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E por falar em previsões…

mapservOs dias estão tão sombrios pelas redações dos jornais que até as previsões meteorológicas, coisa fácil de acompanhar nesses tempos modernosos, patinam em meio ao vácuo da tal onda “fake” que assola e consome as entranhas das “terras de pindorama”, transformando tudo e todos em palco e personagens de um imenso drama pastelão. Na semana passada o litoral sudeste, entre Rio de Janeiro e São Paulo, foi sacudido por uma violenta depressão e quando a poeira baixou, as manchetes se avexaram em estampar que o “bicho” que havia castigado cariocas e paulistas era um furacão. Ora pois! Ontem, 07/05, fortes chuvas caíram sobre a capital potiguar causando os mesmos e infindáveis transtornos de todas as chuvas que caem Brasil afora, transtornos esses causados muito mais pela ação desordenada e irresponsável do ser humano do que pela força suprema da natureza. Na manhã desta quarta-feira, 08, as redes sociais replicaram notícia ameaçadoras, vindas não sei de onde diacho, que grandes temporais ameaçam o bom decorrer da semana pelas terras do Rio Grande do Norte e os anunciadores do caos alertam e aconselham que o povo se prepare para a passagem da besta fera. Ora, Ora! Mais do que depressa, me arvorei a abrir os sites meteorológicos em busca das notícias ameaçadores e para ver se os satélites já haviam tirando um retrato da cara feia do bicho, mas o que encontrei foi o velho e bom balde de água fria e a certeza do samba do crioulo doido em que se meteu a informação jornalística. Os meninos do CPTEC/INPE dizem que vai chover e, em algumas regiões do mapa brasileiro, com forte intensidade e tomara que São Pedro seja generoso com as regiões do meu Rio Grande do Norte que concentram grandes reservatórios, pois, apesar das últimas chuvas, ainda estão necessitados.

Pancadas de chuva localmente forte em parte do Brasil

Nesta quarta-feira (08/05), haverá condição para pancadas de chuva em boa parte do país. A chuva mais forte ocorrerá na faixa norte do país, entre o norte do AM e norte e leste do Nordeste. No Sul do Brasil o tempo voltará a instabilizar, com condição para temporais localizados a partir da tarde.

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A dor de um povo

navioO terremoto de 7,5 graus e tsunami com ondas de mais de dois metros de altura, que devastou a ilha Sulawesi, na Indonésia, dia 28/09, deixando um rastro macabro de mais de 800 mortos, até o último boletim oficial, abalou o mundo, mas sinceramente, não vi um traço de tristeza no rosto e nem algumas palavras de condolências do governo brasileiro e nem dos pretensos candidatos a assumir o cargo. – E o que isso tem haver? – Nada não, foi apenas um comentário besta, porém, diante de tantas cobranças estrangeiras contra as decisões das nossas instituições, como se aqui não existisse soberania, fica o registro. As autoridades ainda não sabem a extensão da tragédia, porque é uma região com várias áreas isoladas e não foi apenas um terremoto e sim uma série. A indonésia está localizada na região conhecida como Círculo de Fogo do Pacífico, uma das áreas do mundo mais sujeitas a tremores e atividades vulcânicas. Seguimos as palavras do Papa Francisco: “Oremos pelos mortos – infelizmente muitos – pelos feridos e por aqueles que perderam suas casas e empregos. Que o Senhor os fortaleça e apoie os esforços daqueles que estão tentando trazer alívio”

Tufão Mangkut

lyt0cw83pcybsragebkiO Brasil ardendo no fogo da discórdia e eu aqui falando de furacões. Mas num se avexe com isso não, porque depois de viver um bom tempo da vida a bordo de um veleiro de oceano, a gente fica mesmo com a cabeça cheia de vento. Pois bem, o furacão Florence cisca com as sete bexigas sobre o terreiro de Tio Sam, assoprando ventos de mais de 170 km/h e em sua trajetória de terror, já ceifou algumas vidas inocentes e ameaça inundar cidades inteiras. Porém, dizem os entendidos, que o monstro está perdendo forças, mas continua ameaçador. Já para os lados da Ásia, quem urra mais alto do que  Florence é o tufão Mangkut, trazendo ventos de mais de 230 km/h e ameaça passar com tudo sobre as Filipinas, do metido a brabo, Rodrigo Duterte.  Alguns dizem que é a natureza em fúria e tem até quem aposte num castigo dos céus, mas eu me apego mesmo é com os ciclos precisos da mãe natureza e estamos justamente no período dos tais fenômenos, uns mais valente, outros mais mansos e assim vamos seguindo e contando a história. – E o que danado é furacão e o que “bixiga” é tufão? – Um mais um é dois e dois mais dois é quatro. Os dois são tempestades tropicais, só que no Oceano Atlântico Norte e no Nordeste do Oceano Pacífico, a fera se chama Furacão. No Noroeste do Pacífico, o bicho é conhecido por Tufão. No Brasil o bicho vira ciclone, saci, cruviana, pé de vento e assim vai.      

A cara feia da cruviana

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A imagem é bela, mas como dizem que quem vê cara não vê coração, mesmo estando a milhares de quilômetros, dá para sentir um frio na espinha. O Florence, furacão que os cientistas já consideram que fará parte da lista dos mais destruidores, se aproxima da costa leste dos EUA, produzindo ventos turbinados de mais de 220 km/h, e pelo caminhar da fera, deverá atingir a Carolina do Sul, para fazer reboliço, entre a noite da quinta-feira e a manhã da sexta. Porém, o bicho não está sozinho nessa jornada catastrófica pelo Atlântico Norte, e coladinho em seu rastro caminham três filhotes de monstros doidinhos para mostrar serviço. Que os deuses tenham compaixão! 

Furacão Florence

florenceEnquanto nas terras de pindorama nuvens negras e artificiais ameaçam o futuro de um povo, por outras bandas do mundo a ameaça vem em forma de violentos fenômenos naturais. No início de setembro, tufões e tremores de terra fizeram verdadeiro salseiro nas ilhas asiáticas deixando mortos e feridos por onde passou, agora mais uma vez os ferozes furacões do Atlântico Norte rugem e põem em alerta as forças da defesa civil das Bahamas, Bermudas e americanas do norte. O furacão Florence que vem mudando de cara a cada quilometro percorrido sobre o Atlântico, já foi tempestade tropical, já foi furacão, voltou a ser tempestade e agora, segundo  o Centro Nacional de Furacões dos EUA, na madrugada deste domingo, 09/09, voltará a se transformar em furacão e com força cinco. Os estudos indicam que a temporada de furacões 2018 será abaixo do normal e apenas um deles terá força destrutiva, como o Katrina e o Irma. Será essa a sina do Florence? Torcemos que não!   

Eparrêi Oyá

infrared-goes-16-harveyA temporada de furacões 2018, que começou em junho e vai até novembro, já vai alta e três cruvianas já fizeram cara feia e assustaram o povo americano do norte, caribenho e mexicano. Como bem disse um amigo: Só sabe o que é um furacão quem já se pegou com um deles. Graças aos santos do Céu, nunca fui apresentado e nem quero ser.  Furacão é sempre uma preocupação para o navegante que traça rotas pelos mares do Atlântico Norte, principalmente aqueles que se aventuram pelas ilhas do Caribe, pois, por capricho, os capetinhas que mexem o caldeirão de vento, sempre dão um jeito de fazer estragos fatais em meio as ilhas dos piratas. Este ano já desfilaram por lá o Albert, BerylChris, que rodopiaram para lá, ciscaram para cá e se danaram mundo afora até perderem força e vez. Segundo mostram os gráficos e o histórico bate o martelo, os meses que o bicho fica mais valente é agosto, setembro e outubro, mas danado é quem brinca de acreditar em coisa feita. Vamos ver o que vai dar e torcer para que Iansã não se avexe! E para quem quer saber o que ainda vem por aí, veja na lista de batismo: 

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E lá vem José

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A temporada de furacão 2017 tudo indica que vai ser barra pesada. Mal chegou o furacão Irma, com sua cara feia de categoria  5 e ameaçando varrer pequenas ilhas, já tem outro zoando no horizonte. Os satélites já apontam suas lentes para acompanhar o desenrolar da tempestade tropical José, que se formou na esteira do Irma e cresce a cada minuto. Especialistas acreditam que José se transformará em furacão até o final da semana.