A cruz do firmamento


51734056_2547596621978940_4346139464804859904_n

Em minhas navegadas noturnas sempre utilizei da constelação do Cruzeiro do Sul para orientação durante meus turnos de comando. A “cruz” posta no firmamento do Hemisfério Sul é um alento as minha divagações e testemunha dos longos papos cabeças que travo com minha alma. Coisa de maluco? Pode ser, mas é assim e o mar é sim um grande e fascinante divã! Nas paragens googleanas – googleanas? – e nos anais da navegação, podemos encontrar vários sites e blogs falando sobre o tema e até poderia discorrer mais sobre ele, mesmo conhecendo um tiquinho de nada, mas é um tiquinho que dá para o gasto e até para tirar onda diante dos amigos. Mas a verdade é que o Cruzeiro do Sul está lá, desde que o mundo é mundo, contado histórias e refletindo o sonho dos que vivem a mirar estrelas. Dos tantos sites que encontrei, fechei os olhos e foi aí que escolhi a Casa da Ciência para esmiuçar os segredos da “Cruz do Céu”, e tomara que vocês gostem.

Os Tupinambá conheciam também uma bela constelação de quatro estrelas muito brilhantes dispostas em cruz. Chamavam-na Curuçá que significa cruz. Os Guarani a chamam de Curuzu….. Sem dúvida, a Cruzeiro do Sul é a constelação mais conhecida dos habitantes do Hemisfério Sul, particularmente entre os brasileiros, apesar de ser a menor de todas. Estando quase sempre visível no céu é, ainda, muito utilizada para orientação na navegação de pequenas embarcações marítimas e aeronaves sem instrumentos sofisticados.Esta constelação é formada, em sua parte principal, por cinco estrelas, quatro delas representando uma cruz, e uma quinta fora do braço da cruz. Essas estrelas, pela ordem de brilho, com as respectivas magnitudes entre parênteses, são conhecidas popularmente como Magalhães (1,0), Mimosa (1,3), Rubídea (1,7), Pálida (2,9) e Intrometida (3,8). Cientificamente, elas são conhecidas como Alfa Crucis, Beta Crucis, Gama Crucis, Delta Crucis e Épsilon Crucis, respectivamente. Magalhães (a mais brilhante) e Rubídea (avermelhada) formam o braço maior da cruz; Mimosa e Pálida formam o braço menor. A Intrometida (a menos brilhante) não pertence aos braços da cruz …. CLICK e continue aprimorando seus conhecimentos

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s