Arquivo do mês: novembro 2015

Diário de um corsário

PrintBanner do livro Prof. Francisco AntonioO professor e escritor potiguar Francisco Antonio Cavalcanti, lança em Natal/RN o livro “Diário de Bordo – O legado de Jacques Drouvot”, Chiado Editora, Lisboa, um romance histórico que cruza as rotas dos navios corsários que navegaram pela costa brasileira entre os séculos XVI e XVII. O lançamento será dia 03 de dezembro, a partir das 19 horas, na Pinacoteca do Estado, Praça 7 de setembro, s/n, Centro.

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Charter na Bahia

fauremelexoQuem procura o Avoante para navegar pela Bahia, realizando o sonho de conhecer os encantos das terras do Senhor do Bonfim, terá a partir de hoje a opção de barcos maiores e dotados com todo o conforto, e muito mais, que sempre oferecemos em nossos charters. O Catamarã Fau, um modelo Ocema 42 super novo, com capacidade para até 10 pessoas e o monocasco Remelexo, que acolhe confortavelmente até 6 pessoas, passam a fazer parte do nosso catálogo de serviços. Quer saber mais ligue: 071-991149570 – TIM ou 071-99724-9747 Whatsapp

Um punhadinho de história

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Para os amantes do mundo náutico Bracuhy é sinônimo de um porto seguro, apaixonante e que esbanja charme em seu canal margeado por belas residências, apartamentos e duas marinas. E de onde vem esse nome que deixa louco o corretor ortográfico embutido nas feitiçarias reminiscentes desse meu computador de origem argentina? O nome Bracuhy, segundo o Wikipédia, vem do tupi-guarani e se escreve Ybyrá-ku’i, que traduzido para o português brasileiro quer dizer “farinha de pau ou serragem”. Os índios, donos sem direito e sem justiça, dessa terra abençoada, batizaram de Bracuí um rio que nasce no município paulista de Bananal e deságua no município de Angra dos Reis. O rio banhava uma fazenda que se chamava Bracuhy – ou será o rio que deu nome a fazenda? – terras onde hoje se localiza o condomínio Porto do Bracuhy e adjacências. A fazenda era uma imensa plantação de cana de açúcar e lá foi construído um engenho em 1885, que se chamou Engenho Central do Bracuhy, que foi considerado o mais moderno e bem equipado do país, pois suas máquinas trabalhavam a vapor em vez das tradicionais moendas. Com o decorrer do anos e com a produção de cana de açúcar entrando no rolo compressor das esquisitices governamentais, o modernoso engenho seguiu o mesmo destino dos seus irmãos mais simplórios e escafedeu-se. O que restou da sua história de riqueza e poderio econômico pode ser visto no centro do condomínio que herdou o nome e que registrei no retrato que ilustra essa postagem. Esse Brasil tem muita história para contar! Para produzir essa postagem me socorri nas páginas virtuais Wikipédia e Frade On Line.

Vivas ao esporte de ouro do Brasil

Edu Penido e Renato Araújo

O Brasil que dá certo é cheio de boas causas, mas dificilmente elas são festejadas. No esporte costumamos festejar com louvores o nosso futebol, mesmo que ele não seja parâmetro e nem meta medo em mais ninguém. Somos bons em vôlei, capengamos no basquete e nos demais, com patrocínios exclusivos do Governo Federal, somos apenas alegres participantes, mesmo assim costumamos colocar os atletas sobre um carro de bombeiros para uma voltinha pelas grandes cidades. O menos festejado, aplaudido, parabenizado, reconhecido, patrocinado e incrivelmente abandonado ao largo é a vela. Nenhum esporte trouxe tantas medalhas de ouro, prata e bronze para o Brasil do que a vela. Nossos atletas do iatismo são reconhecidos mundialmente e esbanjam capacidade técnica que encantam oceanos, baías, enseadas, rios e lagos. Hoje estou aqui para festejar, homenagear e gritar vivas para dupla de velejadores brasileiros Eduardo Penido e Renato Araújo, que, no comando do veleiro Zetra, conseguiram a 6ª colocação na Classe 40 da regata internacional Transat Jacques Vabre, que largou da França e aportou na cidade catarinense de Itajaí, hoje considerada a meca da náutica no Brasil.     

A lama sem lei, sem ordem e sem vergonha

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A lama que envergonha o país desde do dia 05 de novembro chegou ao mar trazendo o cheiro da morte, do desespero e da desgraça de famílias destroçadas, cidades destruídas e fauna e flora praticamente riscados do mapa. A lama da Samarco, com as devidas assinaturas oficiais, passeia serelepe sem nenhuma ação objetiva para conter a demonstração de fracasso das políticas ditas públicas. Numa atitude sem nenhum precedente lógico e sem nenhum embasamento técnico, tentaram brecar a vergonha com umas indecifráveis barreiras saídas das ideias delirantes de alguma cabeça amalucada com víeis demagógicos. Esse é o nosso país! Enquanto isso as “autoridades” constituídas discutem quem pode e quem não pode ser investigado num outro lamaçal fedorento. E ainda há quem pinte o rosto com as cores da França! 

Olhe a pizza!

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Como domingo é dia de pizza, vou lembrar de uma rodada dessa delícia da cozinha italiana na Marina Bracuhy, durante nossa estadia por lá no começo do novembro, e que reuniu um grupo afinado de bons amigos da vela. Tudo começou quando Mara Blumer comentou sobre um forno que havia acabado de ser construído em um dos blocos do condomínio, debruçado nas margens da enseada do Bracuhy, e que a turma pretendia inaugurar em grande estilo. Lucia falou que eu era um excelente pizzaiolo – na visão apaixonada dela – e assim Mara pegou na palavra, engrenou a primeira e atiçou a gula da galera que comprou a ideia de imediato. Não sei porque, mas velejador de cruzeiro adora um reboliço.

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Foi uma noitada típica de velejadores em que cada um colaborou com um pouquinho para o sucesso da empreitada, mas não poderia deixar de destacar a ajuda providencial de Celso, veleiro Blue Bird, como forneiro, Mara na assistência geral, Lucia na coordenação e preparação dos sabores, Hélio nos pitacos, Ivan nas observações sintéticas, a síndica Tereza que cedeu o espaço e aos abnegados comensais que aprovaram a receita da massa e se esbaldaram no regime de engorda. Basta ver a felicidade estampada no rosto de cada um.

 

 

Pense num calor!

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Nesse dia de calor escaldante nas terras do Senhor do Bonfim fico a me perguntar até quanto o corpo humano suporta de calor e frio. Eu, na minha santa ignorância, aposto que não existem parâmetros para essa pergunta indecorosa, mas como não sou bom de aposta, vou pular uma casa. O que vejo é que os homens que se propõem a estudar o tempo estão com ar de doido diante das maluquices dos Niños, El e La, que a cada dia nos deixa de cabelo em pé. O casalzinho endiabrado, usando as prerrogativas das leis que protegem as crianças, estão mandando ver e não estão nem aí para a cor da chita. O calor que corrói a paciência de um desavisado velejador, que um dia resolveu morar a bordo, é de deixar este com ar de incredulidade. Os sites de notícias dão conta que muita milacria ainda vem por aí e os cientistas se arvoram nas trincheiras do sim e do não. O site Terra se saiu com uma pergunta que muitos já fizeram: Quando o El Niño vai terminar? Eu li, reli e me animei a fazer essa postagem. Clique no link grifado e procure suas respostas.