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A Península de Itapagipe

8 Agosto (216)

A Península de Itapagipe, onde está localizado o bairro da Ribeira, em 2009 foi considerado, em votação feita na internet, um dos sete lugares mágicos de Salvador e é dotado de uma beleza ímpar de se ver. É na Península que está a Igreja do Senhor do Bonfim, o hospital, as obras sociais e o memorial de Irmã Dulce, O Monte Serrat – um dos mais belos recantos da capital baiana, a Ponta de Humaitá – um dos cartões postais da Bahia, a Praia da Boa Viagem e uma das orlas mais animadas da cidade e que tem na segunda-feira seu dia de maior alegria. É na Ribeira que baianos e turistas se deliciam na famosa Sorveteria da Ribeira, nas inúmeras pizzarias que servem pizzas com massa de batata, nos tradicionais botecos, nos pasteis e num calçadão que é um verdadeiro convite ao ócio.

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Os bairros da Península de Itapagipe ainda conservam um ar interiorano e ainda podemos ver moradores com cadeiras nas calçadas em animados bate papos com vizinhos e amigos, numa cidade que beira fácil os três milhões de habitantes. A Ribeira é um encanto e um grande livro a céu aberto, onde podemos ver o melhor de uma cidade multifacetada. 

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Nada não

boa

Depois de praticamente dez dias fuçando o Avoante em busca de defeitos; se entocar na cabine para fugir das chuvas que castigaram Salvador; de contar as gotas para abastecer o tanque de água – pois incrivelmente a capital baiana ficou literalmente sem abastecimento da fonte da vida por uma semana; de tomar uma cerveja aqui outra acolá; de estar atracado ao píer por um período tão longo.  Estou contando às horas para dar essas mesmas respostas.    

Bomba! A matança continua

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Isso não é uma denúncia, até porque, mesmo que fosse não iria dar em nada como sempre. Mas as águas da Bahia e principalmente da Baía de Todos os Santos continuam sendo sacudidas pelas bombas de criminosos ambientais que se acham no direito e, o que é pior, na certeza de que nada ira acontecer com eles. O resultado do crime é o que mostram as imagens acima: Milhares de peixes mortos e apodrecidos sendo levados para cima e para baixo pelas marés e tentando serem vistos pelas autoridades que não estão nem ai para o problema. Foi assim durante todo o dia do último Sábado, 26/10 e desse Domingo, 27/10. As propagandas oficiais insistem em mostrar uma polícia bem equipada com lanchas e jet-skis e sempre pronta a coibir a ação dos criminosos travestidos de pescadores, mas tudo não passa, como diz o ditado, de: “Coisa para inglês ver”. E não pensem que as imagens é em algum ponto isolado das águas que banham a capital baiana, elas foram feitas em plena orla do Bairro da Ribeira, que todos os dias é sacudida pelas bombas. No mês de Julho publicamos aqui a postagem Um Crime Recorrente e Sem Controle, denunciando essa prática criminosa descrita na Lei inafiançável número 9.605/98, porém, tudo continua como sempre foi na terra da felicidade.