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REFENO 2018

201710102116290Amanhã, 29/09, é mais um grande dia para o iatismo brasileiro, com a largada da 30ª REFENO – Regata Recife/Fernando de Noronha, promovida pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco. A prova é uma das mais desejadas e concorridas da vela de oceano no Brasil, com 300 milhas náuticas de puro deleite e emoção, até ancorar nas águas mágicas e cristalinas da ilha maravilha. Tive a alegria de participar de onze edições e se os deuses dos oceanos assim permitirem, participarei de outras tantas. A REFENO é um sonho de onze entre dez velejadores de oceano e chegar velejando ao paraíso ultramarino brasileiro não tenho palavras para descrever. Este ano 61 veleiros estarão alinhados na raia do Marco Zero, Porto do Recife, colorindo de alegria o mar da capital do frevo, que amanhã será da vela. Desejo bons ventos e que Netuno e seu séquito de encantados, proteja a todos. 

O swell que assusta o litoral do Nordeste

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Um fenômeno natural é um acontecimento não artificial, ou seja, que ocorre sem a intervenção humana. Note-se que até as ações humanas (um automóvel em andamento, por exemplo) continuam sempre sujeitas às leis naturais, contudo, não são consideradas, neste sentido, fenômenos naturais, já que dependem do arbítrio ou vontade humana. Os fenômenos naturais podem, isso sim (ou não), influenciar a vida humana que a eles está sujeita, como as epidemias, às condições meteorológicas, desastres naturais, etc. Repare-se que, na linguagem vulgar, fenômeno natural aparece quase sempre como sinônimo de evento incomum, espantoso ou desastroso sob a perspectiva humana. Contudo, a formação de uma gota de chuva é um fenômeno natural da mesma forma que um furacão.

Na linguagem vulgar, contudo, dado o sentido comum do termo “fenômeno”, esta expressão refere-se, em geral, aos fenômenos naturais perigosos também designados como “desastres naturais“. A chuva, por exemplo, não é, em si, um “desastre”, mas poderá sê-lo, na perspectiva humana, caso algumas condições se conjuguem. Deficiente manutenção dos equipamentos de drenagem da água, mau planejamento urbanístico, com a construção de estruturas em locais vulneráveis a cheias ou outros podem ocasionar efeitos desastrosos para o ser humano.

O texto acima copiei da enciclopédia virtual Wikepédia, para definir o “monstruoso” swell que vem atingindo a costa do Nordeste a partir do litoral da Paraíba até o Maranhão. O fenômeno que se forma a partir de turbulência provocadas por tempestades oceânicas e faz com que as ondulações se propaguem por longas distâncias, até chegar a costa causando grandes estragos em cidades litorâneas, neste 2018 veio para marcar história. Não se fala em outro assunto nas beiras de praias, a não ser na força das ondas, que estão invadindo ruas, derrubando casas e obrigando moradores a construírem as pressas, arcaicas e inoperantes barricadas em frente as casas para tentar frear o mar que avança serelepe e indiferente aos esforços do homem. Segundo relatos e fotos enviadas nas mídias sociais, a desgraceira maior está ocorrendo na Ilha de Fernando de Noronha, mas no continente a coisa não parece diferente. Aqui nessa Enxu Queimado mais bela, as ondas não estão de brincadeira, apesar de que, a população está fazendo festa, com direito a churrasco e cervejas geladas, e famílias inteiras se reunem sob as barracas para observar a rebeldia patrocinada pela natureza. Sim, é bonito de ver! Os estudiosos das ciências do tempo, afirmam que a fúria do mar enfraquece na noite deste sábado, 03/03. Veremos!      

A natureza paga a conta

barreira de coraisA Grande Barreiras de Corais da Austrália, um dos mais importantes patrimônios naturais do planetinha azul, está sendo ferido de morte, segundo os homens das ciências, devido ao aquecimento global, aquecimento que para muitos, que comungam das ideias do galego do topete dos EUA, não passa de uma enorme balela científica para frear o progresso das nações. Balela ou não, o aquecimento global é o terrorista número um quando se fala em crimes contra as causas da natureza e os estudiosos atestam que dois terços da Grande Barreira estão comprometidos e num grau praticamente irreversível. Pois é, e muitas vezes ficamos chateados com os ecochatos! Mas o que restaria hoje da Terra se eles não existissem? Muitas vezes em grupos de bate papo vejo pessoas reclamando da “absurda” proibição para uma simples e “inocente” visita ao magnífico Atol das Rocas, no litoral do Rio Grande do Norte, e me coloco como defensor da proibição é digo que o Atol é frágil, também sofre com os efeitos do aquecimento e infelizmente somos um povo muito mal educado para usufruir e lidar com o  turismo ecológico, basta ver o que acontece na Ilha de Fernando de Noronha, onde tudo acontece, mesmo sob as ordens de normas endurecidas. Não conheço a Grande Barreira de Corais, mas sei que o turismo por lá faz festa e muitas vezes quem faz festa, usa e abusa.      

E a Ilha de Fernando de Noronha vai virar laboratório ambiental

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Vi no site Pensamento Verde que a Ilha de Fernando de Noronha vai virar laboratório de gestão sustentável, o que já era tempo de acontecer. Noronha é um dos mais belos e enigmáticos paraísos do Brasil e apesar de ter a má fama de ser tudo proibido – para o visitante – e ter ONG até para controlar os descaminhos do pensamento alheio, vive mais do mito folclórico do que das ações concretas de suas normas e regras. – Quer saber? – Caminhe nas veredas e trilhas da Ilha Maravilha com um olhar um pouco além das encantadoras belezas naturais. Pois bem, os governos de Pernambuco, dono do pedaço, e da Califórnia se juntaram para desenvolver um projeto – que já está pomposamente e americanamente batizado de Noronha Future Cite – de gestão ambiental com tecnologia que visem baixas emissões de carbono. Os primeiros passos serão dirigidos para transformar a frota de automóveis da Ilha, que é incrivelmente enorme, em carros elétricos abastecidos com energia solar. Os passos seguintes pretendem transformar o modo de vida das pessoas e, se tudo chegar nos conformes, levar o projeto para a capital pernambucana e no futuro para outras localidades do país. Tempos atrás montaram uma torre de energia eólica em Noronha, o que gerou uma verdadeira batalha campal entre ambientalistas, contra e a favor, porém, os anjos do Céu trataram de semear a paz entre os ilhéus, lançando um raio bem em cima da torre, que ficou parecida com um mamulengo tostado. Tomará que a coisa funcione e que o dinheiro empregado não caia nas valas abissais existentes entre a Ilha e o continente. Se cair, já era! 

A XXVIII REFENO consagra um mito

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A flotilha da XXVIII Refeno já está praticamente completa na ilha maravilha de Fernando de Noronha e, pelo terceiro ano consecutivo, o veleiro gaúcho Camiranga, um Soto 65 – barco de alma exclusivamente regateira –, ostenta a faixa de Fita Azul, o primeiro barco, independente da classe, a cruzar a linha de chegada, porém, o que me faz escrever essa postagem foi a alegre surpresa de ver o Jahú II, um modelo Manelis 40, projetado e construído, se não me engano, pelo fantástico Manoel Português, o homem que só trabalha pelado, ter cruzado a linha de chegada colocada ao largo do Mirante do Boldró, na segunda colocação, com o tempo de 24h53min13seg. Sabe o que penso sobre isso: – Já acostumei a me calar diante das aberrações que escuto contra os projetos de barcos construídos pelo Manoel Português e outros projetista e construtores maranhenses, entre eles o genial Sergio Marques, da Bate Vento. Eh, acho que vou continuar calado. Parabéns tripulação arretada do Jahú II e um abraço especial ao comandante Luis Moriel 

XXVIII REFENO. É amanha!

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É amanhã, sábado, 24/09, precisamente às 11 horas da manhã, a largada da XXVIII REFENO, Regata Recife/Fernando de Noronha, e quem quiser acompanhar ao vivo, basta se adiantar e marcar presença na Praça do Marco Zero, Centro do Recife, logo cedinho, porque as largadas da Refeno sempre viram festa e o povo comparece em grande número. Como foi dito aqui anteriormente, a previsão é de uma prova em mar de almirante e vento Leste/Sueste, em torno dos 15 nós de velocidade. O quadro acima, copiado do CPTEC/INPE, mostra como serão as condições da ancoragem na ilha maravilha, mar azul, vento gostoso e tomara que os golfinhos de Noronha marquem presença no Porto do Santo Antônio, passeando entre os barcos para conhecer a flotilha. Vale lembrar aos tripulantes mais afoitos, que é terminantemente proibido ficar na água quando aparecem golfinhos e aqueles que insistem, podem se meter em sérias complicações com os órgãos ambientais. 

Previsões para a REFENO 2016

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A Refeno, Regata Recife/Fernando de Noronha, que larga dia 24/09 do Marco Zero, no Porto do Recife, tem previsão para ser realizada em mar de almirante e ventos em torno dos 15 nós. Se as previsões se confirmarem, será uma maravilha para a flotilha e os tripulantes terão uma das melhores velejadas de suas vidas, tendo como prêmio maior a chegada ao mais belo paraíso brasileiro. Nos últimos anos, mar agitado e ventos fortes trouxeram desassossego a flotilha, mas nem por isso conseguiram tirar o brilho da competição. A Refeno é a principal regata oceânica do iatismo brasileiro é um sonho a ser realizado por todo velejador. Durante o decorrer dessa semana o Cabanga Iate Clube de Pernambuco, clube promotor do evento, realiza intensa programação para participantes e convidados, com palestras, shows, jantar de confraternização e muita diversão. Uma das atrações dessa edição será a participação, como Nau de apoio da Marinha do Brasil, do Navio Veleiro Cisne Branco, um dos mais lindos veleiros do mundo, que mais uma vez marca presença na regata. Quem estivem em Recife, ou cidades próximas, um excelente programa é acompanhar a largada da Praça do Marco Zero, onde são armadas arquibancadas, bares e restaurantes. A Refeno é uma festa bonita e inesquecível!

História de tubarão

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Essa história eu pesquei do site Popa.com.br, que já pescou do site da revista Veja, e ocorreu em dezembro de 2015. É um caso fatal ocorrido no mar do Caribe e de grande infortúnio para um tripulante venezuelano. O barco em que estava o venezuelano naufragou na costa de Aruba, matando duas pessoas que ficaram presas em seu interior, e a guarda costeira foi acionada para resgatar os cinco tripulantes sobreviventes. Enquanto o helicóptero sobrevoava o local e um socorrista descia em uma corda para resgatar um dos sobreviventes que estava agarrado a uma boia, um tubarão tigre surgiu de repente e atacou. O náufrago ainda chegou a ser resgatado, mas não sobreviveu aos ferimentos.  “Foi uma inacreditável história de azar”, resumiu Roderick Gouverneur, porta-voz da equipe de salvamento. O acidente aconteceu um dia depois que um turista paranaense foi atacado por um tubarão na Ilha de Fernando de Noronha/PE enquanto fazia mergulho snorkel na praia de Sueste e perdeu a mão e parte do antebraço direito.  O tubarão-tigre, também conhecido por cação Jaguara ou tintureiro, é um predador agressivo dos mares tropical e sub-tropical e muito comum no nordeste brasileiro, chegando a medir 6 metros de comprimento. Ele está em terceiro lugar nos casos fatais de ataques de tubarão ao ser humano. Certa vez, na praia de Enxú Queimado – litoral norte do Rio Grande do Norte – um pescador pulou na água e se agarrou com uma fera dessas depois de atirar com a espingarda de mergulho e o bicho tentar fugir com o arpão novinho em folha. A briga foi feia e o pescador saiu ganhando, todo arranhado, mas saiu. O tubarão foi para as cucuias e o pescador, que se chama Zé Mago, até hoje conta a história. Fontes: popa.com.br; revista veja, wikipédia.

Contagem regressiva para a Refeno 2015

IMG_0048MARCA NORONHA 2015Começou a contagem regressiva para a XXVII REFENO – Regata Recife/Fernando de Noronha, que larga dia 26 de Setembro do Marco Zero no Porto do Recife. A Refeno é uma das mais charmosas e desejadas provas do iatismo brasileiro e esse ano conta com 46 embarcações inscritas até o momento. Alguns hão dizer que não é um número que demonstre a média histórica de participantes da regata, porém, digo que já participei de edições bem menores e mesmo assim a prova não deixou de ser sucesso. As causas da baixa frequência em 2015 podem ser creditadas a vários fatores e estes navegam faceiros, tanto pelo grande mar de lama politiqueiro que atola os índices da economia brasileira, quanto ao zelo da Marinha do Brasil em não mais flexibilizar as normas de segurança, salvatagem e tráfego das embarcações envolvidas. As apostas e as análises são muitas e todos se dizem cobertos de razão. Mas vou confessar um segredo: Estou alinhado com a decisão da Marinha, porque, quando o bicho pega lá fora, é a ela que todos levantam o braço para pedir ajuda ou apontar o dedão para crucificar.

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E por falar na Marinha do Brasil: Como na edição 2015 da Refeno todos os barcos estarão quase 100% armados para navegação oceânica – se não estou enganado, a única flexibilização é o rádio SSB, recebi a informação que apenas um Navio Patrulha acompanhará a flotilha e este retornará a Base Naval de Natal na sexta-feira, 02/10. Por causa do retorno do NaPa a Regata Fernando de Noronha/Natal, organizada pelo Iate Clube do Natal, que tradicionalmente larga no Sábado, será antecipada para a Sexta-Feira, 02 de Outubro.

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Voltando o bordo para a Refeno: O Cabanga Iate Clube de Pernambuco, divulgou fotos e um filme para orientar os comandantes no canal de acesso ao clube, que a cada ano se torna mais assoreado. A foto é o filme foram feitos em maré  -0,1 e dão uma dimensão do problema a ser enfrentado pelos mais afoitos.  A recomendação é que, após adentrar o Porto do Recife, os comandantes entrem em contato com o Cabanga, via canal 9 do VHF, e fiquem aguardando ao largo do Pernambuco Iate Clube (PIC) o barco de apoio do clube. O acesso ao canal do Cabanga deve ser feito apenas na preamar. Vale destacar que as primeiras embarcações que chegarem ao clube terão serviços de água e energia elétricaque em Recife é 220 volts.

Quer ir a Refeno? Então se adiante!

 

IMG_0237MARCA NORONHA 2015É sempre assim, vai se aproximando a data da RefenoRegata Recife/Fernando de Noronha – e o coração de quem ama a vela de oceano começa a bater mais forte com a velha dúvida: E ai? Vou ou não vou? É difícil tomar essa decisão, principalmente para quem já participou um tantão de vezes dessa que é uma das mais gostosas e fascinantes provas do iatismo brasileiro e digo mais: O velejador que abre a boca para dizer que nunca sentiu vontade e nem tem interesse em participar de uma Refeno, no mínimo ele está tentando se enganar. A Refeno é sim o sonho de todo amante da vela e navegar as 300 milhas náuticas que separam a capital do frevo da ilha maravilha é simplesmente fantástico. Eu que já fui inúmeras de vezes e esse ano, até agora, parece que não vou, sei da magia que representa aquele pedacinho de mar e da incrível paisagem que a natureza nos presenteia. Ancorar o veleiro em Noronha e pela manhã, ao abrir os olhos, se deparar com aquele cenário apaixonante, não tem preço. Para quem pretende participar da XXVII Refeno, que larga dia 26 de Setembro de 2015 do marco Zero, no Porto do Recife, é bom se adiantar. As inscrições até o dia 31 de agosto custa R$ 750,00 por pessoa e está incluído: • Franquia de ancoragem de até 30 dias, no Cabanga Iate Clube, a partir da chegada do barco, mantendo-a até o dia 30/10/2015. • Identificação para livre acesso ao clube e suas dependências. • Almoço de abertura da semana REFENO, incluindo bebidas. • Jantar de confraternização, incluindo bebidas. • Taxa de preservação ambiental em Fernando de Noronha, para o período de 26/09/2015 até 01/10/2015. • Taxa de ancoragem em Fernando de Noronha de 26/09/2015 até 01/10/2015. • Kit do evento. • Coquetel de entrega dos prêmios em Fernando de Noronha. É caro? – É nada! É mais barato do que pagar o preço do arrependimento e do sonho desfeito. Os interessados em participar como tripulante em alguma embarcação, deverão se inscrever na Bolsa de Tripulantes, que está disponível no site www.refeno.com.br.

E a programação? Veja ai no quadro abaixo:

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E o percurso?

Depois da largada no Marco Zero, no Porto do Recife, os veleiros devem seguir até a boia norte – boia encarnada localizada fora da boca da barra e que está muito bem indicada na Carta Náutica do Porto. Após deixar a boia norte por bombordo o percurso é livre até a linha de chegada em frente ao Mirante do Boldró, em Fernando de Noronha. Eita viajandão arretado!

E tem exigências?

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Tem sim senhor, mas nada que um zeloso comandante não deixe de observar, até porque, quase sempre embarcamos como tripulantes: familiares, amigos, companheiros e convidados. Pessoas que temos o maior carinho e de maneira alguma queremos colocá-los em risco. Nessa edição da Refeno a Marinha do Brasil praticamente só permitirá a navegação de barcos armados para navegação oceânica. A flexibilização das edições passadas entraram definitivamente para a história da prova. O Epirb – esse aparelhinho amarelo que aparece na imagem – é exigido sim, mas o SPOT, será apenas para os comandantes que quiserem que suas embarcações sejam rastreadas virtualmente, para que seus familiares possam acompanhá-los pelo site da Refeno.

E o que mais diz a Marinha?

Por se tratar de uma regata oceânica, todos os barcos devem estar de acordo com as exigências da Marinha do Brasil. Só serão aceitas embarcações classificadas como Mar Aberto. Solicitamos aos comandantes participantes observarem com a máxima atenção as exigências da NORMAM 03. (www.dpc.mar.mil.br ou http://www.mar.mil.br). 11.2. Estarão disponíveis em breve, no link Quadro de Avisos » Exigências, no site http://www.refeno.com.br, a lista de equipamentos e medicamentos exigidos pela Marinha do Brasil, bem como as flexibilizações e as exigências adotadas pela Capitania dos Portos de Pernambuco. 11.3. O nome da embarcação deverá estar pintado nas boias, coletes, pirotécnicos, botes e extintores. 11.4. Será exigida de todos os participantes a Licença de Estação Navio emitida pela ANATEL. 11.5. O seguinte tópico referente ao previsto no item 0437 da NORMAM 03/DPC está pendente de flexibilização pela Marinha do Brasil para as embarcações participantes da REFENO, classificadas para navegação Mar aberto, exclusivamente quando navegando acompanhadas por navio da Marinha do Brasil (MB), inclusive no regresso de Fernando de Noronha para o continente: 11.5.1. Rádio SSB desde que possua dois rádios VHF. 11.6. Apesar da flexibilização acima, os itens a seguir serão exigidos para todos os barcos participantes: 11.6.1. Obrigatoriamente, cada embarcação deverá portar 02 aparelhos GPS, em condições de funcionamento. 11.6.2. Além do rádio VHF fixo será exigido a cada embarcação portar 01 VHF portátil, a prova d´água ou portar um case impermeável e em perfeitas condições de funcionamento. 11.6.3. Todas as embarcações deverão portar as seguintes cartas náuticas: 22000 (Atol das Rocas e Arquipélago Fernando de Noronha), 22100 (Do Cabo Calcanhar a Cabedelo), 22200 (De Cabedelo a Maceió), 21030 (De Fortaleza a Natal) e 52 (proximidades arquipélago Fernando de Noronha). 11.6.4. Será obrigatório a utilização dos coletes Classe I de acordo com a Normam 3/DPC. 11.6.5. Todas as embarcações deverão portar um equipamento EPIRB com seu certificado a bordo, devidamente registrado pela ANATEL.

E as exigências ambientais?

O ICMbio, órgão ambiental responsável pela Ilha, diz assim:  Os comandantes também deverão assinar um Termo de Compromisso (arquivo no quadro de avisos) junto ao ICMBio, onde declaram suas concordâncias sobre as normas ambientais do Arquipélago de Fernando de Noronha, seguidas abaixo: • Nenhuma embarcação (veleiros e barcos de apoio) não cadastrada no ICMBio para este fim poderá entrar no Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha; • Não será permitida atividades de pesca, nos limites da APA de Fernando de Noronha, por nenhuma das embarcações envolvidas na regata, sejam elas participantes ou barcos de apoio; • Em nenhuma hipótese é permitido realizar caça submarina ou portar equipamentos para esta atividade em Fernando de Noronha; • Nenhuma embarcação poderá navegar em velocidade superior a 5 nós em profundidades inferiores a 15 metros ou na presença de cetáceos; • No máximo três embarcações de qualquer tipo podem permanecer a distância menor de 100 metros de cetáceos; • O motor de qualquer tipo de embarcação deve estar em marcha neutra ao aproximar-se a menos de 100 metros de baleia. • Uma vez em Fernando de Noronha os veleiros deverão permanecer apoitados no “polígono de ancoragem” até saída rumo ao continente.” 13.2. Tais Normas e Regulamentos deverão ser consultados na ‘Apostila de Normas Ambientais para a REFENO’ constante no material que será entregue pelos organizadores da REFENO 2015, na reunião de comandantes no dia 25/09/2015.

Quer saber mais?

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Navegue no site da Refeno e desfaça todas a suas dúvidas, mas só vou dizer mais uma coisa: Se tiver com vontade vá, senão, vai passar um ano amargando o sabor do arrependimento.