdadeiro terror. O Maysak é o terceiro tufão categoria 5 a castigar a região este ano.

Para mostrar como se forma um tufão, foi buscar nas páginas vistuais do G1.com.br o gráfico abaixo:

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Natureza em fúria

Essa coisa meio disforme que aparece na imagem é mais um dos monstros criados pela natureza para colocar o ser humano em seu devido lugar no tempo e no espaço. O bicho papão se chama Phanfone e vem em forma de um super tufão voando a 20 quilômetros por hora sobres as águas do Oceano Pacífico e trazendo na garupa ventos de 175 km/h com rajadas de mais de 250 Km/h. Segundo o site Clima Tempo, de onde copiei a imagem e peguei essa informação, a coisa caminha em direção ao Japão e a capital Tóquio está em alerta geral. A notícia da feroz tempestade agitou os bastidores do GP de Fórmula 1, que acontecerá em Suzuka, Domingo, 05/10, e a organização da prova marcou reunião com as equipes para avaliar a situação. É bronca!   

O Menino vem ai

Copiei essa imagem do blog Geografia Hoje, para comentar sobre o fenômeno meteorológico El Niño que, segundo a ONU, nesse ano de 2014 voltará a castigar o continente sul americano e consequentemente o Brasil, trazendo impactos na agricultura, causando inundações, desabastecimento de água e mexendo na infra-estrutura dos países atingidos. O fenômeno El Niño foi assim denominado por pescadores da costa oeste da América do Sul por ocorrer normalmente no fim do ano e perto do Natal, daí a designação O Menino, em referência ao Menino Jesus. Porém, o fenômeno climático não trás a multiplicação dos peixes que foi um dos milagres de Jesus, pois esse é um período de pouco trabalho para os pescadores peruanos e chilenos. O fenômeno não tem uma causa lógica e ninguém até hoje conseguiu provar o porquê dele acontecer. É sabido apenas que ele acontece devido a um aquecimento anormal do Oceano Pacífico e uma diminuição da força dos ventos alísios tão comuns na costa leste do Brasil, mas tudo para por ai. Essa anormalidade climática faz acontecer secas e enchentes em várias partes do mundo em intervalos que variam de dois a sete anos. A ONU diz que existe 80% de chance do El Niño ressurgir este ano, mas que será de intensidade moderada. Agricultores brasileiros, principalmente os nordestinos, já olham para o Céu em busca de sinais reconfortantes. Todos se lembram muito bem das secas castigantes provocadas pelo Menino. Veja mais no blog Geografia Hoje e Wikipédia.

Decisão da Corte de Haia põe fim a batalha entre Peru e Chile

limite_chile_v2_1Uma decisão da Corte Internacional de Justiça de Haia, selou o fim de uma peleja histórica entre o Peru e o Chile envolvendo uma fatia de mar do Oceano Pacífico. A décadas que os peruanos reivindicavam a área e os chilenos se trancavam em copas alegando prejuízos econômicos e territoriais. Os juízes escuram as razões de cada um e decidiram em favor dos peruanos, que agora podem festejar navegando na linha de costa de 200 milhas náuticas. Para Netuno e sua corte nada deve mudar, mas no reino dos homens ainda vai dar muitos panos para as mangas. Veja a matéria completa no G1.com.br.

Saiba um pouco mais sobre a Polinésia

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O mar! Esse grandioso ser mitológico e verdadeiro que mexe com a curiosidade dos homens desde que o mundo é mundo. Seus caminhos, seus segredos, seus mistérios, sua causa e seus efeitos talvez jamais sejam conhecidos a fundo pelo homem. Ele é um poço sem fim de histórias, vidas e conquistas. Povos e mais povos navegaram sobre os oceanos em busca do desconhecido e se tornaram lendas no imenso mar sem fim. Chineses, polinésios, mongóis e mais uma interminável legião de deuses cravaram seus sonhos sobre as águas. Talvez hoje os polinésios sejam aqueles que mais admirações recebam daqueles que amam o mar. Pode ser pela beleza ímpar de suas ilhas. Pode ser pela excelente engenharia de suas embarcações. Pode ser até pelo charme da distância quase infinita de seus minúsculos pedacinhos de terra cercados pelas águas. Mas a verdade é que a Polinésia encanta e é sonho da grande maioria dos velejadores que saem pelo mundo. E é sobre essa perfeição da natureza chamada de Polinésia que achei o artigo: Saiba mais sobre a trajetória dos polinésios no oceano Pacífico, no site guiadoestudante.abril.com.br e trouxe até aqui para dividir com você. Clique no título do artigo sublinhado e tenha uma boa leitura.