Arquivo da tag: Maranhão

Um comentário

mensagens ao mar

Voltando ao tema Mensagens lançadas ao mar”, a imagem acima é de um quadro com duas mensagens recolhidas nas areias da Ilha da Mangunça, em Cururupu/MA, e foram enviada anexadas ao comentário do leitor Jorge Dino. As “correntes enigmáticas” que cortam os mares maranhense tem histórias e causos.

Quando construí a Pousada Través’cia em Cururupu-MA recebi, de um amigo estas duas mensagens, que chegaram, anos antes à Ilha de Mangunça, litoral de Cururupu.
A Primeira é do Instituto Alfred-Wegener, Alemanha.
Lançada no Atlântico Sul na data de 27/março/1983.
A outra, jogada por um morador da Ilha de Santa Helena, Atlântico Sul em 30/outubro/2001.
Coloquei-as num quadro que está exposto na entrada da
Pousada Través’cia.

Anúncios

Mestre Silicrim, um bordo na história

27657833_1806168469453853_30399767395055738_n

Benedito Raposo Teixeira, navegador, construtor de barcos artesanais e ambientalista maranhense, conhecido como Mestre Silicrim, foi uma lenda viva enquanto cruzou solitário as águas de um dos Estados mais lindos desse Brasil amalucado. Após sua morte, ocorrida dia 11 de fevereiro deste ano, em pleno período carnavalesco, entrou para o panteão da história e se apossou de uma das poltronas reservadas aos mitos. Não conheci o Mestre Silicrim, mas ouvi e me encantei enquanto ouvia suas histórias contadas em alegres bate papos com o amigo Sergio Marques, conhecedor como poucos das coisas das águas do Boi. Inicialmente a historia da morte do Mestre falava em acidente náutico com a explosão de bujão de gás, ocorrido na praia de São Lucas, município de Cururupu, porém, as primeiras provas colhidas após a chegada da polícia, o que era acidente passou a ter fragmentos concretos de um crime de homicídio e diante dos fatos e provas, a companheira de Silicrim foi parar atrás das grandes sendo acusada do crime. Veja a matéria completa no, site Icurupupu   

Marina Aven, na toada do boi

Marina-Noite

A Aven, Associação de Vela e Esportes Náuticos do Maranhão, que ilustrou postagem aqui em Junho de 2012, foi criada com o intuito de reunir os velejadores do Boi Bumbá em um espaço totalmente voltado para o mar. Agora a Aven virou marina e oferece suas dependências para os navegantes que desejarem conhecer o litoral brasileiro de ponta a ponta, ou para aqueles que, seguindo no rumo da venta, tiram uma reta direto para as ilhas caribenhas sem conhecer o que o Brasil tem de bom. A Marina Aven, que disponibiliza 4 vagas no píer e poitas para barcos visitantes, oferece serviço de abastecimento de água, energia, restaurante e bar. Somado a tudo isso, o visitante recebe ainda todo o carinho e atenção dos velejadores maranhenses, que não é pouco. No site da Aven o navegante encontra todas as informações e a rota, com waypoints, para conhecer as belezas de um estado maravilhoso, de cultura riquíssima e que respira o mar.  

Nome de barco e a sabedoria do pescador

2 Fevereiro (2)

Essa vem do meu amigo, velejador e construtor de veleiros, o maranhense Sérgio Marques. No mundo náutico existe um costume de batizar os barcos, principalmente os navios, com nome de mulher, mas, segundo o Sérgio, no Maranhão os pescadores não costumam batizar canoas com nome da mulher, das filhas e muitos menos da mãe, porque o povo vai falar assim: …a fulana tá furada…a fulana tá toda alagada…a  fulana tá encalhada…empurra a vara na fulana…a fulana tá podre…tem muito homem em cima da fulana…o fundo da fulana tá rachado… e por aí vai. 

“Muita raiva”. Assim diz a esposa do velejador assassinado no Maranhão

maria7

A holandesa Maria Rawi, de 69 anos, esposa de Ronald François, velejador morto com um tiro dentro de um veleiro no Maranhão, disse, em entrevista ao G1 nesta segunda-feira (16), que sente raiva do que aconteceu e pede que as autoridades brasileiras olhem mais pelos turistas.

Velejador holandês é assassinado no Maranhão

embarcacao

O velejador holandês Ronald François Wolbeek, de 60 anos, foi assassinado na madrugada deste Domingo, 15/02, na Baía de São Marcos, no estado do Maranhão. Ronald e a esposa acordaram quando o alarme da embarcação disparou e foram rendidos por três homens. Depois de uma ligeira discursão o velejador foi alvejado com um tiro no peito. Os ladrões fugiram sem levar nada e a esposa conseguiu chegar até a praia para pedir ajuda. Esse é mais um caso que assusta o mundo náutico e ascende mais um farol vermelho sobre as águas brasileira. Fonte G1