Um Estado em letargia


portoareia_1O Rio Grande do Norte teria que se chamar “Rio Pequeno do Norte“, pois somente assim seus governantes e classe política ficariam felizes e de alma lavada. O Estado vive uma guerra eterna contra o desenvolvimento e o progresso, e não tem um filho do capeta que se proponha a levantar a bandeira da paz. O RN vive ao deus dará e assim vai indo, ou melhor, vai ficando. Terminal Salineiro de Areia Branca, conhecido como Porto-Ilha, inaugurado em março de 1974, localizado a 14 quilômetros da costa, nas coordenadas geográficas 5º 46’ 24” S / 35º 12’ 20” O, projetado para escoar o sal produzido no Estado, produção que tem como principal destino, além do mercado nacional, o mercado internacional. O RN é o maior produtor de sal do país, avalie se não fosse! Pois bem, o Porto-Ilha de Areia Branca, esse gigante exportador, é a mais nova vítima da “guerra” e nessa quinta-feira, 12, foi interditado pelo IBAMA por crime ambiental e má conservação da estrutura. Ora, se o RN trata com desleixo suas fontes de recursos o que dizer de outras? Reclamar que o IBAMA foi duro? Talvez! Mas a interdição não teria acontecido se não existisse o descaso, a malversação e a desfaçatez. A Companhia Docas do Rio Grande do Norte, CODERN, administradora do empreendimento, diz que vai apresentar um plano de ação para recuperar o Terminal. – Agora, cara pálida? Enquanto isso, o RN fica mais uma vez no prejuízo e sua classe política brinca de fazer promessas em cima de palanque.              

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