Arquivo da categoria: Música

Aos amigos

Estava matutando o juízo em busca de palavras para homenagear os amigos, aí abri o Facebook do amigo Marcelus Bruce, e…  Pronto! Taí!

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Cabra da peste

“…Preciso da fé do Senhor do Bonfim…”

Complementando o texto Comentando Comentários

 

Espetacular não! Led Zeppelin!

Depois de assistir, sei lá quantas vezes, esse vídeo fantástico em que as irmãos Ann e Nancy Wilson cantam, e os Led’s choram de emoção, o hino clássico do rock,  Stairway to Heaven, decidi postar aqui para ficar mais perto e dividir com vocês um pouco do Led Zeppelin, a maior banda de rock de todos os tempos e que faz parte da trilha sonora do Avoante. O show do Kennedy Center Honors – premiação anual a diferentes artistas pela contribuição as artes cênicas e cultura americana – foi em 2012 em  homenagem a essa banda maravilhosa. Stairway to Heaven é uma das músicas mais difíceis de executar ao vivo e as irmãos Wilson e banda tiraram de letra e foi por isso o choro dos dinossauros do rock.

Morre o músico Ben E. King, autor de Stand By Me

Morreu na última quinta-feira, 30/04, o cantor Ben E. King, aos 76 anos, autor de uma das músicas mais tocadas no século XX, Stand By Me. A balada, imortalizada também na voz de John Lennon, integrada o Registo Nacional de Gravações da Biblioteca do Congresso dos EUA, uma listagem que preserva registos “cultura, histórica ou esteticamente importantes e/ou informam ou refletem a vida nos Estados Unidos”. Stand By Me, foi lançada em 1961 e desde então passou a ser é um clássico da música mundial e com certeza faz parte da trilha sonora de muita gente. Não poderia deixar de fazer esse registro.

 

Serenata do Pescador – Ode a uma linda praiera

Serenata do Pescador, ou simplesmente Praeira, e uma poesia de Othoniel Menezes com letra de Eduardo Medeiros, e que aqui está imortalizada na voz melodiosa do cantor potiguar Fernando Tovar. Cresci ouvindo essa maravilha poética sendo entoada nas varandas da casa de praia do Dr. Bianor Medeiros, grande amigo do meu Pai, e sempre fui envolvido pela emoção. A velha Praia da Redinha já se foi de mãos dadas com os bons tempos de outrora, para não sofrer nas garras de uma modernidade enraivecida. Restaram as lembranças de uma época e a poesia desnuda e apaixonada para uma linda Praeira.

Avoante, a canção

 

A gente vai navegando por ai, pescando histórias, fazendo crônicas, falando da vida, festejando a natureza, se apaixonando com o horizonte sem fim e juntando amigos. Nem sempre os amigos embarcam de vera a bordo do nosso veleirinho, a grande maioria embarca no sonho da aventura e chegam navegando pelas águas do grande oceano internético, mas nem por isso deixam de ser grandes e bons amigos. Alguns festejam a amizade com poesias, textos, fotografias, desenhos, emails e comentários, todos querendo expressar o carinho que sentem por nós e com o nosso Avoante, mesmo sem nunca ter nos visto mais gordos, mas é assim. Amizade é uma via de mão dupla onde se cruzam lealdade, amor, carinho, atenção, verdade, mentira honrosa, sinceridade, paciência, entendimento, muito calor humano e muita vontade de querer bem. Existe o ex-amigo? Existe sim, quando a via passa a ser apenas mão única. Mas vamos deixar de filosofia barata e voltar ao tema objetivo dessa postagem. No mês de Maio recebi do amigo Hélio Mattos, o sobrenome é apenas uma feliz coincidência, uma canção feita para o Avoante. Hélio, pernambucano arretado, é um assíduo leitor do blog e um dos mais ativos comentaristas. Velejador que encontrou nos meus textos a veia para seguir no sonho náutico e a partir dai a amizade, mesmo virtual, soprou ventos favoráveis.  É claro que você deve saber que Avoante é a famosa Asa Branca que tanto migra para lá e para cá, então fiz uma analogia pássaro/barco. Gostei do resultado final, mas penso que você pode achar que ela não tem nada a ver com nada. É porque é a minha maneira de tentar traduzir um pouco do que aprendo nos seus textos. E eles, coisa que muito me envolve, têm um quê de tristeza e decepção com a vida em terra, com os descaminhos da sociedade atual. Tenho brincado de fazer músicas nas minhas horas vagas e a força dos seus escritos têm mexido muito comigo, daí a decisão de fazer algo com este sentimento. Digo que tem mexido muito porque penso direto nas suas palavras que tanto instigam em direção ao mar… Foi assim que ele escreveu quando enviou a letra da Canção do Avoante. Elson Fernandes (Mucuripe), violeiro da mulesta, velejador cruzeirista do grande oceano central do Paranoá, amigo de fé e fogo, cearense forjado entre o sol do sertão e os alísios do mar alencarino, fala mansa do bom nordestino. Pois é, Mucuripe inseriu a letra da Canção do Avoante na alma, parlamentou com o autor, Hélio Mattos, sobre tons, semi-tons, batidas e hits, coisas do mundo da música, e se mandou Paranoá adentro, a bordo do veleiro Mucuripe com a comandanta Fabiana. Diante do pôr do sol do planalto central e na mansidão do grande lago oceânico, o velejador violeiro executou a música e Fabiana gravou tudo. O resultado está ai e mais uma vez festejo a amizade. Obrigado Hélio Mattos pela letra e melodia que nos emocionou e obrigado também ao grande Elson Mucuripe pela versão cheia de magia. Amizade faz coisas assim sim senhor!