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Novos rumos a Marina da Glória

marina_tacEnvolto numa eterna polêmica, a Marina da Gloria, no Rio de Janeiro, tudo indica, parece que vai tomar um rumo animador, mesmo que a tempestade continue a rondar seus limites. A BR Marinas, administradora do espaço, e o Ministério Público Federal, sentaram na mesa e fecharam um ajustamento de conduta que estabelece regras para o livre acesso do público ao local durante o horário comercial, mas que não afete a operação da marina. Nos termos de ajustamento foi incluído um projeto social voltado para a prática de vela por crianças e adolescentes da rede pública de ensino. Claro que a peleja entre os contra e favor não vai acabar diante dessa decisão, mas no meu entender, a coisa vai navegar em meio a ventos mais brandos. Aliás, nunca entendi o motivo, por mais que sejam justificados pelos seus conselhos de sócios, das marinas e iates clubes serem fechados ao público. Quantos possíveis navegadores abandonam o sonho náutico ao esbarrarem com um portão fechado? Eu mesmo já fui barrado em um certo iate clube brasileiro por não está munido de um convite, apesar de ter me identificado e justificado, sem sucesso, minha ida até lá. Torço para que o acordo da Marina da Glória saia do papel. Fonte: Revista Náutica 

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Marina da Glória reabre em abril

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A Marina Gloria, famosa, polêmica e instigante marina carioca, voltará a funcionar no mês de abril, pelo menos é o que anuncia a BR Marinas, concessionária do empreendimento. O espaço passa por ampla reforma e, depois de muito bate boca e negociações, perderá suas cercas e voltará a ser interligada ao Parque do Flamengo. A espaço será o porto seguro das embarcações competidoras da Olimpíadas Rio 2016. Veja cobertura completa no site: OGlobo/Globo.com 

Um punhadinho de história

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Para os amantes do mundo náutico Bracuhy é sinônimo de um porto seguro, apaixonante e que esbanja charme em seu canal margeado por belas residências, apartamentos e duas marinas. E de onde vem esse nome que deixa louco o corretor ortográfico embutido nas feitiçarias reminiscentes desse meu computador de origem argentina? O nome Bracuhy, segundo o Wikipédia, vem do tupi-guarani e se escreve Ybyrá-ku’i, que traduzido para o português brasileiro quer dizer “farinha de pau ou serragem”. Os índios, donos sem direito e sem justiça, dessa terra abençoada, batizaram de Bracuí um rio que nasce no município paulista de Bananal e deságua no município de Angra dos Reis. O rio banhava uma fazenda que se chamava Bracuhy – ou será o rio que deu nome a fazenda? – terras onde hoje se localiza o condomínio Porto do Bracuhy e adjacências. A fazenda era uma imensa plantação de cana de açúcar e lá foi construído um engenho em 1885, que se chamou Engenho Central do Bracuhy, que foi considerado o mais moderno e bem equipado do país, pois suas máquinas trabalhavam a vapor em vez das tradicionais moendas. Com o decorrer do anos e com a produção de cana de açúcar entrando no rolo compressor das esquisitices governamentais, o modernoso engenho seguiu o mesmo destino dos seus irmãos mais simplórios e escafedeu-se. O que restou da sua história de riqueza e poderio econômico pode ser visto no centro do condomínio que herdou o nome e que registrei no retrato que ilustra essa postagem. Esse Brasil tem muita história para contar! Para produzir essa postagem me socorri nas páginas virtuais Wikipédia e Frade On Line.