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O Havaí passa a ter a maior reserva marinha do mundo

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O presidente dos EUA, Barack Obama, criou na última sexta-feira, 26/08,  a maior reserva ambiental do mundo, quadruplicando o tamanho do Monumento Nacional Marinho Papahanaumokuakea, um parque marinho localizado a noroeste do Havaí. O Monumento foi criado em 2006, pelo presidente George W. Bush, e em 2010 foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco. Agora o parque marinho passa a ter 1,5 milhão de quilômetros quadrados, cerca de quatro vezes o tamanho da Califórnia. As águas de Papahanaumokuakea abrigam corais e animais não encontrados em nenhum lugar do mundo, entre eles a foca monge e a tartaruga verde, animais em acelerado processo de extinção. É por lá que vive o polvo fantasma e é encontrado o coral negro, que segundo os estudos, é o organismo vivo mais antigo do planeta, com mais 4.200 anos. Aproximadamente 14 milhões de aves fazem seus ninhos na área do Monumento, inclusive o albatroz Wisdom, que tem 65 anos idade. A decisão do presidente Obama foi festejada por ambientalistas e criticada por entidades que defendem os interesses pesqueiros no Pacífico, já que a área  protegida se estende por até 320 quilômetros da costa. A natureza agradece! Fonte: G1

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Um mundo real

viagem ao atol no borandá 026 Atol é uma ilha formada a partir do crescimento de recifes ao redor de cumes de vulcões submersos. A grande maioria se localiza nos oceanos Pacífico e Índico. O Atol das Rocas é o único existente no oceano Atlântico Sul, daí sua importância como reserva ecológica. O termo Rocas vem do espanhol e quer dizer rochas ou pedras.

O Atol das Rocas é um dos menores do mundo, abriga mais de 150 mil aves marinhas de 30 espécies diferentes que procuram sua área para reprodução e abrigo. É área de desova da tartaruga-verde e área de abrigo e alimentação da tartaruga-de-pente. Na verdade o Atol das Rocas é um grande berçário e condomínio natural de grande parte das espécies marinhas, sejam moluscos, crustáceos, peixes, algas e corais. Foi nesse pequeno ponto isolado do Brasil que ancoramos no catamarã Borandá e me vi cercado de natureza em seu estado mais puro e vivo.

Difícil chegar ali e não se apaixonar e não sentir o pulsar forte da natureza. Difícil chegar ali e não pedir perdão a natureza por tanta agressão e não querer fechar e abrir os olhos para ver se não é sonho. Difícil não querer pisar naquele paraíso. Eu não quis!

Se você não acredita, vou tentar justificar minha asneira em poucas palavras:

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