Arquivo da tag: espaço sideral

Somos o que somos

1 Janeiro (109)

Não tem jeito para nós, felizes integrantes da espécie homo sapiens, somos o maior problema do “planetinha azul”, do espaço sideral e seremos das galáxias que por ventura algum cientista mais curioso consiga enxergar nas lentes de sua luneta. Somos bilhões de usinas ambulantes produtoras de lixo e não existe, jamais existirá, projeto educacional que mude nossa maneira de ser e agir. Pode ser primeiro, segundo, terceiro, quarto ou o mais baixo dos mundos, somos poluidores inveterados e ponto final.

Pois num é que os astronautas das naves Apolo, que chafurdaram na Lua entre os anos 60 e 70, deixaram no solo do nosso lindo satélite natural umas 96 –isso é o que eles dizem – sacolas, entupidas até a boca, de merda, urina e vomito! Os sujismundos espaciais, que somente agora descobriram a peraltice, alegam que era para aliviar peso da nave em seu retorno a Terra, porque estavam trazendo pedras, areia e sacos com poeira lunar e se trouxessem a bosta, poderia ser que desse merda no caminho.

Agora que a imundice foi descoberta, a Nasa está querendo mandar uma Nave lixeiro para pegar os sacos de excrementos que Neil Armstrong e seus colegas de aventura deixaram de presente para o povo da Lua. Mas já que vão buscar, já tem cientista doidinho para meter o nariz no saco para ver se a massa continua com cheiro, cor e textura de bosta. Porém, como no meio científico tem interessado em pesquisar tudo e mais um pouco, graças aos deuses, uma turma pretende meter a mão no saco para ver se existe algum ser vivo em meio a lama de fossa. Na minha opinião, só vão encontrar estrume e restos mortais de lombrigas. Se bem que, depois de 50 anos de fases da Lua, quando os galegos abrirem o lacre dos sacos, se a sala não for a prova de bomba atômica e se eles não tiverem usando aquelas máscaras de filme de contaminação radioativa, vão ficar só o pó.

Deve ser por isso que os galegos nunca mais quiseram botar os pés na Lua, pois é sempre assim quando reconhecemos que fizemos uma merda grande em terra alheia. Devem estar envergonhados! E também deve ser por isso que os chineses decidiram mandar sua espaçonave para o lado oculto, pois vá lá que encontrem algum fiscal do meio ambiente lunar querendo tirar satisfação. – A merda é sua? – Num e nõ, pluke china nunka vir aki e china só comi aloz i eça meleka tem xelo di hot dog!

Diante dessa notícia fico matutando: Rapaz, se os lunáticos resolverem jogar os sacos de lá para cá, pense numa bronca! Se o cara joga um saquinho de merda de uma altura de dois metros a lambança é grande, imagine lá da Lua! Valei-me São Jorge!

Nelson Mattos Filho

Anúncios

Hoje tem novidade no céu

eei_curitibaPara quem está pelas bandas de Curitiba, São Paulo e Belo Horizonte, a procura de uma novidade, ou curiosidade, para a noite desta terça-feira, véspera de feriado, basta sentar em um banco de praça para observar o céu, isso se as nuvens deixarem e São Pedro colaborar, para apreciar a passagem da Estação Espacial Internacional (EEI), que estará visível exatamente às 20 horas 37 minutos e 34 segundos –  pense numa precisão! A EEI passeia pelo espaço a 408 quilômetros de distância do nosso planetinha azul, bisbilhotando as coisas das ciências. Fonte: Revista Galileu

Esse passou raspando

colisacc83o-terra-asteroide-20150923-042

A natureza é assim, quando os terráqueos acham que seus estudos, satélites, telescópios, foguetes e mais um monte de parafernália estrambólica  vasculham o espaço na vã esperança de nos livrar de uma pedrada bem no meio do quengo, os duendes espaciais aprontam das suas só para ficarem dando gargalhadas interplanetárias e tirando onda com nossa cara de tonto. Foi assim que aconteceu na última segunda-feira, 09/01/2017, quando um tijolão batizado de asteroide 2017 AG13, cruzou faceiro pelas orbitas da Terra e de Vênus, numa distancia correspondente a metade da distância entre nosso planetinha azul e a Lua. E sabe quando o pedregulho de pouco mais de 34 metros de largura foi descoberto? Quando já estava no meio de seu despreocupado e ameaçador passeio. Alguns cientistas dizem que o asteroide não representava risco e que se desintegraria assim que estrasse em nosso reino encantado, porém, como tudo na vida tem dois lados, ou mais, outro grupo de cientistas afirmam que o bicho traria sim um risco bem considerável e a força de seu impacto liberaria energia dezenas de vezes maior do que a bomba de Hiroshima, mas que tudo seria ouvido por nós com mesmo incomodo que temos diante do barulho de nossas ruas, porque o pipoco se daria a uma altura de mais de 16 quilômetros. – Agora cá pra nós: Os caras nem viram o asteroide chegar, avalie acreditar nessas teorias amalucadas. Fonte: Veja e Hypercience 

Do mundo das estrelas

ciencia-china-maior-radiotelescopio-do-mundo-20160705-021gaia_s_first_sky_mapDesde que os primeiros seres vivos pisaram no planetinha Terra que o espaço sideral é olhado como uma fronteira fascinante e extremante instigante, mas foi com o nascimento do primeiro ser humano que o espaço passou a ser desejado e de lá para cá o desejo não para de crescer e apesar ter havido grandes avanços sobre o mundo das estrelas, ainda não sabemos praticamente nadica de nada. Assim como os oceanos, que já foram vasculhados quase a exaustão, e até os dias de hoje nos deparamos com o desconhecido, o espaço é uma incógnita. Recentemente foi divulgado pela Agência Espacial Europeia um mapa da Via Láctea, que segundo a Agência é o mais completo, onde estão catalogadas mais de 1 bilhão de estrelas. Nesse domingo, 25/09, os chineses colocaram em funcionamento o radiotelescópio FAST, que dizem ser o maior do mundo, com a finalidade de pesquisar algum resquício de vida extraterrestre. O FAST, instalado na província de Guizhou, no sudeste do país asiático, possui 4.450 painéis que formam uma concha de 500 metros de diâmetro e custou uma bagatelazinha de 180 milhões de dólares. – Será que em outras galáxias as pessoas tem whatsapp? Se não tiver, não vai ter graça nenhuma! – E loja de R$ 1,99? – Se não tiver vai ter! Fonte: Veja.abril.com

Será papo de maluco?

universo

“O Universo se estirou no sofá, se cobriu com uma manta e se prepara para um sono eterno” Louco eu? – Eu não! A frase é do pesquisador Simon Driver, membro do Centro Internacional de Pesquisas Radioastronômicas (ICRAR) da Austrália. Assim como os oceanos, o Universo é infinito em projetos científicos e a cada dia somos surpreendidos com estudos que refletem a alma livre do homem. Vez em quando deixo minha cabeça voar pelo espaço em busca de respostas e segredos, mas confesso que meus voos espaciais não passam de sonhos que povoam a mente ociosa de um velejador de cruzeiro. Hoje me deparei com uma manchete, O Universo está morrendo lentamente, e fiquei tão intrigado que deixei tudo para lá e mais do que depressa fui saber do que se tratava. Segundo o relatório de uma equipe internacional de cientistas, há 2 bilhões de anos – isso mesmo, 2 bilhões de anos – a energia produzida pelas 200 mil galáxias – e eu nem sabia que existia isso tudo –era duas vezes maior do que hoje em dia. Mas antes que você se apresse em perguntar, já vou respondendo: Para que serve essa informação eu mesmo que não sei, mas os cientistas dizem que no futuro os dados podem melhorar a compreensão do processo de formação das galáxias. Ah bom! Vamos navegar!  Fonte: globo.com