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Aldeia dos potiguares

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Nas lentes cirúrgicas do doutor e retratista juramentado, Francisco Diniz, um pedacinho de uma cidade linda, a cascudiana Natal, a Noiva do Sol. Pela enigmática boca da barra, escancarada na imagem, outrora adentrou uma bela história, história essa que hoje vaga como um fantasma, entristecido e maltrapilho, por entre as margens do Potengi amado.

Encantador de cabos

CONFINAMENTO - JORGE DINO

Como diz o comandante Jorge Dino: Confinamento dá nisso!

Sonhos não morrem

FRANCISCO DINIZ.

Essa imagem retratada pelo cirurgião potiguar, Francisco Diniz, não necessita de legenda, ela fala por si. Porém, a poesia é livre!

 

Dos encantos da natureza

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E a tarde entregou a segunda-feira aos cuidados dos mistérios da noite

Pinturas do Criador

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E assim a tarde se foi sobre as dunas de Enxu, nesta terça-feira Santa. Imagem imortalizada no tempo pelas lentes da amiga Lucimar de Souza Oliveira de Lima 

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Sonhos não morrem!

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Dos encantos da magia

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E assim, o fim de tarde se fez belo sobre Enxu Queimado…

Do reino dos oceanos

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Claro que você tem todo direito de querer, ter e sonhar com um veleiro high-tech e beleza se discute sim, mas não vou discutir, prefiro olhar a imagem, fechar os olhos e navegar em sonhos!

Na paz

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O alma boa, jornalista, ativista de causas sociais, e agora retratista juramentado, o potiguar Flávio Rezende, tem varado os quatro cantos do Rio Grande do Norte em busca de imagens para encher de cores e belezas as lentes de sua Canon Rebel e num tá nem aí, ele enquadra a cena, aponta a máquina e sai todo amostrado divulgando a arte de seus cliques. Flávio é autor de 27 livros e o último, Brechando o Planet, é uma pequena amostra de sua nova paixão. A foto que ilustra essa postagem não está no livro, mas conta um pouco da tranquilidade do homem do mar enfrentando as manias da modernidade.    

É crime

janeiro a junho (354)

Olhando esse retrato, convidativo para um dia de sol e mar nas encantadoras praias nordestinas, fico impávido para escrever sobre o óleo que criminosamente mancha as areias de um litoral tão lindo, mas prefiro recolher o destemor até que meus dedos tomem ciência para encontrar palavras decentes, porque por enquanto eles só querem juntar letras de indecências.