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Notícias do olho da tempestade

e2113f55fc51af12924efaca70d96a81 As previsões meteorológicas dão conta de que Iba, nome da tempestade tropical que castiga parte do litoral da Bahia e Espírito Santo, provocando temporais e alagamentos na capital baiana, está se afastando da costa e caminha serelepe para os cafundós do oceano Atlântico. Ufa! A Marinha do Brasil mantém os avisos de mar grosso e ondas que podem chegar, segundo os mais céticos, aos 5 metros de altura em alto mar. Mas como não se brinca com os amuos da natureza e o coisa ruim é feio que só vendo e é um fenômeno histórico na parte do litoral em que se formou, não nos custa colocar as barbas de molho, pois esse tal de Iba é muito estranho.

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Aviso aos navegantes

anima_alturaEh, o tempo está bem esquisito mundo afora e nem as melhores melhores previsões resistem a um dia sem precisar de atualização. Pois num é que a força dos ventos que sobem a costa da América do Sul tomou gosto e pisou firme no acelerador assanhando o mar e fazendo as ondas subirem a mais de 3 metros pelo sul, sudeste e até a quarta-feira promete fazer chafurdo por Fernando de Noronha. Segundo os gráficos do CPTEC/Inpe, o mar da ilha maravilha deve chegar a mais de 2 metros de altura e os ventos oceânicos devem soprar a mais de 18 nós de velocidade. A flotilha da Refeno que está em Noronha deve ficar alerta. Já um pouquinho mais para cima, mais precisamente na altura de Trinidad e Tobago, um ciclone está tomando forma e deve atingir a região entre quarta e sexta-feira, com ondas de mais de 9 metros e ventos na marca acima dos 40 nós. Aliás, faz tempo que furacões não chegam a Trinidad. 

Temperatura alta bate recorde em 2016

mapservO clima tem andado meio arredio nos últimos anos, talvez por culpa de nós mesmos, habitantes descuidados desse planetinha perdido no espaço, mas quem sabe por capricho da própria natureza e sua incrível capacidade de renovação. Talvez nunca saibamos os verdadeiros motivos, até porque, a Terra, esse planeta meio único, meio lenda, meio inteligente e até meio complacente com seus habitantes, jamais fale sobre os segredos de sua eterna juventude. Dizem até que ele é um velho bobo que caminha rodopiando pelas estrelas em uma linha tão igual que nem damos conta, pois o rastro é profundo para ser descaminhado. Diante de sua idade avançada, os homens dos estudos afirmam que ele não suportará por muito tempo nossos costumes cada dia mais estranhos, mas se me perguntarem o que acho, eu direi que nosso planetinha azul está meio diferente sim, tão diferente que até abaixo da linha do equador das terras brasilis, vez por outra assistimos a passagem de fenômenos climáticos  que apenas víamos através dos noticiários internacionais. Recentemente, e não foi o primeiro e nem será o último, um ciclone extratropical saiu plagas argentinas e caminhou serelepe pelas praias do sul e sudeste brasileiro. O bicho só não foi mais feio, porque se escafedeu pelos horizontes oceânicos, deixando apenas uns amuos de uma forte ressaca e vendavais de grosso calibre. Mas que ameaçou, ameaçou! Agora vejo nas ondas internéticas que cientistas apostam que 2016 será o ano mais quente da história e que a partir de agora essa será a norma a ser seguida. Os estudiosos afirmam que agosto bateu todos os recordes de temperatura elevada já registradas, tanto na superfície terrestre, quanto nos oceanos. O clima está tão quente que já tem galinha botando ovo cozido!     

Aviso aos navegantes

mapservNa semana passada os exércitos de Netuno e Éolo estavam metendo bronca em manobras conjuntas pelos mares do nordeste brasileiro e a Marinha do Brasil acompanhou tudo bem de perto, emitindo avisos e alertas aos navegantes diariamente. Essa semana, 12 a 17/09, a peleja debandou para os lados do Sul e promete coisa feia de arrepiar, com previsão de chuvas fortes, ventos que podem passar dos 50 km/h e ondas oceânicas de até 8 metros de altura. A Marinha alerta que pequenas e médias embarcações fiquem bem quietinhas no porto e as grandes tomem ciência, pois o que vem por aí é nada mais, nada menos do que um Ciclone Extratropical Explosivo e os meninos do CPTEC/Inpe apostam que a banda vai tocar assim: 

Entre hoje (12/09) à tarde e terça-feira (13/09) de manhã, uma pista de ventos fortes de nordeste de até 50 km/h poderão ser observados no litoral do RS e sul de SC. Entre terça-feira (13/09) e início da quinta-feira (15/09), os ventos mudarão para oeste/sudoeste e ficarão ainda mais intensos de até 70 km/h m/s no litoral do RS e de até 85 km/h em mar aberto associados com a passagem de um sistema frontal. Na quarta-feira (14/09) de manhã, o mar ficará muito agitado com ondas de sudoeste entre 3 e 8 metros de altura em oceano aberto , na altura da costa do RS. Esta agitação marítima deverá atingir o litoral do RS e sul de SC entre quarta-feira (14/09) à noite e sexta-feira (16/09) de manhã com ondas de sudoeste/sul de até 3 metros. Haverá risco de ressaca na região. Neste período, ondas altas de sudoeste com alturas entre 4 e 8 metros ainda serão observadas em oceano aberto, na altura do RS e sul de SC. Ondas entre 3 e 5 metros também chegarão em oceano aberto, na altura do norte de SC e sul de SP a partir de quinta-feira (15/09) de manhã. A agitação marítima atingirá o litoral norte de SP e RJ com ondas vindo do sul/sudoeste com alturas entre 2,5 metros e 3 metros entre quinta-feira(15/09) à noite e sexta-feira(16/09) de manhã.

Parece que vem bronca

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Para quem nunca viu a imagem acima, cortada por gráficos e marcações, nem passa pela cabeça que tudo que está escrito e desenhado na imagem é a leitura do clima sobre nosso continente, mas especificamente sobre o Brasil. Claro que estamos assistindo abismados o clima esquentar e o leite azedar de vez em nossas ruas, mas não é isso que quer dizer o gráfico, e sim, que os deuses que regem a natureza estão azeitando a panela para dar mais uma demonstração da incrível força de seus exércitos. Tomará que os generais da natureza acalmem as tropas e tudo não passe de mais um treinamento, porque se não for isso, assistiremos mais um ciclone soprar suas verdades sobre as pairagens brasileiras. Por enquanto a bronca está sobre o reduto de Netuno. A leitura do quem diz o gráfico está na notinha do CPTEC/INPE e ela diz assim:

 

ANÁLISE SINÓTICA – 06/03/2016 -12Z

Na análise da carta sinótica de superfície das 12Z do dia 06/03, observa-se um sistema frontal com características subtropicais, cujo ciclone (em oclusão) tem valor de 996 hPa, centrado em torno de 40°S/40°W sobre o Oceano Atlântico. Outro sistema frontal se forma ao largo da costa do Uruguai e do RS, associada a uma baixa pressão de 1008 hPa. Ao sul de 48°S sobre o Oceano Atlântico Sul, nota-se a presença de outro sistema transiente. A Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) apresenta valor de 1032 hPa, centrada em torno de 38°S/12°W (fora do domínio desta figura). A Alta Subtropical do Pacífico Sul (ASPS) tem núcleo de 1020 hPa em torno de 39°S/88°W. A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) apresenta banda dupla sobre o Oceanos Pacífico e Atlântico, oscilando entre 01°N/03°N – 02°S/05°S e 0°/03°N- 02°S/04°S, respectivamente.
Atualizado:06/03/2016

Um furacão no Atlântico Norte

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Um raro furacão deu as caras no Atlântico Norte na tarde dessa quinta-feira, 14 de janeiro e foi batizado pelos estudiosos dos efeitos climáticos de Alex. O Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos emitiu boletim classificando o Alex como um furacão com centro mínimo de pressão de 981 hPa e ventos estimados em 140 km/h. A fera climática no fim da tarde estava a 790 km ao sul da ilha Faial, nos Açores. Segundo os cientistas do tempo, o Alex deve ter vida curta, porque está seguindo para o norte, onde as águas são frias e isso enfraquece o monstro. Tomara! Fonte: site Terra

A força dos ventos

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O velejador baiano Haroldo Quadros, incansável pesquisador e navegador das paragens internéticas, enviou algumas curiosidades sobre a força dos ventos sobre o planeta Terra e que são registradas como recordes nas páginas digitais da enciclopédia livre Wikipédia. Vejamos:

Acredita-se que cada um destes recordes seja um valor oficialmente medido por instrumentos meteorológicos dentro dos padrões da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

Recordes de velocidade do vento

  • Maior velocidade registrada: 484±32 km/h, numa rajada de 3 segundos; observada por um radar Doppler, durante a passagem de um tornado próximo à cidade de Oklahoma, EUA, em 3 de maio de 1999.
  • Maior velocidade registrada com um anemômetro: 407 km/h, numa rajada de 3 segundos em Barrow Island, Austrália Ocidental, 10 de abril de 1996, durante o ciclone tropical Olivia.
  • Maior velocidade registrada por um anemômetro, fora de um ciclone tropical ou tornado: 372 km/h, na média de um minuto; Monte Washington, Nova Hampshire, EUA, 12 de abril de 1934.
  • Maior média de velocidade no período de 1 dia: 174 km/h, Port Martin (Terra Adélia), Antártida, entre 21 e 22 de março 1951.