Tunante II – Um ano depois


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Em fevereiro de 2015, na postagem Mais um capítulo do caso Tunante II mostra feridas abertas, comentei sobre os rumos doloridos que o caso estava tomando e pelo navegar parece que tomaram mesmo. Em Agosto completa um ano do desaparecimento do veleiro argentino nas águas geladas do Atlântico Sul e – fora uma balsa encontrada e que até hoje a Marinha do Brasil não deu respostas concretas sobre a perícia – nem sinal. No varejo das mídias sociais e nos jornais argentinos, o caso ganha a cada dia novos contornos e o que era trágico vai se transformando num terrível seriado de intrigas e acusações. Acompanhando o blog gaúcho Popa.com.br, vi que a família, amigos e afins agora lançam dúvidas sobre a estrutura da embarcação, dizendo que a mesma estava com sérias avarias na quilha, no casco e prometem pedir explicações para o vendedor nas barras dos tribunais. O mar que engoliu o Tunante II, que na língua portuguesa quer dizer desonesto, não era mar para se brincar de velejar e muito menos para um barco que estivesse meia boca. O fato é que o Desonesto II, ou Tunante, desapareceu do mapa e a família precisa de respostas a qualquer custo e razão. Que venha o próximo capítulo! 

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5 Respostas para “Tunante II – Um ano depois

  1. O que vejo, de fato, são famílias buscando um bode expiatório para pagar o pato. Alguns meses após o ocorrido já ouvia-se falar em que a tripulação provavelmente já estaria morta aquela altura do campeonato. Ao invés de aceitarem a condição da vida (ou na morte), a família parece insistir em receber algo em troca pela vida dos seus entes queridos.

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    • diariodoavoante

      Luciano, em momentos de angustias e incertezas somos tentados a nos agarrar com tudo em busca de respostas para acalmar a alma. Grande abraço, Nelson

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  2. Meu caro, não sou especialista no espanhol, mas, se me permite a ousadia de tentar aumentar a precisão de sua tradução, digo que “Tunante” não significa exatamente “desonesto”, mas uma coisa bem parecida com isto: “patife”. Grande abraço.

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  3. Depois de todo este pantim midiático na procura pelo barco, agora vem com esta de justiça contra o fabricante do mesmo??
    Só não digo o que penso para este “pessoal”, porque este aqui é um blog de família e não de “pessoal”.

    Pelo amor de Deus, tenham respeito pelos seus mortos!

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