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E a Volvo em?

Itajaí-Sld

Notícias que navegam em meio a um mar de certezas, boatos e afins, dão conta que a organização da regata volta ao mundo Volvo Ocean Race ainda não se decidiu qual a parada brasileira para a próxima edição da prova. Muita gente aposta que nada mudará e que a catarinense Itajaí será pela terceira vez a escolhida. Porém, correndo por fora e aliado a um exército de orixás, sob o comando do Senhor do Bonfim, a baiana Salvador apimenta o tacho de azeite e monta o tabuleiro na praça para receber a grande batalha da vela mundial. A prefeitura de Itajaí promete gorda contribuição ao evento e isso soa como música nos ouvidos atentos dos organizadores, falta agora escutar o ritmo dos tambores da Bahia. Para mim a Baía de Todos os Santos oferece as qualidades necessárias e é um palco natural para o evento, só falta subir as velas e aproar no rumo certo. 

Vivas ao esporte de ouro do Brasil

Edu Penido e Renato Araújo

O Brasil que dá certo é cheio de boas causas, mas dificilmente elas são festejadas. No esporte costumamos festejar com louvores o nosso futebol, mesmo que ele não seja parâmetro e nem meta medo em mais ninguém. Somos bons em vôlei, capengamos no basquete e nos demais, com patrocínios exclusivos do Governo Federal, somos apenas alegres participantes, mesmo assim costumamos colocar os atletas sobre um carro de bombeiros para uma voltinha pelas grandes cidades. O menos festejado, aplaudido, parabenizado, reconhecido, patrocinado e incrivelmente abandonado ao largo é a vela. Nenhum esporte trouxe tantas medalhas de ouro, prata e bronze para o Brasil do que a vela. Nossos atletas do iatismo são reconhecidos mundialmente e esbanjam capacidade técnica que encantam oceanos, baías, enseadas, rios e lagos. Hoje estou aqui para festejar, homenagear e gritar vivas para dupla de velejadores brasileiros Eduardo Penido e Renato Araújo, que, no comando do veleiro Zetra, conseguiram a 6ª colocação na Classe 40 da regata internacional Transat Jacques Vabre, que largou da França e aportou na cidade catarinense de Itajaí, hoje considerada a meca da náutica no Brasil.     

O jaibe chinês e a Volvo Ocean Race

A flotilha da regata Volvo Ocean Race chegou a cidade catarinense de Itajaí, numa disputa mais apertada do que ônibus em horário de pico. O veleiro Abu Dhabi, defendendo as cores das arabias, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada no Brasil. O barco Mapfre, com o velejador brasileiro André Bochecha a bordo, ficou em segundo. Bochecha ainda foi presenteado pelo comandante Iker Martínez e cruzou a linha de chegada no comando do veleiro. Foram quase 19 dias de travessia entre a Nova Zelândia e o Brasil, em que teve o temível Cabo Horn como tira gosto, num percurso de 7 mil milhas náuticas. O velejador brasileiro falou na entrevista que apesar das dificuldades faria tudo outra vez e de tudo o que passou o pior foi um jaibe chinês, que de tão assutador ele jamais vai esquecer. Mais tem muita gente se perguntando o que danado é jaibe chinês? Fui pedir ajuda aos duendes da internet e encontrei no YouTube o vídeo acima, publicado no blog Vento e Som.

Velas da América do Sul

velas-marinha Acontece a partir desta Terça-Feira, 11/02, até Domingo, 16/02, na cidade catarinense de Itajaí, mais um encontro de Velas Latioamérica, que reúne seis dos maiores navios a vela do continente americano, representado a Marinha de seis países. A Marinha do Brasil, como anfitriã, estará representada pelo belo Cisne Branco. Haverá uma extensa programação que incluí Desfile Naval, apresentação da Banda do Corpo de Fuzileiros Navais, visita as embarcações participantes e mais uma série de festividades. O encontro é coordenado pela Marinha Argentina e tem como objetivo estreitar os laços de amizade entre as Marinhas da América do Sul. Os navios participantes, além do nosso Cisne Branco, são: Libertad, da Argentina; Esmeralda, do Chile; Gloria, da Colômbia; Guayas, Equador e Simón Bolivar, da Venezuela. No dia 16 os navios partem para uma navegação pelos oceanos Atlântico e Pacífico, por cinco meses e completando um percurso de 12.000 milhas náuticas, até a cidade de Veracruz, no México. Esse é um bom programa!  fonte: almanáutica

Volvo Ocean Race em xeque-mate

groupama

Não, nem eu nem vocês estamos com a visão atravessada, o problema mesmo é com a regata Volvo Ocean Race 2011/2012 que essa semana aporta na cidade brasileira de Itajaí/SC. Agora apenas os veleiros Puma e Telefónica continuam na disputa, isso porquê o Groupama perdeu o mastro, quando liderava a prova, e agora navega para a cidade de Punta Del Este, no Uruguai, enquanto decidem se continuam na prova ou abandonam de vez. O que será que está acontecendo com os super veleiros? Acho que precisamos saber as respostas, antes que homens venham a pagar com a vida pela ganância de projetistas, construtores e patrocinadores.

Volvo Ocean Race 2011/2012 – Vai começar a brincadeira

Com uma regata de porto começa neste Sábado mais uma edição da Volvo Ocean Race, a maior regata de volta ao mundo e que foi vencida pelo brasileiro Torben Grael na última edição. Serão nove meses passando pelos cinco continentes e com seis equipes disputando na raça o troféu. É uma prova de coragem e perícia para os 66 tripulantes envolvidos na disputa, 11 em cada barco, onde qualquer descuido pode ser pago com a vida. Ondas gigantes, icebergs, baleias, ventos fortes, chuva, frio, sol e muito mais está no trajeto dessa regata que encanta é o máximo para velejadores de todo o mundo. Nada se compara a Volvo Ocean Race. Mais uma vez o Brasil vai sediar uma etapa da VOR e a cidade escolhida foi a catarinense Itajaí.

VOLVO OCEAN RACE É ITAJAÍ

A cidade de Itajaí/SC ganhou a disputa pela parada Sul Americana da Regata Volvo Ocean Race 2011/2012. Itajaí desbancou as brasileiras Angra dos Reis e São Sebastião e toda a tradição de vela que existe nesses dois destinos. Ficou na saudade também cidades do Chile, Argentina e Uruguai. A cidade catarinense ainda não dispõe de toda infra-estrutura para receber os velozes veleiros da volta ao mundo, mas o diretor-geral da regata Knut Forstad, disse que não esta preocupado com isso, pois recebeu toda garantia dos governos municipal e estadual. Kunt tem razão em se manter tranquilo, pois Itajaí tem uma forte tradição na construção naval e uma excelente infra-estrutura portuaria. Agora vamos torcer para que o barco brasileiros seja viabilizado e que possamos contar com o campeão Torben Grael no comando.