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Tradições Navais

10 Outubro (155)

Agulha e Bússola

O navio tem agulha, não bússola.

A origem é antiga. As primitivas peças imantadas, para governo do navio, eram, na realidade, agulhas de ferro, que flutuavam em azeite, acondicionadas em tubos, com uma secção de bambu. Chamavam-se calamitas. Como eram basicamente agulhas, os navegantes espanhóis consideravam linguagem marinheira, a denominação de agulhas, diferentemente de bússolas, palavra de origem italiana que se referia à caixa – “bosso” – que continha as peças orientadas.

Fonte: marinha.mil.br

Tradições Navais

Flâmula de Comando

A Flâmula de Comando

“No topo do mastro dos navios da Marinha do Brasil existe uma flâmula com 21 estrelas. Ela indica que o navio é comandado por um oficial de Marinha. Se alguma autoridade a quem o Comandante esteja subordinado, organicamente (dentro de sua cadeia de comando) estiver a bordo, a flâmula é arriada e substituída pelo pavilhão-símbolo daquela autoridade. A flâmula é trocada nas passagens de comando e em nenhum outro caso é arriada.” fonte: marinha.mil.br

Curiosidade

5 Maio  (40)

No post Entre mofos, livros e regatas, fiz um comentário sobre o velejador Aleixo Belov e recebi uma mensagem, via email, do comandante Mário Engles, lá das Alagoas. Foi justamente nessa época, em que ele se refere, com o Avoante ferido de morte, título de um artigo do próprio Mário para a revista Náutica, que compramos esse veleirinho que só nos tem dado alegrias.

Nelson,

Quando chegamos em Natal com o Avoante em pane, o Aleixo Belov nos recebeu no cais, estava iniciando sua terceira volta ao mundo, com a seguinte frase: “sem mastro, mas com o barco no Porto, parabéns.”

 

Conte sua história

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Quando falamos que somos velejadores ou que moramos a bordo de um veleiro, as pessoas são possuídas por uma imensa e gostosa curiosidade. Todos querem saber como descobrimos o mar, se tem alguém na nossa família com essa descendência, ou demência, ou até mesmo perguntam por também terem uma paixão recolhida com o mar. Pensando nisso, e também movido pela curiosidade, hoje vou dar inicio a mais uma série especial de postagens em nosso blog e você, leitor velejador, é quem vai redigir o texto. Conte a história de como você descobriu e como embarcou nesse mundo maravilhoso que é a vela, para formamos um grande e precioso arquivo da história da vela no Brasil. Escreva seu texto em 60 linhas, com letra tamanho 12, anexe uma foto e envie para o email: avoante1@gmail.com . Seja o primeiro a mandar sua história e abra as velas da nossa Nau!