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A dor de um povo

navioO terremoto de 7,5 graus e tsunami com ondas de mais de dois metros de altura, que devastou a ilha Sulawesi, na Indonésia, dia 28/09, deixando um rastro macabro de mais de 800 mortos, até o último boletim oficial, abalou o mundo, mas sinceramente, não vi um traço de tristeza no rosto e nem algumas palavras de condolências do governo brasileiro e nem dos pretensos candidatos a assumir o cargo. – E o que isso tem haver? – Nada não, foi apenas um comentário besta, porém, diante de tantas cobranças estrangeiras contra as decisões das nossas instituições, como se aqui não existisse soberania, fica o registro. As autoridades ainda não sabem a extensão da tragédia, porque é uma região com várias áreas isoladas e não foi apenas um terremoto e sim uma série. A indonésia está localizada na região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico, uma das áreas do mundo mais sujeitas a tremores e atividades vulcânicas. Seguimos as palavras do Papa Francisco: “Oremos pelos mortos – infelizmente muitos – pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas e empregos. Que o Senhor os fortaleça e apoie os esforços daqueles que estão tentando trazer alívio”

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Tufão Mangkut

lyt0cw83pcybsragebkiO Brasil ardendo no fogo da discórdia e eu aqui falando de furacões. Mas num se avexe com isso não, porque depois de viver um bom tempo da vida a bordo de um veleiro de oceano, a gente fica mesmo com a cabeça cheia de vento. Pois bem, o furacão Florence cisca com as sete bexigas sobre o terreiro de Tio Sam, assoprando ventos de mais de 170 km/h e em sua trajetória de terror, já ceifou algumas vidas inocentes e ameaça inundar cidades inteiras. Porém, dizem os entendidos, que o monstro está perdendo forças, mas continua ameaçador. Já para os lados da Ásia, quem urra mais alto do que  Florence é o tufão Mangkut, trazendo ventos de mais de 230 km/h e ameaça passar com tudo sobre as Filipinas, do metido a brabo, Rodrigo Duterte.  Alguns dizem que é a natureza em fúria e tem até quem aposte num castigo dos céus, mas eu me apego mesmo é com os ciclos precisos da mãe natureza e estamos justamente no período dos tais fenômenos, uns mais valente, outros mais mansos e assim vamos seguindo e contando a história. – E o que danado é furacão e o que “bixiga” é tufão? – Um mais um é dois e dois mais dois é quatro. Os dois são tempestades tropicais, só que no Oceano Atlântico Norte e no Nordeste do Oceano Pacífico, a fera se chama Furacão. No Noroeste do Pacífico, o bicho é conhecido por Tufão. No Brasil o bicho vira ciclone, saci, cruviana, pé de vento e assim vai.      

A cara feia da cruviana

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A imagem é bela, mas como dizem que quem vê cara não vê coração, mesmo estando a milhares de quilômetros, dá para sentir um frio na espinha. O Florence, furacão que os cientistas já consideram que fará parte da lista dos mais destruidores, se aproxima da costa leste dos EUA, produzindo ventos turbinados de mais de 220 km/h, e pelo caminhar da fera, deverá atingir a Carolina do Sul, para fazer reboliço, entre a noite da quinta-feira e a manhã da sexta. Porém, o bicho não está sozinho nessa jornada catastrófica pelo Atlântico Norte, e coladinho em seu rastro caminham três filhotes de monstros doidinhos para mostrar serviço. Que os deuses tenham compaixão! 

Furacão Florence

florenceEnquanto nas terras de pindorama nuvens negras e artificiais ameaçam o futuro de um povo, por outras bandas do mundo a ameaça vem em forma de violentos fenômenos naturais. No início de setembro, tufões e tremores de terra fizeram verdadeiro salseiro nas ilhas asiáticas deixando mortos e feridos por onde passou, agora mais uma vez os ferozes furacões do Atlântico Norte rugem e põem em alerta as forças da defesa civil das Bahamas, Bermudas e americanas do norte. O furacão Florence que vem mudando de cara a cada quilometro percorrido sobre o Atlântico, já foi tempestade tropical, já foi furacão, voltou a ser tempestade e agora, segundo  o Centro Nacional de Furacões dos EUA, na madrugada deste domingo, 09/09, voltará a se transformar em furacão e com força cinco. Os estudos indicam que a temporada de furacões 2018 será abaixo do normal e apenas um deles terá força destrutiva, como o Katrina e o Irma. Será essa a sina do Florence? Torcemos que não!   

Eparrêi Oyá

infrared-goes-16-harveyA temporada de furacões 2018, que começou em junho e vai até novembro, já vai alta e três cruvianas já fizeram cara feia e assustaram o povo americano do norte, caribenho e mexicano. Como bem disse um amigo: Só sabe o que é um furacão quem já se pegou com um deles. Graças aos santos do Céu, nunca fui apresentado e nem quero ser.  Furacão é sempre uma preocupação para o navegante que traça rotas pelos mares do Atlântico Norte, principalmente aqueles que se aventuram pelas ilhas do Caribe, pois, por capricho, os capetinhas que mexem o caldeirão de vento, sempre dão um jeito de fazer estragos fatais em meio as ilhas dos piratas. Este ano já desfilaram por lá o Albert, BerylChris, que rodopiaram para lá, ciscaram para cá e se danaram mundo afora até perderem força e vez. Segundo mostram os gráficos e o histórico bate o martelo, os meses que o bicho fica mais valente é agosto, setembro e outubro, mas danado é quem brinca de acreditar em coisa feita. Vamos ver o que vai dar e torcer para que Iansã não se avexe! E para quem quer saber o que ainda vem por aí, veja na lista de batismo: 

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E lá vem José

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A temporada de furacão 2017 tudo indica que vai ser barra pesada. Mal chegou o furacão Irma, com sua cara feia de categoria  5 e ameaçando varrer pequenas ilhas, já tem outro zoando no horizonte. Os satélites já apontam suas lentes para acompanhar o desenrolar da tempestade tropical José, que se formou na esteira do Irma e cresce a cada minuto. Especialistas acreditam que José se transformará em furacão até o final da semana. 

Aviso aos navegantes

anima_alturaEh, o tempo está bem esquisito mundo afora e nem as melhores melhores previsões resistem a um dia sem precisar de atualização. Pois num é que a força dos ventos que sobem a costa da América do Sul tomou gosto e pisou firme no acelerador assanhando o mar e fazendo as ondas subirem a mais de 3 metros pelo sul, sudeste e até a quarta-feira promete fazer chafurdo por Fernando de Noronha. Segundo os gráficos do CPTEC/Inpe, o mar da ilha maravilha deve chegar a mais de 2 metros de altura e os ventos oceânicos devem soprar a mais de 18 nós de velocidade. A flotilha da Refeno que está em Noronha deve ficar alerta. Já um pouquinho mais para cima, mais precisamente na altura de Trinidad e Tobago, um ciclone está tomando forma e deve atingir a região entre quarta e sexta-feira, com ondas de mais de 9 metros e ventos na marca acima dos 40 nós. Aliás, faz tempo que furacões não chegam a Trinidad.