A Travessia Azul


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Sei que não é fácil escrever e muito menos escrever relatos de situações que vivemos ou passamos ao lado de outras pessoas, porque muitas vezes ferimos sentimentos, machucamos egos e em alguns casos, esfrangalhamos velhas e boas amizades, porém, existem pessoas que tem o dom da palavra e elas chegam tão macias, dóceis e verdadeiras que o que nos resta – nos leitores – e o encantamento e a emoção de ter lido. Juca Andrade, você escreveu um dos mais sinceros, felizes e verdadeiros relatos de navegada que li e olhe que não li poucos. A Travessia Azul, que li de uma tacada só – e doído para que a velejada do Soneca tivesse se estendido por mais 30 dias – é simplesmente mágico e parafraseando o Hélio Magalhães, “você mexeu num baú de emoções”. Parabéns Juca, parabéns Tio Spinelli, parabéns Alan, comandantes em chefe da valente nau Soneca, e obrigado por nos deixar embarcar e viver essa aventura pelas páginas desse livro maravilhoso. Só tenho uma pergunta a fazer: – Pra que danado vocês foram aceitar, de presente, o Almanaque Náutico das mãos do comandante Mucuripe? Quando vi na página 93 o agradecimento, fiquei matutando: Será que esses caras vão parar na costa da Namíbia? Rapaz, se o Tio Spinelli não tivesse tirado aqueles 100 litros de diesel do fundo da cartola, sei não, viu!    

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Uma resposta para “A Travessia Azul

  1. Também tive esse sentimento, bem que podia ter continuado até a volta para o Brasil, li tua pegada só, muito emocionante o relato!

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