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Planeta em fúria II

Mapa_Carabas_05-09-730x400300px-Brazil_Rio_Grande_do_Norte_Caraubas_location_map.svg E as profundezas da Terra deu mais um tremelico, nesta quinta-feira, 05/09, e fez ecoar urros sobre a mata de caatinga que cerca o pequeno município de Caraúbas, localizado entre o olho e a tromba do elefante, na região Oeste do Rio Grande do Norte. O RN tem extenso histórico de abalos sísmicos e até os dias de hoje, o município de João Câmara, localizado na região do Mato Grande, sente o medo e a dor ao lembrar do tremor de 5,3 graus de magnitude, ocorrido em novembro de 1986, que por pouco não retirou a cidade do mapa, mas o estrago foi grande. Naquele fatídico ano, as placas tectônicas sob João Câmara começaram a se acomodar no mês de agosto com um abalo de mais de 4 graus e após uma série, sempre entre 3 e 4 graus, o mundo desabou em novembro. Os tremores da capital do Mato Grande, que em 1986 teve uma sequencia sem precedentes, foi a atividade sísmica mais estudada e documentada no Brasil e continua sendo, porque até os dias atuais o município potiguar de mais de 35 mil habitantes, continua sentindo leves, porém, assustadores abalos. Em Caraúbas, lá na zona da fronte do elefantinho, o fenômeno natural não é novidade e há dias que vem sendo observado e estudado pelo LabSis – Laboratório Sismológico da UFRN. O tremor desta quinta-feira em Caraúbas atingiu 2, 7 graus na Escala Richter e segundo o site Portal no Ar, o LabSis diz que é impossível saber como a atividade sísmica em Caraúbas irá evoluir, mas vem mantendo um monitoramento permanente dessa atividade visando obter dados que permitam informar a sociedade sobre o que realmente está ocorrendo na região e que servem para orientar ações de Defesa Civil.

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Notícias tranquilizadoras vindas do Chile

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As imagens do terremoto ocorrido no Chile na noite do dia 16 de setembro ainda assustam o mundo e trazem o horror das grandes catástrofes mundiais, mas apesar dos estragos materiais e das 13 vítimas fatais registradas até o momento, o país andino tem dado lições ao mundo de como sobreviver e se levantar dos escombros de um abalo sísmico. O Chile é o país mais sísmico do mundo e o governo chileno não tem medido esforços na tentativa amenizar os efeitos dos tremores. “O Chile tem muito a oferecer ao resto do mundo como um exemplo de como fazer as coisas na hora de enfrentar os desastres naturais, e já recebeu vários pedidos de outros países, que querem saber qual é a receita”, assim disse o Sr. Antonio Molpeceres, coordenador da ONU no Chile. Chama atenção ao mundo que o terremoto de 8,3 graus que sacudiu o Chile dia 16 e os mais de 300 tremores menores que se sucederam, não tenha causado o desabamento de nenhum edifício em Santiago, uma metrópole de mais de cinco milhões de habitantes. O governo chileno ainda não anunciou o balanço dos estragos, mas os analistas dizem que o custo da reconstrução será o maior da história recente. Fonte: G1