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De olho nas estrelas

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Estão atirando cada dia mais próximo! Pois é, nesta sexta-feira, 02/03, o asteroide 2018 DV1, apelidado pelos homens que estudam as estrelas por Near Earth Object – “Objeto Próximo da Terra”, tradução livre –, será o 18º a tirar “fino” em nosso planetinha azul, somente este ano. O DV1 riscará o firmamento a uma distância de 111.300 quilômetros do nosso quengo, menos da metade da distância que nos separa da Lua. – E daí? – Nada não, mas é um bom assunto para degustar com as cervejas geladas do fim de tarde da sexta-feira, ou não é? Fonte: UOL

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E a pedra passou raspando!

colisacc83o-terra-asteroide-20150923-042Para quem não soube, porque ficou entretido na troca de farpas das trincheiras dos chafurdos ideológicos ou outros motivos mais apressados, ontem, 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira desse Brasil destrambelhado e mal amado, passou um asteroide tirando um fino intergaláctico em nosso quengo. Como nos dias de hoje tudo vira super produção, o passeio do pedregulho de pouco mais de 30 metros de diâmetro foi mostrado ao vivo nas telinhas, mas perdeu de capote para a briga de foice entre direitistas e esquerdistas, posições estas que mudam de lado num piscar de olhos e que tem lances hilários. – Mas o que tem a ver mesmo essa postagens mais atrasada do que salário de servidor da administração estadual do Rio Grande do Norte? – Peraí! – Não esculhambe não, pois foi só um atrasinho besta de um dia, viu!  O que me chamou atenção e revolvi comentar sobre a passagem do “2014 TC4”, apelido do “xexo”, foi uma frase do cientista Detlef Koschny, da Agência Espacial Europeia: “A passagem do asteroide não é preocupante, mas aproveitamos para treinar”. Pois segundo ele, a “humanidade não estaria preparada para se defender de um asteroide surpresa”. Aí eu me pergunto: Como danado se prepara para se defender de uma rebolo de pedra, do tamanho de um trem, que descamba do céu na velocidade de um risco de luz? O cientista das “oropa” deve está tirando onda. Será que ele nunca ouviu a frase do craque de futebol Didi, “Treino é treino e jogo é jogo”? 

Sexta-feira tem asteroide

colisacc83o-terra-asteroide-20150923-042Os homens da NASA anunciam que amanhã, 01/09, um gigantesco asteroide passará tirando um “fino” sobre o planeta, mas nada que meta medo na cabeça de nenhum terráqueo, pois o fino em questão é uma distanciazinha de pouco mais de sete milhões de quilômetros. O pedregulho cósmico, apelidado de Florence, tem 4,4 quilômetros de diâmetro, foi descoberto em março de 1981 e é um primeiro dessa dimensão a passar próximo a Terra em mais de 100 anos. O Florence só voltará a tirar onda com o planetinha azul em 2024 e mesmo assim um pouco mais longe. Os cientistas chutam a bola e dizem que somente depois de mais de 6 mil Luas o gigante voltará a dar as caras tão próximo dos nossos descendentes. Taí um bom tema para animar a cervejada do fim de tarde da sexta-feira! Fonte: veja.com    

Bom dia mundo velho!

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E mais uma vez o mundo não acabou, mas bem que poderia ter, pelo menos, levado uma boa sacudida para espalhar a poeira.  

Ei, o que você vai fazer hoje?

asteroide“Meu amor/O que você faria/Se só te restasse esse dia?/Se o mundo fosse acabar/Me diz o que você faria…” Assim canta o compositor Paulinho Moska, talvez nos instigando a refletir sobre esse mundo louco em que vivemos, porém, o astrônomo russo Dyomin Damir Zakharovich, retira do mundo das fantasias a música do brasileiro e afirma que hoje, 15/02/2017, será o último dia da humanidade, porque amanhã o nosso planetinha metido a besta se transformará em poeira cósmica. Diz o russo que o asteroide 2016WF9 se chocará amanhã, 16, com a Terra e que essa tenebrosa informação está sendo ocultada pela Nasa, sei lá porquê. Já os galegos da Nasa desmentem o russo e dizem que o asteroide tirará um fino de 51 milhões de quilômetros de distância do nosso quengo e nem, nem para nada e podemos continuar na mesma zona que já estamos acostumados e rindo das palavras do tomador de vodka. Agora cá pra nós: – E se o danado do russo tiver razão? – Acho que vou dar uma nova olhadinha na letra do Moska para ter algumas ideias!       

Tem 500 asteroides nos ameaçando e nem damos por conta

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Nesses dias de chuva e preguiça, ficamos a bordo assistindo a vida passar pela telinha do computador e pescando assuntos curiosos. Vejam esse:  Se já não bastassem os amuos da natureza sobre a Terra, que nos castigam como fazem os gigantes contra os pigmeus nos contos infantis,  os cientista ainda vêm encher nossa cabeça com o perigo que representa as “pedrinhas” extraterrestres que navegam doidivanas pelo espaço. E não isso é coisa da natureza? Pois é, sempre ela a nos fazer tomar ciência! Os homens do saber anunciam que 500 asteroides ameaçam esbarrar com a Terra em pelo menos daqui a 100 anos. Porém, os caras tentam aliviar nossa angustia dizendo que as pedras voam sim e ameaçam, mas a probabilidade de uma delas dar um leve toque em nosso planeta é de 1 em 1 milhão. Ufa! Os estudiosos alertam para o fato e muitos deles projetam ações mirabolantemente engenhosas para combater a ameaça, como se a vida verdadeira não passasse de um colorido vídeo game. Um tal de Richard Tremayne-Smith, copresidente da Conferência de Defesa Planetária, brinca dizendo que é mais fácil chamar o ator Bruce Willis para resolver a bronca. Se é assim, para que a Conferência? Sabe de uma coisa: A gente brinca, mas a coisa é mais séria do que parece ser. Os dinossauros que o digam. Os bichamos levaram um peteleco de uma pedrada no meio do quengo e se foram para sempre. Quer saber mais? Acesse o G1.

Por uma péinha de nada

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Dizem, as más línguas, que velejador vive com a cabeça no mundo da lua e analisando o clichê ao pé da letra, acho que é a mais pura verdade, pois o satélite natural da Terra, dos apaixonados, sonhadores, namorados e outros poetas, baliza quase cem por cento das informações que o homem do mar tenta decifrar. Porém, não foi para falar da Lua que abri esse post, mas de um evento que sempre causou reboliço entre as muitas civilizações que habitaram o nosso planeta e que vira e mexe dispara o alarme na porção trágica que forma a mente dessa nossa civilização que se diz moderna: O ataque de asteroides, que outrora caiu na cabeça dos ferozes dinossauros e mandou todos para as cucuias, sobrando apenas os que se comprometeram a fazer filmes. Agora é a vez do asteroide batizado pelos cientistas de 2004 BL86, que passara a uma distância três vezes superior entre a Terra e Lua, número que nem amarrado o homem normal saberia calcular e por isso mesmo vou declinar de fazer a conta, mas que alguns andam dizendo que o rebolo de pedra vai passar tirando um fino da molesta. Já tem nego sem comer a três dias, outros acendendo velas para o padroeiro e tem até quem aposte todas as fichas que o mundo agora vai para o espaço de uma vez por todas. Dizem, o que não deixo de acreditar, que aumentou a venda de binóculos, que tem gente alugando cadeiras na varanda, que já tem filas nos lajedos de pedras nos cantinhos escuros do mundo, que as empresas de eventos já não dão conta das reservas e aposto até que Pablo vai marcar presença. Mas você deve estar se perguntando: Sim e ai? Bem, quem quiser ver o pedregulho levantar partículas de poeira da Terra é bom ficar de olho no céu entre 23 horas desta segunda-feira e 4 horas da madrugada da terça (horário de Brasília). Quem não aproveitar esse momento especial vai ter que regular a dieta, e a saúde, para esperar até 2027, que é quando os extraterrestres vão sacudir outra pedra. Sei não, mas olhando atentamente para as últimas notícias que circulam no mundo nos dias de hoje, acho que se cair um asteroide enorme sobre a nossa cabeça o bicho vai fazer muito menos estrago. Fonte da imagem: Galeria do Meteorito