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O buraco e a fonte

1Dia desses nos grupo de mídias sociais de velejadores baianos pipocaram imagens da Fonte do Tororó, uma das joias da Baía de Todos os Santos, em que se dizia que o local havia desabado, porém, a notícia logo foi desmentida. Segundo relatos, o desabamento se deu um pouco mais a frente da bela Fonte, hoje quase sem água. A Fonte do Tororó, debruçada sobre as águas do Senhor do Bonfim, é emoldurada por uma maravilhosa mata nativa e se apresenta com uma convidativa prainha de areias brancas. Por várias vezes o local serviu de ancoragem para o Avoante e em uma delas foi local escolhido para comemorar um dos meus aniversários. Ultimamente tenho escutado comentários de que a ancoragem não merece confiança, o que é uma pena. Hoje me apeguei com a notícia, no G1 Bahia, que uma enorme cratera está intrigando técnicos e ambientalistas, na mata no centro da Ilha, que não é mais ilha, de Matarandiba, localidade que abriga a Fonte. Os estudos indicam que a cratera cresce a cada dia e em sete dias já aumentou quase três metros. A área pertence a empresa Dow Química, que de lá extrai salmora de seis poços a uma profundidade de 1,2 mil metros. O buraco da Dow Química já está com quase 72 metros de comprimento por 30 de largura e quase 46 metros de profundidade. Agora eu pergunto: – Será que não poderiam aproveitar esse buraco para jogar dentro uma ruma de… Homi, deixe quieto! Como se diz na Bahia: Deus é mais!     

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Votos renovados com o mar – IV

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Naveguei no mar da Bahia durante boa parte dos meus onze anos e cinco meses morando a bordo do Avoante e acho que tenho o direito de dizer que o mar do Senhor do Bonfim e seu séquito de Orixás é simplesmente fantástico, inebriante e que todos os elementos da natureza conspiram em favor do povo do mar, porém, existe sim um escabroso e indecifrável abandono das autoridades com aquele mundo tão fascinante. Não canso e jamais cansarei de afirmar que não existe no mundo um lugar melhor para navegar e curtir a vida de velejador cruzeirista, do que o mar cantado em verso e prosa por diversos compositores e escritores mundo afora, sem falar nos maiorais Amado e Caymmi. O mar azeitado de dendê, adocicado de cocadas, dourado com a crocância do acarajé e embebecido com o sabor inigualável do jenipapo, tem segredos e enredos infinitos, basta olhar para ele e ter a sensibilidade de pescar um pouco das essências que ali afloram. Escrevendo assim, muitos podem achar que sou mais um baiano bairrista, mas sou não, sou sim um apaixonado papa jerimum que tem o coração e duas belas joias, do melhor quilate, encravados no chão da filha de Oxum Mãe Menininha do Gantois.

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A noite corria alta e eu observava as sombras que dançavam sobre o manhoso Rio Paraguaçu. Das sombras ouvi ecos surdos de penosos lamentos do velho rio, denunciando a descortesia dos homens diante de sua grandeza e importância histórica. Dizem que os velhos reclamam de tudo e de todos, mas dizem também que a mocidade não gosta de ouvir verdades. Ouvindo aquele lamento surdo e quase inaudível, fechei os olhos e sonhei com as canoas de um tempo passado, carregadas de felizes e barulhentos Tupinambás. Como deve ter sido bom aqueles dias de índio de outrora, até o dia em que chegaram uns homens brancos, com vestimentas cravejadas de brilhantes e marcadas com o símbolo de uma cruz que a tudo proibia e condenava, e o que era bom se acabou.

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Dia claro, hora de levantar âncora e aproar o catamarã Tranquilidade para adentrar um pouco mais o Paraguaçu até o povoado de São Tiago do Iguape, uma lindeza de fundeadouro abençoado pela visão de mais uma belíssima igreja matriz debruçada sobre as águas. Jogamos âncora, porém, demoramos pouco, apenas o tempo de respirar o ar daquelas paragens e registrar mais uma vez nossa passagem por São Tiago, lugar que temos os bons amigos, Dona Calú, Seu Jarinho e o pescador Lito. Com a maré de vazante saímos do Paraguaçu para ancorar em Salinas da Margarida, outro fundeadouro bom demais da conta e onde passamos a noite.

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Se aproximava o dia da nossa despedida daquele mar de bondades e mais uma vez retornamos à Praia da Viração, que o comandante Flávio marcou em seu cardeninho de anotações como uma delícia de praia. Lucia, como sempre, preparou um almoço dos deuses e ficamos ali, olhando a paisagem e jogando conversa fora, como se o tempo não existisse, mas ele existe e tínhamos que seguir viagem. Para onde? Que tal ir até o Aratu Iate Clube para saborear aqueles pasteis fora de série? Boa ideia, vamos lá! Bem, os pasteis não degustamos, porque o Wilson estava fazendo manutenção no restaurante, porém, lá nos esperavam o Paulo e o Maurício, para festeja nossa estadia com uma rodada da mais gelada cerveja sob as cores do pôr do sol, que das varandas do Aratu é imbatível.

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Mais uma noite se passou e pela manhã voltamos para o local de nossa partida no Angra dos Veleiros, na Península de Itapagipe, bairro da Ribeira. Com as energias e os votos renovados no mar da Baía de Todos os Santos, festejamos a boa vida que tivemos naqueles sete dias a bordo do Tranquilidade, um modelo BV 43 construído pelo estaleiro maranhense Bate Vento. Como se diz na Bahia: Um barco da porra!

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No dia seguinte levamos o comandante Flávio e Gerana para um tour pela cidade de Salvador. Visitamos o Mercado Modelo, o Pelourinho, a Ponta de Humaitá, o Rio Vermelho, o Mercado do Rio Vermelho e o Farol da Barra. Turistar pela capital baiana é caminhar sobre a história de um Brasil mais encantador impossível. Apresentar aos amigos o mundo que tivemos a alegria de viver por tantos anos e que tantas alegrias nos trouxe, é para nós uma felicidade imensurável.

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Os nossos anfitriões do Tranquilidade voltaram para Natal e nós ficamos mais um dia para ver as duas joias que citei lá em cima. Nelsinho e Amanda, o melhor de toda essa viagem, em dezembro de 2016, foi poder mais uma vez abraçá-los e beijá-los. Que o Senhor do Bonfim sempre os proteja.

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P_20161214_102809“Nessa cidade todo mundo é de Oxum/…Toda essa gente irradia magia/…eu vou navegar, nas ondas do mar, eu vou navegar…”

Nelson Mattos Filho/Velejador

O que fazer na Baía de Todos os Santos

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“Montar e programar um roteiro náutico pela Baía de Todos os Santos é fácil, o difícil é seguir a risca o planejado”. Gosto de repetir essa frase quando me pedem para indicar locais a serem navegados na Bahia e noto um olhar de dúvida e descrença em meus interlocutores, que muitas vezes chegam munidos de informações que eu não tenho e comumente não casam com as minhas. Porém, antes de seguir adiante com esse texto, preciso acrescentar que não sou nenhum especialista nas águas baianas, mas grande parte do que vi, vivi, aprendi e naveguei durante várias temporadas dos onze anos em que vivemos a bordo do Avoante, teve as águas do Senhor do Bonfim como cenário mais do que perfeito. E volto a afirmar: Sou apaixonado pelo mar da Bahia!

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E eu aprendi sozinho foi? Claro que não! Inicialmente estudei vorazmente todas as Cartas Náuticas da Bahia, adquiri os excelentes guias náuticos do Hélio Magalhães e do antigo Centro Náutico da Bahia, que jamais devem faltar a bordo e para avançar além do horizonte básico, me socorri e fui carinhosamente assistido e orientado por navegadores que se tornaram grandes amigos e que serei eternamente grato. São eles: Davi Hermida, Sampaio, Gerson Silva, Gomes, Augusto Schaeff, Dr. Cláudio e Davi Perrone. Posso dizer que esses foram meus grandes professores e sempre segui de olhos fechados seus ensinamentos e conselhos. E hoje estou aqui, me aventurando a repassar um pouquinho do que aprendi.

01 Janeiro (64)

O que conhecer na Baía de Todos os Santos? Essa é uma pergunta clássica e para a qual tenho a resposta na ponta da língua: – Tudo! Mas compreendo que nem todos têm o tempo necessário para tal, porque para conhecer os segredos dessa baía maravilhosa é preciso muito mais do que um ano de inesquecíveis velejadas. Mas como tudo tem um começo, então vamos lá.

05 maio (30)

Ao cruzar a larga Boca da Barra de Salvador o navegante já começa a sentir a magia que emana de uma cidade que tem na alma uma alegria apimentada e azeitada no dendê. Claro que Salvador tem cantos para mil encantos e quem vem do mar necessita rever, abraçar, sentir e se deliciar com os sabores urbanos, mesmo que esses não lhe caiam tão bem como prometem. Diante do impasse entre a alma e os desejos, o navegante sempre fica do lado dos desejos e se assim for, o mais sensato é procurar o conforto das marinas e clubes náuticos, e Salvador tem um mar de opções.

05 maio (53)Depois de registrar a chegada através de mensagens e imagens aos amigos, familiares, redes sociais e se esbaldar nos tabuleiros das baianas, é chegado o momento de subir as velas e tomar rumos que é só felicidade e beleza. A Ilha de Itaparica é o destino que jamais o navegante pode deixar de fora e para mim é o ponto de partida para todos os outros. O fundeio em Itaparica é fantástico e a Ilha oferece boa infra-estrutura de abastecimento de água e alimentos. Para quem não quiser sentir o sabor de uma ancoragem deliciosa, a Marina de Itaparica é uma excelente opção.

3 Março (129)12 Dezembro (126)

Outro destino imperdível é o Canal Interno da Ilha de Itaparica até a praia de Catu. Porém, veleiros com mastro superior a 16 metros, a navegada até Catu fica impossibilitada devido à altura da Ponte do Funil que limita a passagem. Mesmo assim, o passeio pelo Canal não deve ser descartado, porque antes da Ponte ele oferece ancoragens maravilhosas e a paisagem é deslumbrante. As ancoragens na Fonte do Tororó, Ilha da Cal e praia de Mutá é coisa que não se pode deixar de fazer. Passar a noite com o barco ancorado ao lado da Ilha da Cal é coisa de cinema. O Canal Interno é balizado e tem boa profundidade e normalmente a velejada é um través na ida e outro na volta.

3 Março (329)

Salinas da Margarida é outro fundeadouro imperdível, porém, o destino não é oferecido por alguns guias, mas para quem desejar ir – o que aconselho a fazer – basta encostar com o botinho em qualquer veleiro baiano e pedir a rota até lá e de brinde você ainda ganha um amigo. Salinas é super tranquila, oferece boa infra-estrutura urbana e conta inclusive com agência do Branco do Brasil. Na pracinha, em frente ao porto, o visitante encontra vários barzinhos e restaurantes.

3 Março (294)

Partindo de Salinas a rota oferece dois roteiros, cada um melhor do que o outro. Se preferir adentrar o Rio Paraguaçu o faça sem receio e se prepare para navegar em um rio onde a história aflora por todos os lados. Os locais de ancoragem vão se estender em sua frente a cada metro navegado. Barra do Paraguaçu, Enseada, Ilha de Monte Cristo, Salamina, Ilha do Coelho, Maragojipe, São Francisco do Paraguaçu e São Tiago do Iguape, para ficar somente no básico. Cada um com sua beleza, cada beleza com seu encanto e cada encanto com sua história.

04 - abril (114)

Quem não quiser adentrar o Paraguaçu a partir de Salinas da Margarida, que fica praticamente na foz do rio, basta seguir direto para a Ilha do Frade para ancorar em dois dos mais fascinantes fundeadouros da Bahia. Disse dois, mas pode ser três, quatro, cinco ou mais. Os dois imperdíveis são: Saco do Suarez, onde o navegante encontra nove poitas gratuitas, é um fundeadouro fantástico cercado de várias ilhas; Loreto, um dos mais tradicionais destinos náuticos do pedaço, onde o navegante joga a âncora e lava a alma.

3 Março (221)

Se não tiver com tanta pressa – que sinceramente acho que você não vai estar -, ao sair de Loreto ou Suarez trace o rumo para a Ilha Maria Guarda, jogue a ancora por lá e deixe o ócio assumir o comando de sua vida.

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No retorno a capital baiana e antes de seguir para o clube ou marina de sua preferência, ancore na Ilha de Maré e desembarque para saborear moquecas que jamais você esquecerá.

2 Fevereiro (43)

Divirta-se e tenha uma boa estadia nas águas do Senhor do Bonfim, mas não tenha pressa, porque você estará navegando em um dos melhores destinos náuticos do mundo e digo mais: Todos os destinos que estão indicados aqui, não representam nem um terço do que tem para ser visto, mas lhe credenciará a dizer que conheceu a magnífica Baía de Todos os Santos.

Nelson Mattos Filho/Velejador

Cruzeirando pelas águas da Bahia – III

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Canoas na Ilha de Bom Jesus dos Passos – BA

 

Quando me perguntam o que tem de tão especial na Baía de Todos os Santos, BTS, que faz o Avoante – depois de dez anos em que moramos a bordo – continuar cruzando suas águas para lá e para cá, confesso que costumo olhar para o interlocutor com a certeza de que ele realmente não conhece o mar do Senhor do Bonfim. Na Parte I e Parte II dessa postagem, navegamos em Morro de São Paulo e terminamos aproados na Ilha de Itaparica para saborear um churrasco a bordo do veleiro Acauã. O churrasco foi servido sob uma Lua maravilhosa e embalado pelos acorde do violão dedilhado pelo comandante Elson Mucuripe, mas infelizmente vou ficar devendo o registro fotográfico da noitada, porém, sem esquecer de dizer que foi um encontro memorável, pois o Webber é um anfitrião sem igual.

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Quando o dia amanheceu em Itaparica recolhemos âncora para seguir nosso passeio, agora em direção ao portinho da Ilha de Bom Jesus dos Passos, por trás da Ilha do Frade, mais conhecido entre os velejadores como Saco de Suarez, que aqui já foi relatado em duas postagens: Um lugar e A tribo dos pés-descalços. O lugar é simplesmente lindo e limpa os olhos de qualquer mortal mais exigente. Ancorar por ali, embarcar no botinho inflável para um giro entre as ilhas e mangues que cercam a paisagem é um programa imperdível. Mas se preferir, pode apenas sentar no cockpit, abrir uma cerveja gelada e ficar em silêncio diante da natureza.

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O portinho é rota comum para os velhos Saveiros, personagens vivos da história da Bahia, e dizem que por ali os holandeses, na época das grandes invasões, ficaram camuflados durante quase 60 anos sem que os portugueses dessem conta. Será? Para qualquer lado que miramos o olhar, se descortina uma paisagem de sonho. Quanto ao pôr do sol, não tenho como descrever.

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Certa vez ouvi falar de um riozinho que corta parte da Ilha do Frade, mas nunca havia aparecido a oportunidade para desbravá-lo. Olhando na Carta Náutica ele está lá e se chama Rio Cabuçu. Como o Elson queria fotografar o Saveiro Tupy que descarregava mercadorias na Ilha de Bom Jesus, deixamos o Avoante ancorado no círculo vermelho indicado na imagem da Carta, sob os cuidados de Lucia e Fabiane, e somos até lá retratá-lo. O Mucuripe, como todo homem do mar, vibrou ao chegar próximo a valente e histórica embarcação. Ao sair dali, resolvemos navegar um pouco pela ancoragem e ficamos frente a frente com um igarapé mais largo e achei que aquele era o tal riozinho. Passamos pela foz uma vez, duas e na terceira decidimos adentrar. A visão que tivemos foi fascinante. Estávamos a pouco mais de 12 milhas náuticas de uma grande metrópoles e navegando cercado por uma natureza em estado quase bruto. Se não tivéssemos encontrado um morador de uma fazenda e umas máquinas que denunciavam a retirada de areia nas margens, poderíamos jurar que aquele lugar estava parado no tempo. Não sei precisar a profundidade do Rio Cabuçu, pois não levamos o eco sonda manual, porém, ele é estreito e suas margens tracejadas de pequenos igarapés. Perguntamos ao morador da fazenda até onde iria o rio, ele respondeu que terminava ali onde estávamos. Olhamos para frente, vimos muita água a ser navegada e seguimos um pouco mais. Navegamos ainda por quase meia milha por minúsculas ilhotas e resolvemos dar meia volta quando o sol já caminhava serelepe para o seu descanso. Um dia eu volto!

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Pois é, a Baía de Todos os Santos é linda sim e duvido que tenha lugares no mundo com uma sincronia tão perfeita dos elementos da natureza para satisfazer os amantes do mar. Elson Mucuripe e Fabiane ficaram nove dias embarcados no Avoante e conheceram apenas um pouquinho do que a Bahia tem a oferecer ao navegante, mas tenho certeza que gostaram do que viram. Foram nove dias degustando a paisagem e saboreando as deliciosas receitas produzidas por Lucia. O casal Mucuripe batizou o passeio de charter gastronômico e prometeu retornar muito em breve para um segundo roteiro. O mar da Bahia é um encanto! 

Bandeira Azul para a praia de Ponta de Nossa Senhora do Guadalupe

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A praia de Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, localizada na Ilha dos Frades, na Baía de Todos os Santos, deverá receber em 2015 o certificado internacional Bandeira Azul, passando a ser a primeira praia do Norte e Nordeste brasileiro a receber a comenda. O certificado Bandeira Azul é um reconhecimento as praias e marinas em todo o mundo que promovem o uso sustentável das áreas costeiras, com o intuito de unir o turismo as questões ambientais. No Brasil apenas duas praias receberam o certificado: A Prainha, no Rio de Janeiro e praia do Tombo, litoral paulista. Ponta de Nossa Senhora faz parte da rota de todos os guias náuticos da Bahia e não pode deixar de ser visitado. Veja a matéria completa acessando o site: Revistabmais.com.br   

Regata com pimenta

Aratu Maragojipe

Se você quer um bom motivo para vir navegar na Bahia então que tal esse? Regata Aratu Maragojipe, dia 24 de Agosto. E se adiante meu rei, pois falta apenas uma semana.

O Diário do Avoante navegando pela net

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O Diário do Avoante foi citado no site Navegar na Bahia, o que nos deixa muito felizes, sobre um artigo que fiz sobre o histórico e belo Rio Paraguaçu. Click no link abaixo e veja o post completo:

Navegando nos “mares da net” conheci o blog Diário do Avoante