Arquivo do mês: maio 2011

Avião vira atração no fundo do mar

Um avião do ex-ditador búlgaro Todor Zhivkov foi submerso nesta quarta-feira (25) no mar Negro, em Varna, na Bulgária, para se transformar em uma atração turística subaquática. O Tupolev de 48 metros se tornará um recife artificial destinado a atrair mergulhadores. fonte: G1

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Entre chuvas e relâmpagos – A janela

Entre Chuvas e Relâmpagos é uma série de artigos que escrevi para a coluna Diário do Avoante, no Jornal Tribuna do Norte, contando a viagem de Salvador a Natal no começo de Abril de 2011. Para você que acompanha esse blog essa história foi contada em várias postagens, e para não ficar repetitivo preferi não postar os artigos anteriores, mas a partir desse texto a sequência segue seu curso. Tenha uma boa leitura.

etapa Maceió (8) Depois de dois dias ancorado em Maceió, estávamos prontos para seguir viagem. O tempo continuava chuvoso, mas felizmente os relâmpagos e trovões cansaram do mar e foram fazer barulho em outra freguesia. E pelo visto estavam fazendo mesmo, pois olhando para o oeste víamos que a coisa estava quente por lá.

Poderíamos até passar mais uns dias em Maceió, mas a descida na praia, em frente a Federação de Vela e Motor, estava complicada. O lixo acumulado e o mau cheiro não animavam ninguém a ficar. Não sei até quando as autoridades alagoanas vão fechar os olhos para aquela situação calamitosa. Continuar lendo

A ver navios

Imagens 097 Sempre que estamos esperando alguma coisa que nunca chega, ou que temos certeza de que vai acontecer, e depois a coisa desanda deixando a gente com aquela cara de quem comeu e não gostou, dizemos que ficamos a Ver Navios. Pois essa expressão pitoresca, segundo dizem alguns matadores de curiosidades, saiu justamente de um povo que ficou literalmente a ver navios.

Dom Sebastião, jovem e querido Rei de Portugal, no outrora século XVI, inventou de ir trocar tapas, socos, lanças e pedradas na batalha de Alcácer-Quibir, no Marrocos. Numa das muitas lutas para mostrar quem era o rei da cocada preta, Dom Sebastião morreu. O corpo do jovem Rei brigão, não sei por quê, mas todo rei era barraqueiro, nunca foi encontrado. O povo português se recusava a acreditar  na morte do Rei, até porque, Rei é Rei e nada pode acontecer com ele e um dia ele volta para os braços do povo, mas vai dormir mesmo é no seu castelo. Como  Dom Sebastião não voltava, o povo português começou a escalar o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, na esperança de o ver regressar à Pátria amada. Como ele nunca regressou, o povo ficava sempre a Ver Navios.

 Bem, essa foi a história que apurei por ai, mas quem quiser que conte outra!

Barco com 104 a bordo afunda em Brasília

Um barco utilizado para festas e eventos afundou neste Domingo, por volta das 21 horas, no Lago Paranoá em Brasília. Segundo o Corpo de Bombeiros, um bebê de 6 meses morreu depois de ser atendido, os outros tripulantes foram resgatados com vida. Mais uma vez a irresponsabilidade com a superlotação parece ter sido a causa do acidente.

Vida de Velejador

 

angra dos veleiros Levar vida de velejador é muito bom, mais requer boas doses de paciência, tranquilidade, boa vontade, perseverança, desprendimento e umas cervejinhas geladas para variar.

A palavra economia é a primeira do dicionário do velejador. É através dela, que tiramos boa parte da inspiração para levar essa vida meio nômade.

Num veleiro, temos que mudar quase todos os conceitos que estamos acostumados em terra. Tudo tem que ser regrado, pesado e medido. E a água é um dos itens que recebe maior atenção. Ficar sem água é um problema e saber dosar, o gasto, é uma das tarefas principais.

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Razões para velejar

 

sinto a mais pura integração do vento e do mar em um veleiro, deus perdoa o tempo em que passamos navegando (cabinho). Abraços Zeca – veleiro Borandá

Porque a vela é um esporte fantástico; porque proporciona contato direto com a natureza, porque amo o mar, porque velejando posso rodar mundo, conhecer novos lugares, novas culturas, ter novas experiências; porque me permite conhecer uma comunidade praticamente ilimitada de velejadores. As razões são muitas. Basta gostar. SérgioMacedo, veleiro Yanam, Salvador,BA

“Velejar é viver, e eu adoro viver…” Juarez Pontes, Ex “Wendy”, Brasília – DF.

Velejar é uma terapia para as múltiplas idades: exercita o corpo, desenvolve o tirocínio e melhora a consciência ambiental.

Air Pires, hobie cat 16. Salvador-Bahia

44ª Rolex Fastnet Race

Se você gosta de regatas, ainda mais daquelas bem competitivas, então se apresse para fazer sua inscrição na próxima Rolex Fastnet Race. São 608 milhas entre a Inglaterra e a Irlanda.  

 
A 44ª edição da Rolex Fastnet Race está batendo recordes de inscrições neste ano. As 300 vagas abertas foram preenchidas em 10 dias por velejadores de todo o mundo. O crescente interesse de classes como Volvo Open 70, Imoca 60 (Open 60’), Class 40 e multicascos faz os organizadores considerem a possibilidade de abrir mais vagas para este ano.

A edição de 1979 ainda detém o recorde de inscrições com 303 barcos na disputa, mas 2011 pode superar esse número caso os organizadores autorizem a participações de mais barcos.

A Rolex Fastnet Race é uma das regatas oceânicas mais disputadas do mundo, com 608 milhas de percurso, ela larga do Sul da Inglaterra, durante a Semana de Cowes, vai até o Sul da Irlanda, contorna a famosa Fastnet Rock e volta para a Inglaterra. A 44ª edição da regata largará de Cowes, na Inglaterra, no dia 14 de agosto.

Alguns famosos já participaram da Rolex Fastnet, foi o caso de Niklas Zennstrom, co-fundador da ferramenta Skype, que venceu a regata em 2009 com o veleiro Ràn 2, de 72 pés. Outros já não tiveram a mesma sorte, como foi o caso de Simon Le Bom, da banda pop Duran Duran. Um barco já confirmado para este ano é o Groupama 4, que participa da próxima edição da Volvo Ocean Race. fonte: nautica online