Arquivo da categoria: Receita

Dos deuses da culinária

2 Fevereiro (188)

Escaldaréu na linguagem simples e direta do pescador é um pirão do caldo de peixe preparado sobre o piso da jangada e muitas vezes feito com a própria água do mar. Mas não se assuste e nem faça careta, porque nesses tempos modernosos, em que os barcos estão mais equipados, o pirão é feito mesmo na panela, porém, para tudo na vida existe  saudosismo. No último dia 22/02 acordei com desejo de comer um escaldaréu e saí pesquisando com aos amigos pescadores da praia de Enxu Queimado/RN sobre a melhor receita do prato e entre várias indicações vi que, como toda receita, não existe aquela que podemos chamar de original, pois depende dos ingredientes que tiver a bordo e todas me pareceram deliciosas. Lá para as tantas cheguei na casa de Paulino Correia e Lindamar e falei do meu desejo e eles se prontificaram a preparar o prato, mas eu disse que queria que tudo fosse preparado sob as barracas que ficam na beira mar. – E qual o problema? –Vamos preparar lá! Combinamos para o começo da noite e na hora marcada estávamos a postos, com uma garrafa da cachaça alagoana Caraçuipe embaixo do braço. Convidamos alguns amigos, entre eles Seu Neném Correia, Seu Nilo, Dona Tita, Lucinha de Pedrinho, Loura, Dedinha e alguns meninos que estavam zanzando por ali. Lindamar acendeu o fogareiro a carvão, botamos o panelão com peixe no fogo e fomos bater papo até que o cheiro denunciou que a prato estava pronto e fomos tirar a prova dos nove se o bicho estava mesmo bom como merecia. Rapaz, o bicho tava bom não, tava a molesta de saboroso e teve gente que raspou o tacho. De bucho cheio e a cabeça com algumas doses de cachaça a mais, voltamos para casa satisfeitos da vida e com a certeza que o danado do escaldaréu é de se comer lambendo os beiços. Agora vamos a receita: Peixe cortado em postas, incluindo a cabeça e o rabo; cebola, tomate, pimentão, cebolinha, coentro, um pouquinho de colorau, um pouco de óleo e sal a gosto. Ponha tudo na panela e leve a fogo até ferver. Coloque farinha de mandioca em outra panela e vá despejando o caldo quente do peixe em cima, mexendo, até ficar homogêneo. Pronto: Chame os amigos, abra uma cerveja bem gelada, ou uma garrafa de cachaça da boa, mande seu nutricionista procurar coquinho em ovo e coma sem culpa.    

Cartola

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A culinária nordestina tem pareia não, e nem adianta o sujeito vir com trique trique afrancesado que ele perde de capote. Vez sim, vez não apareço aqui com uns quitutes para alegrar a pança do leitor e espalhar no ar a maravilhosa e eficiente dieta da engorda. Hoje, depois de cascaviar uns retratos de outrora, enchi a boca de água quando vi essa Cartola de lascar o cano e para quem não sabe do que se trata vou tentar explicar. A Cartola é uma sobremesa sem igual e o povo do frevo e do maracatu registraram como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco, conforme Lei 13.751, de abril de 2009. Quem inventou não se sabe, mas os pesquisadores culinários apostam que a iguaria surgiu nas cozinhas das casas-grandes dos engenhos e é resultado da feliz miscigenação dos povos portugueses, indígenas e africanos que deram o tempero especial para a fantástica mistura que é o povo brasileiro. E quem deu o nome? Boa pergunta! Mas os seres homo-pesquizeitions apostam que foi devido ao formato alto das camadas sobrepostas e da cor escura do polvilhado que cobre a sobremesa. Agora vamos a melhor parte, que é aquela que você está doidinho para perguntar. Os ingredientes são: Banana prata madura; queijo de manteiga; leite; açúcar; Nescau; canela em pó e manteiga da terra.  Para fazer um prato para duas pessoas, porque se for mais gente não dá, pois vai um ficar olhando de cara feia para o outro, a receita de Lucia é assim:

RECEITA

3 Bananas prata maduras e cortadas no comprido e ao meio;

300 gr de Queijo de manteiga;

1/2 xícara de leite;

1/2 xícara de açúcar;

1/2 xícara de Nescau;

1 colher de canela em pó;

3 colheres de sopa de manteiga da terra.

COMO FAZER:

Misture o açúcar, canela, Nescau e reserve. Em uma frigideira coloque a manteiga da terra e frita as bananas dos dois lados, até dourar, e coloque no prato. Na mesma frigideira coloque o leite e acrescente o queijo para derreter. Ponha o queijo derretido sobre as bananas e polvilhe com a mistura de açúcar, canela e Nescau. Sirva quente e se prepare para lamber o prato.

Seu menino, isso é bom demais!!!!

  

Cozinha a bordo – Bolo de rapadura

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Vixi, faz dias que não posto uma receitinha básica produzida por Lucia a bordo do Avoante. Na semana passada ela decidiu fazer um bolo de rapadura e o resultado foi que acrescentamos uns quilinhos a mais a pança. Se quiser tirar a prova dos nove, basta seguir o roteiro abaixo:

20160505_191227Se fizer, pelo menos diga se gostou.

Da mesa dos deuses

12 Dezembro (221)

A Moqueca de Banana com Camarão é uma das especialidades de Lucia na cozinha e sinceramente eu sou suspeito para falar, pois como diz minha Mãe: “– Tudo que Lucia faz eu digo que é bom”. E apois! Ela aprendeu a receita da moqueca de banana em nossa primeira ida a Baía de Camamu e num passeio que fizemos para conhecer a Barra do Sirinhaém. Quem ensinou foi a saudosa Dona Lourdes, proprietária de um restaurante no local e que servia esse prato como carro chefe de sua cozinha. Lucia – comunicativa e indagadora como boa cearense – provou o prato, detalhando os ingredientes, e depois do almoço foi até a cozinha do restaurante pedir para Dona Lourdes ensinar os segredos. Não deu outra! Lucia incrementou o camarão a receita e o resultado foi saborosíssimo. Certo dia ela soube que o programa de Ana Maria Braga estava fazendo chamadas para o quadro Mande sua Receita e as melhores seriam produzidas ao vivo. A receita foi enviada e constou no site do programa. No final de 2015 Lucia fez a moqueca em três oportunidades e em cada uma delas saiu com uma configuração diferentes: Um dia foi só banana; no outro, banana com robalo e no terceiro, Banana com Camarão. Foi difícil saber qual ficou mais delicioso, porém, se você quiser provar um deles aí vai a receita:

MOQUECA DE BANANA COM CAMARÃO

– INGREDIENTES:

6 Bananas da Terra, maduras cortadas em rodelas;

400g de camarão fresco sem casca;

1 cx de leite de coco;

suco de três limões;

1 cebola grande, 2 tomates, 1 pimentão – todos cortados a gosto;

1 xícara de coentro e cebolinha;

uma pimenta de cheiro, duas pimentas malaguetas, um dente de alho socado;

1 colher de chá de pimenta do reino moída;

2 colheres de sopa de azeite de oliva;

2 colheres de sopa de azeite de dendê.

– MODO DE FAZER:

. Reserve o leite de coco e os camarões.

. Em uma panela coloque os outros ingredientes, misture bem, deixe descansar no mínimo por 30 minutos.

. Coloque o leite de coco e ponha no fogo. Deixe cozinhar até as bananas ficarem macias. Acrescente os camarões e azeite de dendê. Quando os camarões ficarem rosa, retire do fogo.

. Sirva acompanhado com arroz e farofa.

Bom Apetite!!!!

Boca de Caranguejo, receita do Sampaio

12 Dezembro (223)12 Dezembro (214)12 Dezembro (207)Já que falei no Sampaio, escuna Morena, na postagem anterior, faltou dizer que ele é um excelente mestre nas panelas e adora convidar os amigos para degustar as delícias que produz a bordo da cozinha maravilhosa da sua bela embarcação com jeitão de barco pirata. E é dos arquivos gastronômicos do Sampaio que apresento a primeira receita do blog em 2016: Boca de Caranguejo.

12 Dezembro (208)Para começar a executar a receita, coloque as cervejas para gelar e vá ao mercado comprar as bocas de caranguejo, também chamada de patola. Diante do vendedor, barganhe a vontade e quando achar que o preço está justo para os dois, pague e volte para casa, ou barco, feliz da vida. Se as cervejas estiverem geladas, abra uma e festeje a compra. Lave, escove, limpe as bocas e reserve. Abra outra cerveja e ponha para cozinhar numa panela com água do mar: Cebola em rodelas; Cheiro verde (coentro e cebolinha); Pimenta do reino e de cheiro, mas cuidado para não exagerar na dose e lembre-se das hemorroidas alheias; Uma colher de azeite doce e em seguida acrescente as bocas e deixe ferver um pouco, desligue o fogo e sirva com cerveja bem gelada. Garanto que é bom e quando fizer se lembre de me chamar.  

Receita de bordo – Conchitas com Camarão

 

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O velejador Sérgio Chagas faz parte daquele seleto grupo de pessoas que todo mundo gosta, pois ele é uma figura fantástica e extremamente humana. Amigo dos amigos, dos cachorros, apaixonado pela esposa, pelas três filhas lindas e pela vela de oceano. Em qualquer lugar que ele vai todos ficam sabendo antes mesmo dele chegar, porque Chaguinhas, ou Brodinho, como ele é mais conhecido, se anuncia em altos brandos. Triste de quem estiver dormindo! Dia desses, Chaguinhas ligou perguntando onde estávamos, pois ele havia acabado de chegar a Salvador/BA, para navegar com o amigo Odilon a bordo do bravo e faceiro veleiro Intuição, e queria encontrar com a gente e demonstrar sua mais nova arte: A culinária. Mas havia uma condição: O almoço teria que ser na ancoragem da Ilha da Cal – que ele queria conhecer – e servido a bordo do Avoante. Trato feito e aprovado, rumamos para o local demarcado. Na tranquilidade do fundeadouro da pequena e bela ilha baiana, Chaguinhas meteu a mão na massa e preparou uma deliciosa receita de Conchitas com Camarão, que estava de fazer inveja a muito chef mais afamado. Não vou garantir que você faça igual, mas se quiser tentar, o chef/velejador me autorizou a divulgar a receita:  

2 kg de camarão

1 pacote massa tipo conchita

2 cebolas grandes raladas

2 tomates ralados

1 pé de coentro

alho a gosto

sal a gosto

2 limões

1 vidro de molho courmet

– descasque 1,2 kg de camarão e os outros 800 g deixe com casca.

– tempere os camarões com alho, limão, coentro, e sal a gosto

– deixe no tempero pelo menos por 3 horas

– refoque a cebola, o alho, e depois coloque o tomate ralado e o molho pronto.

– quando o molho estiver pronto coloque o camarão sem casca e assim que o camarão começar a ficar vermelho desligue o fogo.

– numa panela com água coloque as conchitas para ferver por 7 a 10 minutos depois escorra a água e deixe esfriar um pouco.

– enquanto espera o molho e as conchitas darem uma esfriada peque o camarão com casca e coloque num escorredor de macarrão de alumínio e coloque em cima da panela com água e leve ao fogo para fazer os camarões no vapor. Assim que ficarem  vermelhos desligue o fogo e regue com azeite e sirva com sal a gosto, para acalmar a galera kakakakakaka

Agora vamos rechear as conchitas

– recheie uma a uma as conchitas com camarão  molho e vá arrumando num pirex (com um pouco de molho no fundo para não grudar)

– depois polvilhe o queijo ralado e leve ao forno para gratinar.

– não deixe muito tempo no forno para não endurecer muito as conchitas.

SERVE 4 PESSOAS BEM SERVIDAS.

Risoto de Jerimum. Pense num prato danado de bom!

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Não quero que ninguém me leve a mal ou fique achando que estou querendo fazer inveja, mas essa desgraceira gastronômica que aparece nas imagens é nada mais, nada menos do que um prato misturando sabores da cozinha italiana e nordestina, que rendeu essa delícia que incrementou a mesa do almoço do Avoante, nesse 29 de Dezembro de 2014. Eita ano que passou depressa! Risoto de Jerimum, acompanhado com a sertaneja carne de sol e uma saladinha básica para acalmar a dor de consciência do povo da dieta. Rapaz, o bicho estava danado de bom e já vou dizendo que não sobrou nem um grãozinho de arroz e nem uma lasquinha de carne. Quanto a salada: também foi toda. Tudo isso foi degustado com alguns goles de cachaça Caribé, pois aqui ninguém é de ferro. Quer a receita? Então anote ai e depois me diga se aprovou:

Risoto de Jerimum

150 g de Arroz arbóreo

200 g de Jerimum (abóbora) de leite

1 cebola pequena ralada

2 dente de alho ralado

2 colheres de sopa de coentro picadinho

2 colheres de sopa de cebolinha verde picadinha

2 colheres de sopa de azeite de oliva

40 ml de cachaça

3 colheres de sopa de requeijão

1 cubo de caldo de legumes

1 litro de água

queijo parmesão a gosto

O sal, deixa para corrigir no final, pois o caldo de legumes contém sal.

Rende 4 porções

Modo de fazer:

Refogue a cebola e o alho no azeite, quando a cebola estiver dourada acrescente o arroz e continue refogando até o arroz começar a ficar branco. Acrescente a cachaça e mexa até a maldita evaporar. Misture o caldo de legume em água fervente e vá acrescentando aos poucos sobre o arroz. Quando a arroz estiver quase no ponto, acrescente o jerimum, a cebolinha, o coentro, o requeijão e continue mexendo até o jerimum cozinhar e o arroz ficar ao dente. Se for necessário acrescente mais um pouco de água. Tire do fogo, polvilhe com queijo parmesão e sirva.

Receita para uma noite de Lua

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Final de semana de Lua cheia, verão se aproximando, o tempo assim meio sei lá é uma boa oportunidade de dar uns bordos por ai, ancorar em uma enseadazinha de águas mansas e, para os que gostam, se aventurar na cozinha e preparar uma iguaria do reino deuses dos sabores. Infelizmente o Avoante vai ficar alguns dias de molho para manutenção de motor. Veleiro é ótimo, mas se não fosse o motor… . Ontem, Sexta-Feira véspera de Lua, estávamos observando o tempo passar na varanda do clube baiano Angra dos Veleiros, quando o velejador Raul Carneiro, veleiro Marupi, perguntou a Lucia o que fazer com um pacote de camarão. Sem pestanejar ela sugeriu uma série quase interminável de deliciosas receitas deixando no ar aquela velha sensação de indecisão na escolha. Porém, para encurtar esse papo furado, a receita escolhida foi Penne com Camarão, acompanhado de salada do que tinha e torradinha com manteiga e orégano. Calma que antes de destrinchar a receita tenho que falar na parte etílica. Pois é, o prato foi degustado com generosos goles de um bom vinho branco, que logo acabou e tivemos que entrar no tinto. Mas se você preferir outra bebida, não precisa fazer cerimonia.

Ingredientes: 

400 g de Penne

400 g de Filé de camarão

5 Tomates bem maduro

3 dentes de alho fatiado

1 Cebola ralada

2 colheres de manteiga

4 colheres de azeite

1 xícara de cebolinha cortada bem fina

1 lata de creme de leite

Queijo parmesão para ralar

Sal a gosto

Uma pitada de açúcar

Modo de fazer:

Cozinhe o Penne de acordo com as instruções da embalagem e reserve. Ferva a tomate para retirar a pele, passe em um ralo grosso e leve ao fogo com duas colheres de azeite, um dente de alho cortado em fatia e uma pitada de açúcar. Deixe apurar em fogo baixo e depois reserve. Em uma frigideira coloque a manteiga e o restante do azeite e refogue a cebola com o resto do alho até dourar. Acrescente o camarão, o sal e quando o avermelhar coloque o molho de tomate, a cebolinha verde e assim que levantar fervura acrescente o creme de leite. Coloque o Penne em uma travessa, jogue o molho por cima e sirva.

Pronto, ai está o mapa da mina. Tenha um bom apetite e não esqueça de comentar se gostou.

O Picado de Carneiro

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Picado ou sarapatel é uma iguaria típica da cozinha nordestina, mas que tem sua origem mesmo, ora nas terras portuguesas de Alentejo, ora na Índia do Mahatma e deve ter atravessado o Atlântico incrementando o rancho das Naus e Caravelas. Eu vou chamar essa delícia de picado, pois foi assim que aprendi nas minhas andanças gastronômicas e na mesa da casa de meus pais. Porém, fique a vontade com o seu sarapatel. O prato é preparado com vísceras, tripas e sangue de porco, carneiro ou borrego. Tempera tudo com cebola, tomate, pimentão, pimenta do reino, sal e serve acompanhado com macaxeira, arroz e farinha de mandioca. Eu gosto mais do picado de carneiro, mas o de porco bem feito não deixa de ser campeão. Quando deixei o Avoante em Salvador, nos últimos dias de Março para vir a Natal passar uns dias de férias do mar, vi com um desejo danado de comer um bom picado. Pode fazer cara feia, mas eu não abro mão de me lambuzar nas comidas ditas fortes do nosso nordeste velho de guerras. A semana foi passando, Lucia foi incrementando outros pratos que incluiu até uma boa moqueca baiana de cioba, mas o gosto do picado não me saia da cabeça. Quando precisei sair para algumas compras no centro da cidade, escapuli na primeira esquina e comprei 1 quilo do danado. Chegando na casa de minha Mãe, Lucia temperou tudo de um dia para outro, pois assim é que o bicho pega gosto, e nesse Sábado, 05/04, passei o picado nos queixos. Eita que o bicho estava bom! Só cometi um pecado: Não tomei nem uma chamadinha de cachaça. Tem nada não, pois matei minha vontade!  

Vinagrete do Torpedinho

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O amigo e velejador pernambucano Cleidson, mais conhecido por Torpedinho, todos os anos promove uma movimentada churrascada no Cabanga Iate Clube para receber os amigos da Refeno e este ano de 2012 não poderia ser diferente. Foi festa até umas horas e com direito a barril de chopp e até uma nova visita ao supermercado para repor o estoque de picanhas, que não era pouca. A turma estava arretada! A brincadeira começou às 11 horas da matina e se estendeu até o comecinho da madrugada. Danou-se! O anfitrião ainda tirou uma onda de Chef e produziu um delicioso vinagrete que ele denominou de Vinagrete do Torpedinho, mas pediu a Lucia segredo absoluto na receita e ela decidiu me contar. Bem, não sou de guardar muitos segredos e por isso vou postar a receita aqui no blog e pedir a vocês que não divulguem.

VINAGRETE DO TORPEDINHO

Corta três cebolas em cubos, coloca sal para desidratar e reserva por cinco minutos em um recipiente

Corta seis tomates em cubos, coloca sal para desidratar e reserva por cinco minutos em outro recipiente

Escorre as cebolas e as tomates, mistura e coloca bastante folhas de manjericão e bastante azeite.

A próxima etapa e pegar um prato, ou um pedaço de pão francês, e se deliciar com a iguaria.