Fazer o bem sem olhar a quem


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Essa senhora que vislumbra o mar com olhos de atenção é Regina Catrambone, co-fundadora da MOAS, um instituto humanitário, sem fins lucrativos, criado para ajudar navios de imigrantes ilegais que saem do norte da África com esperanças de alcançar o litoral da Europa. Como em toda aventura migratória de homens que tentam escapar das agruras das guerras e das garras de ditadores cruéis e seus asseclas donos da verdade absoluta, a busca pela pretensa liberdade é um caminho sem horizontes em que a sorte e o azar caminham de mãos dadas. Centenas de imigrantes perdem a vida todos os anos na tentativa de atravessar o Mediterrâneo e alguns corpos, quando não são recolhidos, acabam sobre as areias das ilhas da região. A visita do Papa Francisco a ilha italiana de Lampesuda em 2013, para onde eram levados a grande maioria dos imigrantes ilegais, chamou a atenção de Regina e do seu marido, Christopher Catambrone, milionários ítalo-americanos, que decidiram gastar boa parte da fortuna para ajudar essas pessoas. Compraram um antigo navio, o Phoenix, criaram o instituto Moas e partiram sem perda de tempo para as águas do Mediterrâneo em busca dos imigrantes. MOAS_-_Press_5_001O Phoenix, de 136 pés e 483t, é equipado com os mais modernos aparelhos de busca, salvamento e com um helicóptero. A tripulação é composta de agentes humanitários, médicos, profissionais de segurança e marinheiros experientes em busca e salvamento. Quando se quer fazer é assim!

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