Aguardem! Vem aí o Livro Diário do Avoante

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Diz o ditado que uma das grandes realizações do homem é quando escreve um livro, não que me ache menos realizado pelas coisas que já fiz, inclusive viver a vida a bordo de um veleiro de oceano, coisa que muitos sonham e infelizmente não conseguem. Tenho dito que todas as pessoas tinham que viver pelos menos uma fração mínima da vida a bordo de um veleiro, pois, com certeza, teríamos um mundo mais humano, ético e leal. Mas vamos lá, assinei o contrato com a Editora Caravelas, de José Correia, para a primeira edição do livro Diário do Avoante, uma coletânea entre os 100 primeiros artigos que escrevo semanalmente, aos Domingo, para o Jornal Tribuna do Norte. Em breve postarei aqui a data, hora e local do lançamento, mas para isso, damos inicio, desde já, a contagem regressiva. Aguardem!!!!

Esperança de bons ventos sobre a Ilha Maravilha

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Depois da denúncia do construtor naval Sérgio Marques, divulgada aqui no Blog, que a Prefeitura de São Luís do Maranhão havia mando fechar os estaleiro de construção amadora no munícipio, alegando falta das licenças ambientais, o que criou uma onda de solidariedade e perplexidade por todo o Brasil, parece que as coisas entraram no rumo na Ilha Maravilha.

Caro Nelson e todos que se solidarizaram com a causa,
Depois de intensa mobilização há uma luz de esperança e uma perspectiva de avanço. A prefeitura municipal de São Luís se comprometeu a apoiar a construção artesanal daqui. Reuniu-se com vários construtores e designou imediatamente um grupo de trabalho para elaborar o projeto para regularização legal e permanente da atividade, assim como promover e orientar os devidos ajustes que se fazem necessários aos construtores navais cumprirem no médio e longo prazo. Admitiu que os construtores não deveriam sofrer retaliações, sim incentivados e ser vistos como um motivo de orgulho para cidade.
Ficamos esperançosos não só por causa do tratamento pro ativo dado a causa, princialmente porque vislumbramos atitudes concretas e imediatas que começaram a ser tomadas pelo grupo de governo.As de caráter imediato e as necessários para o prolongamento da atividade. Uma atitude que apareceu atabalhoada pode se reverter a favor da construção e manutenção de barcos nas áreas tradicionais .Gostaria que passassem adiante este nosso otimismo! Vamos torcer para que essa brisa de bom tempo se transforme num vento favorável tranquilo duradouro.
Sérgio Marques _Estaleiro Bate Vento

Prefeitura de São Luís do Maranhão manda fechar estaleiros de construção artesanal no município

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Atolados pela lama dos homens! Esse bem que poderia ser o título do texto do construtor naval maranhense Sérgio Marques, em defesa dos estaleiros artesanais do Maranhão. Estamos vivendo a época das autoridades alopradas e sem nenhuma boa intenção com a realidade das nossa cidades,  por isso a revolta e o desabafo do construtor maranhense, proprietários de um dos poucos estaleiros brasileiros que lutam para se manter em pé diante da pesada carga tributária que afunda quase todos. O Maranhão é referência nacional em barcos modelos catamarã, como o é em outras embarcações. Agora vem a Prefeitura de São Luís, travestida de leis ambientais amalucadas, tentando por uma pá de cal em tudo que foi conseguido com tanta luta e garra. Caro Sérgio Marques, estamos com você para que sua revolta tenha eco por esse Brasil tão indiferente aos desmandos.

“A Prefeitura de São Luís do Maranhão através da secretaria de Meio Ambiente está percorrendo todos os pequenos estaleiros, multando sumariamente e mandando suspender as atividades, a ordem é pagar a multa e fechar as portas. Os estaleiros de construção naval estão sendo considerados como praticantes de crime ambiental, sob o ponto de vista da prefeitura.
Esta ação já percorreu toda área e imediações da foz do ria Anil, Camboa, foz do Bacanga como Porto da Gabi, Vovó e Sitio do Tamancão. Nosso estaleiro Bate Vento Embarcações Artesanais Ltda., já foi notificado, multado e ordenado a suspender atividade a partir de 17/05/13. Temos alguns contratos em andamento, 26 funcionários regulamentados e 25 anos de atividade no ramo. Também nosso vizinho de porta, estaleiro do Sr. Gaudêncio se encontra submetido a mesma ordem da prefeitura. Não são só  apenas estes dois, na nossa redondeza seis estabelecimentos tiveram que parar com a produção.
A exigência é a licença ambiental concedida pela prefeitura, por outro lado a prefeitura não fornecerá a tal licença ambiental porque não tem uma politica para o setor de uso do solo nas áreas ribeirinhas e de costa. Vejam que acabou de ser aprovada no congresso nacional a lei de modernização dos portos do Brasil!
A prefeitura demonstra desconhecer toda a tradição da construção naval maranhense. Pode ser ela ser de antigas canoas como dos atuais catamarãs. Provavelmente por desconhecimento,  a Prefeitura não oferece nenhuma politica de regularização ou desenvolvimento para o setor, que é intensivo empregador de mão de obra. A regulamentação da atividade, ou melhor, a questão do uso do solo, durante décadas fora regulamentada pelas Capitanias dos Portos que concedia licença a título precário para funcionamento da atividade de reparo e construção naval, que pela própria natureza tem que ficar na beira do mar ou rio! Daí ficou passou a ficar por conta da união, que por sua vez alega não ser de sua responsabilidade, recaindo sobre o estado ou municípios a responsabilidade de legislar e regularizar a atividade.
A atividade da construção naval no Maranhão, que é secular e intuitivamente bem desenvolvida por aqui, vê-se ainda ao longo do litoral maranhense disseminados estabelecimentos a beira d’água, nas encostas, igarapés, etc. em inúmeros povoados do nosso litoral, das nossas retrancais espalhados em incontáveis municípios maranhenses os pequenos estaleiros! Mas a atual realidade é o abandono e menosprezo por parte das autoridades municipais e estaduais. Ela só serve ou  tem reconhecimento se é  para sair em fotos, cartão postal, livros , matérias de TV e até em alguns cursos “de capacitação” que algumas prefeituras ou ONGS fazem! No meu ponto de vista,  fazem mais para se auto promoverem do que auxiliar os construtores navais propriamente ditos. Inclusive eu mesmo já fui convidado pela prefeitura municipal de São Luís a dar palestras sobre a construção naval, que fiz gratuitamente com a melhor das intenções, fui aplaudido e prefeitura tinha perfeito conhecimento da nossa atividade e localização. Também inúmeros jornais, programas de TV já demonstram com certo orgulho desta atividade produtiva desenvolvida no litoral maranhense. Nossa empresa já recebeu até medalha do Governo do Estado em reconhecimento da contribuição prestada ao setor.
O próximo passo para não falirmos, tanto o nosso estaleiro e quanto toda atividade que é maior que isso, que por hora passamos a ser tratados como  criminosos,  é buscar o espaço num fórum politico e jurídico para discutirmos a questão com civilidade, que anda muito em falta no município de São Luís.”
Este é o relato de um construtor naval, ou um trabalhador criminoso, como considera a prefeitura do Município de São Luís MA, ou outros. Sérgio Marques

Marina de Natal

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Sobre a Marina de Natal, parece que a coisa começa a tomar rumo. Pelo menos foi essa notícia que li no site Portal no Ar e que trago através do link: Prefeito recebe grupo francês interessado em construir marina em Natal.

É isso que dá

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Como é difícil ultrapassar as fronteiras que nós mesmos criamos na mente. Até parece que a vida é uma coisa chata, cheia de regras e que não nos deixa saída e nem alternativas para seguirmos outros caminhos.

Perdemos tempo, paciência, saúde, razão, juízo e, em casos mais extremos, a própria vida, na tentativa vã de medir forças com uma dor de consciência que nunca esta satisfeita e vive eternamente a nos recriminar. Ela sempre aparece nos momentos mais felizes de nossa alma, apenas para atanazar os nossos miolos e consequentemente o coração. A danada da dor de consciência é tão maledicente que consegue encher de pecado e crença até o mais fervoroso ateu, que sem ver saída, se rende aos seus encantos como um cordeiro.

O que seria do mundo se não fosse à teimosia e a coragem de homens e mulheres que jogam para o espaço seus medos e certezas e saem pelo mundo em busca do desconhecido? Continuar lendo

O Tempo e Câmara Cascudo

imagemBasta cair uma chuvinha mais a vontade durante o dia, noite e madrugada que o nordestino já se anima todo sonhando com um primoroso inverno. Ontem, 17/05, Natal/RN acordou e dormiu praticamente debaixo de chuva e na madrugada, São Pedro cochilou e esqueceu a torneira aberta. Foi água até umas horas! É muito gostoso dormir escutando a chuva cair lá fora. Hoje vendo as manchetes dos jornais e acompanhando os buxixos pelas redes socias deu até para sentir frio, pois já tem gente agasalhado e acendendo os fogareiros dos fondue, tudo porque a temperatura chegou aos 23 graus. A turma não brinca em serviço quando o assunto é tirar onda! Mas o mapa da previsão, segundo a foto que ilustra esse post, anuncia ainda muita chuva pelo litoral nordestino, porém os homens da meteorologia acham que esse inverninho não passa de quatro dias. Acham! Inverno batizado e com placa oficial somente a partir de 21 de junho. Na minha caminhada diária pelas notícias que fazem a grande rede mundial, em busca das coisas interessantes do cotidiano dessa vidinha mais ou menos, me deparei com uma noticia arretada na coluna do jornalista Woden Madruga, que é também criador de bode e conhecedor dos segredos do sertanejo, lá estava escrito que a Globo Editora está lançando a segunda edição do livro Tradição, Ciência do Povo, do grande e imortal Luís da Câmara Cascudo, mestre dos mestres. Cascudo fala de tudo o que o sertanejo acredita e sabe, principalmente das coisas do Tempo.  Tem uma passagem do livro que Câmara Cascudo fala assim: “O mais prestigioso, infalível e soberano anúncio de Inverno é a notícia de está chovendo no Piauí!. Piauí é o barômetro da felicidade sertaneja.”  Como bem diz Woden: Ler Cascudo é uma delícia.

Boa é apelido!

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Essa semana postei lembrando que o mês de Junho estava chegando e que eu já estava sentido o sabor das canjicas feitas por minha Mãe. Para dar mais sabor ilustrei o post Se avexe não que mês que vem é Junho, com uma apetitosa imagem de um prato de canjica e muitos leitores, amigos e familiares deram o goto em seco e ficaram babando. Como meus irmãos sabem que Mamãe adora fazer canjica e nem precisa insistir muito, Idio, meu irmão, passou na Feira Livre do Carrasco, uma das mais tradicionais de Natal/RN, e comprou uma mão de milho verde. Nem vou dizer que a canjica estava boa, apenas vou, mais uma vez, deixar vocês com água na boca com as fotos. Apenas para vocês se situarem nas fotos: Quem mexe a canjica é minha Tia e minha Irmã. Ceminha agora tem o cargo de CEO. Lucia agarrou-se com a panela, para rapar o tacho, e não deixou para ninguém.