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A Regata de Casais do Aratu Iate Clube foi sucesso

148Foi uma festa bonita a 12ª Regata de Casais promovida pelo Aratu Iate Clube no dia 14/05. Os trinta e seis barcos que alinharam na largada coloriram a Baía de Aratu e encheram de alegria o percurso de pouco mais de oito milhas. Não foi uma prova das mais fáceis, porque o vento contra, no canal, e a maré de vazante obrigaram os comandantes e suas imediatas a colocarem em prática toda a técnica de aprendizado acumulada ao longo dos anos de mar. O canal do Aratu é uma excelente sala de aula para o velejador. O veleiro Marujos, do comandante Gerald Wicks, levou mais uma vez o troféu Fita Azul – o primeiro barco a cruzar a linha de chegada.

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Como o que é bom no mar tem que continuar em terra, a festa de premiação, nas dependências do clube, foi simplesmente maravilhosa, com um delicioso jantar de comidas italianas e música ao vivo que fez aflorar todo o romantismo deste dia que deve ficar marcado na história do clube.

O Resultado foi assim:

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Regata da Redenção do Aratu Iate Clube – Resultado

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imageO Aratu Iate Clube publicou em seu mural o resultado da 29ª Regata da Redenção, ocorrida dia 19/30, que teve como Fita Azul o veleiro Marujos, do comandante Gerald Wicks. Veja abaixo algumas imagens da competição e da festa:

Sobre barcos

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“O navegador Amyr Klink, em um de seus livros, define barcos como sendo de brinquedo e de verdade. Busco entender as razões para tal definição e me divido entre o sim e o não. Porém, sempre que passo diante do veleiro Meu Velho, no píer do Aratu Iate Clube, me vem a lembrança da frase do navegador e me vejo diante de um barco de verdade.”  

O verão promete

2 fevereiro (121)

Tem alguns assuntos no meio náutico difíceis de serem digeridos por todos os envolvidos. Um deles é a eterna pendenga entre velejadores, lancheiros e agora, mais do que nunca, os motonautas, termo que designa aqueles que utilizam Jet Ski. Na verdade eu nunca entendi bem o porquê da categoria de Motonauta e acho que pouca gente entende. Depois que ela foi inventada na legislação naval a coisa tem ficado cada vez pior. Nunca vi tanto desrespeito às regras de navegação como ultimamente vem acontecendo por parte dos motonautas.

Como acontece com as nossas ruas, o poder público é totalmente ineficiente quando o assunto é fiscalizar e fazer valer a Lei, ainda mais num país continental como é o Brasil e que prevalece a máxima: manda quem pode e obedece quem tem juízo. Pelo que tenho visto por ai nos locais em que navego, o verão 2013/2014 promete. Continuar lendo

A Saga do Barcaceiro

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“…Seria uma injustiça deixarem-se apagar as marcas de uma profissão marinheira tão antiga que desapareceu com progresso, quando milhares de homens velejaram a vida toda, sob o perigo e cansaço, longe da família, ganhando apenas o suficiente para o sustento dos que ficavam em casa, naquela faina de escoar o açúcar dos engenhos, trazer de longe o sal, os combustíveis, enviar para fora o coco, abastecer de seco e molhados os armazéns, numa época anterior à malha rodoviária que conhecemos hoje…”

Esse é apenas um pequeno trecho do livro do grande navegador alagoano José Fernando de Maya Pedroza, A SAGA DO BARCACEIRO, lançado em 1994 e que chegou em minha mãos através do amigo Davi Hermida. Um belo e emocionante registro da história da pequena navegação de cabotagem no nordeste brasileiro. Obra-prima que deveria ser lida por todos aqueles que tem no mar o cenário dos seus sonhos. 

História do iatismo carioca

O filme postado no YouTube, por Antônio Oliveira, é uma breve história do início do iatismo no estado do Rio de Janeiro. Ele nos foi enviado pelo amigo José Waldir, conhecido no mundo náutico por Filezinho. Vale muito dar uma espiada no passado.