O papelzinho de bombom


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Não, não vou falar sobre a Amazônia, porque não sei o que acontece por lá, não conheço a selva, nunca naveguei em seus rios e sinceramente, nem quero saber os segredos escamoteados nas declarações dos seus defensores, porque fala e ação passam longe dos caminhos da floresta e da verdade. Se ela queima, como sempre queimou, deve queimar com o consentimento de todos que se dizem seus defensores. Se é desmatada, idem. Se é ultrajada, idem. Ela pertence ao mundo, pertence não, pois ela é tão nossa como o papelzinho de bombom que ilustra esse texto e como sempre, ninguém o repara jogado nas ruas. O mundo não conhece a Amazônia, o mundo deseja a Amazônia, localizada em uma grande república, como eles dizem, de bananas. Vixi, pois num é que falei sobre o que não queria falar! Danou-se!

Mas o papelzinho estava lá, jogado ao chão…

Nelson Mattos Filho

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