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Notícias sobre a vaca

IMG_0191Em janeiro de 2010 publiquei a crônica A Pescaria da Vaca, uma história divertida acontecida no mar de Ilhéus/BA, que me foi relatada por amigos durante uma roda de bate papos, sob a sombra de uma mangueira, na Ilha de Campinho, um das joias da apaixonante baía de Camamu. Depois de dezenas de luas e muitas marés, recebo um comentário do leitor José Neto, dando conta que o pescador da vaca se chama Dr. Guilherme Adami, angiologista em Ilhéus onde mantém clínica, e que a famosa vaca reproduziu filhotes, inclusive, na época, a pescaria foi notícia na revista Veja. Click no link sublinhado e saiba como se deu o moído.  

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Pense num pescador!

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É sabido que pescador, velejador, mergulhador, caçador e outras comunidades esquisitas são chegados a estórias carregadas de criatividades e ficam bravos quando o interlocutor não acredita em suas incríveis façanhas, mas o pescador australiano Brendon Hilder mandou ver e ainda apresentou um pequeno vídeo para provar que ele fisgou um tubarão tigre com quatro metros utilizando apenas uma linhazinha de mão. Diz a matéria, publicada no Globo.com/Planeta Bizarro, que Brendon depois de posar para fotos, lançou o bichano novamente ao mar. Eita cabra bom!

Pense numa turma criativa!

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Nunca fiz a conta, até porque ultimamente sou meio afeito a detalhes, mais dizem que durante uma vida a bordo de um veleiro o tempo de velejadas não chega a dez por cento do tempo total. Como eu disse, ainda não fiz a conta, mas estou convencido do resultado. Velejador cruzeirista é decididamente relapso com o dia marcado e sempre consegue achar a melhor desculpa para adiar a partida. De adiamentos em adiamentos os ventos vão mudando e sempre o dia definitivo é justamente aquele em que os ventos estão totalmente desfavoráveis. E não adianta ninguém tentar provar o contrário.

Enquanto os dias passam, vão sendo programados e degustados churrascos, que nunca faltam em encontros de cruzeiristas, e os intermináveis bate papos ao sabor das horas que passam sem que se perceba. Nessas horas começam a surgir aquelas histórias que não é somente pescador que sabe contar. Podem ser que algumas recebam excessivas cargas de aumento, mas nem de longe podemos dizer que é mentira. Pelo menos diante de quem está contando!

Num desses churrascos surgiu a histórias que eu não presenciei, mas foi relatada por um grande amigo que presenciou o fato durante uma velejada. Disse ele que quando já tinham dado uns trocentos bordos entre a barra de Natal e Ponta Negra, com aquele sol de rachar moleira e cozinhar os miolos que faz a fama da Cidade do Sol, um dos tripulantes disse que havia avistado uma tartaruga e que pelo formato da cabeça só poderia ser uma tartaruga cabeçuda.

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